O Diário de Campo
Olá!
Aqui é o espaço para você semanalmente postar as suas observações.
Observe, descreva, e partilhe aqui tudo que você coletou do seu objeto de estudo.
Escolha um objeto de estudo, observe e descreva. Aqui é o lugar de você partilhar sua observação.
A cada semana, até o fim do ciclo, coloque nos comentários, seu nome e poste seu Diário de Campo.
Ze rominho
ResponderExcluirterça, 25 de fev. A turma hoje estva calada. Talvez o frio. Houve questionamentos sobre o DC. MAs no final todos compreenderam. A maior discussão foi sobre a questão do rito dos da briga de galo. Alguns perceberam logo no inicio da leitura, outros só depis da explicação. A aulo foi um saco!
Jéssica Luara - 27 de fevereiro de 2014
ResponderExcluirDiário de campo, (Grupo de pessoas no Ferry Boat)
Ao chegar no terminal de Salvador, havia uma grande quantidade de carros na fila de espera para a travessia, levando em consideração a época festiva (carnaval). No guichê e dentro do salão de espera, encontrei uma boa porção de pessoas no aguardo do Ferry, já se alimentando, e a maioria com sacolas e malas, provavelmente para passar todo o feriado na Ilha.
Ao entrar no catamarã, os cidadãos buscaram imediatamente um lugar para se acomodar. Os vendedores de água, cerveja e sorvete, foram os mais gratificados nesta travessia, com uma vendagem bastante significativa. Foi perceptível um grupo de pessoas que ficaram sentadas no chão da parte superior da embarcação,com muitas mochilas,malas e até um cachorro. Todos nesse grupo conversavam, e constantemente um ou outro olhava para o horizonte, aparentemente tentando calcular a distância para a Ilha. Os adultos além de conversar bebiam cerveja, enquanto as crianças brincavam no chão com objeto não identificado.
Alisson Santos - 01 de Março de 2014
ResponderExcluirMatrícula- 141000948
Diário de Campo - (Religiosos indo pro retiro espiritual)
Durante esta semana pude acompanhar e até mesmo receber vários convites para ir para o acampamento ou melhor dizendo,retiro espiritual. As pessoas iam acompanhadas de amigos,de filhos,dos pais,dos parentes,dos avós...uma grande parte em família. Elas estavam com malas,barracas, levavam comida,água,esperança e muita fé.Era notório como eles estavam completamente contentes em passar 'seu carnaval' se divertindo com Deus. Uma grande maioria era de jovens aparentemente com idade de 13 a 19 anos, que carregavam em suas mãos o livro sagrado: a bíblia. Todos pareciam discípulos,ou até mesmo 'animais ' subindo na arca de noé,pois sabem que logo depois virá o dilúvio acabando com toda a humanidade. As crianças impressionavam pela força de sua fé, no mundo a qual vivemos hoje,a realidade deles é outra completamente diferente,influenciados pela violência,pelas bebidas alcoólicas e até mesmo pelas drogas. A frente dos jovens estava o líder, que os orientava de acordo com seus ensinamentos. Esse grupo de religiosos era totalmente diferente das outras pessoas do 'mundo',enquanto os do 'mundo' bebia,se divertia,fumava,violentava,se drogava,praticava atos ilícitos...os religiosos estavam em outro mundo,o espiritual, eles oravam,glorificavam, e passam os dias em uma infinita paz,compartilhando amor e esperança.
Bárbara Maria Santos Silva - Domingo , 2 de março de 2014
ResponderExcluirMatrícula - 141006162
Estou passando o feriado de carnaval na ilha de Itaparica , por esse motivo , decidir observar as pessoas na praia . Devido ao tempo nublado , a praia estava bastante vazia . Pude observar que por causa do tempo ruim as pessoas preferiam ficar sentadas com um grupo de amigos , conversando e ingerindo alguma bebida . As crianças por sua vez , não estavam nem ai pro clima , entravam no mar , brincavam na areia e pra cada lado que eu olhava tinha um grupinho jogando bola . Lá encontrei também muitas vendedoras de acarajé e vendedores ambulantes , vendendo óculos de sol , chapéis e cangas .
Prisla Samalle - 02 de março de 2014
ResponderExcluirDiário de campo - (As controvérsias do Carnaval, Mendigos X Festa )
Ao receber o presente trabalho estive duvidosa quanto ao que escrever, passei a observar ao meu redor para encontrar um tema, foi então que avistei moradores de rua ao lado de um outdoor que falava sobre um bloco de carnaval, então parei para refletir, a alegria do carnaval e a tristeza dos moradores de rua. Em quanto multidões se alegram atrás do trio uma parte da sociedade desassistidos socialmente são empurrados para a margem, vim em todo o caminho da faculdade para casa contando quantos mendigos e quantas propagandas de blocos encontrava na cidade. A alegria de uma festa em que foliões se divertem e dinheiro é investido para a alegria da maioria da população não escondem a tristeza de pessoas sem ter onde morar, sem ter o que comer e sem ter o que festejar. Isso observei durante toda a semana, em toda a cidade. A festa passa, a alegria passa, o retorno do investimento feito para a festa fica, porem, a tristeza dos moradores de rua permanecem e se renovam a cada carnaval.
Diário de campo - ( As minhas vizinhas )
ResponderExcluirHá muito tempo eu venho observando um grupo de senhoras da minha localidade que se reúne toda tarde como em um ritual para possear, durante esse tempo notei que elas só se reúne na porta dá mesma senhora que por sinal é minha vizinha, são variados assuntos, que vão deste assuntos pessoais até a vida alheia, há uma diferencial dos dias da semana, como segundas, terças e quartas, aonde a conversas são mais sigilosas, com muitos cochicho, não dando lugar para outrem adentra na conversa, mais quando vem chegando o fim de semana e a reunião é regrada ao uso de cerveja, assenhoras alegres de espirito, escancara tudo, e ao tom de zombaria,os assuntos antes secretos, viram uma verdadeira piada, não escapa ninguém que passe ao seu redor, até mesmo eu que só conheço através dos bom dia, boa tarde e boa noite. Quando cheguei para morar no bairro, sem muitas intimidades, notava que depois que eu passava havia comentários ao meu respeito, o que me deixava intrigado, mas, ao longo do tempo, fui notado que as senhoras necessitava daquilo, como se foce um ato de sobrevivência, e que todos tem uma certa admiração por elas.
Começou a semana e com ela os preparativos para o carnaval, notei que o assunto da semana não estava tão sigiloso, umas falavam em ir para casas de campos, mas, as outras comentavam que não via a hora de cair na folia, elas são bastante extrovertidas, ainda mais que a semana já começou com uma boa cervejada, quando foi se aproximando o começo do carnaval, a cervejada está acompanhado pelo um brasante churrasco, bastante suculento e eu com hoje em dia passei da face inicial e já estou familiarizado, foi convidado a prova do churrasco.
Começou o carnaval e o ritual acontece como sempre, mas, nesse período de festa, são muito breve porque elas saem em grupo em direção a folia.
Esse é o começo do meu diário de campo. ( Denivaldo Ribeiro Veloso, estudante de jornalismo. M 141005458 .
Ariadne Joana De Oliveira Salvador
ResponderExcluirMatrícula: 141003433
Decidi acompanhar as meninas que dividem apartamento comigo pelo simples fato de poder estar com elas diariamente e de todas termos algo em comum: garotas do interior que vieram à capital por causa dos estudos. Somos quatro ao todo, sendo uma estudante de publicidade, uma de odontologia e outra quase formada em nutrição. Na primeira semana de observação todas estavam muito agitadas pelo fato do carnaval estar se aproximando e embora nenhuma de nós tivesse certeza se iria sair para aproveitar a festa ou não, todas mal podiam esperar pelos dias de descanso. A casa permaneceu com pouca comunicação por uns três dias, onde cada uma saía para estudar e ao retornar ia para seu quarto acessar a internet ou fazer qualquer outra coisa, menos interagir com as outras meninas da casa como fazemos de costume, assistindo um filme, ouvindo música ou simplesmente sentando para conversar na hora das refeições. A curta semana pareceu se arrastar antes dos dias festivos porém durante pareceu passar voando. Além de mim, a publicitária também viajou para sua cidade natal enquanto as outras duas ficaram aproveitando o tempo em Salvador.
Rafaela Regina Freitas Valverde (Objeto de observação: motoristas e cobradores de ônibus)
ResponderExcluirInício da observação - Terça feira, 25 de fevereiro de 2014
Entrei no ônibus, dei bom dia ao cobrador, ele me respondeu sorrindo e me ajudou com a digital do Salvador Card. Fazia isso enquanto pegava algumas notas de dinheiro e respondia perguntas dos passageiros sobre o itinerário do ônibus.
Observei o motorista e percebi que ele estava atento e olhava toda hora pelo retrovisor. O cobrador veio uma vez até o meio do ônibus pegar o dinheiro de alguém e teve que segurar no ônibus para não cair com o balanço do mesmo.
Quando desci agradeci ao motorista e ele respondeu: "de nada."
Quarta feira, 26 de fevereiro
Entrei e o motorista demorou de fechar a porta e que quase caí, tive que me segurar.O cobrador segurava várias notas de dois reais, de maneira que elas ficaram na vertical. A calça dele estava curta e aparecia a meia que era preta.
Reparei que os cobradores, inclusive ele sempre sentam apoiando as costas no vidro do ônibus e não no encosto da própria cadeira. Também pude observar que os motoristas, em sua maioria, não usam cinto de segurança.
Victoria Mota Andrade
ResponderExcluirCristãos No Carnaval
Na quinta-feira, 27 de fevereiro, um dia após a abertura do carnaval de Salvador, todos os bons soteropolitanos (e não soteropolitanos) já estavam ocupando de todos os jeitos e maneiras as ruas largas e antigas da Ondina. Com uma ansiedade tão a flor da pele que em seus rostos só se via um sorriso debochado tão largo que foi quase impossível não se contagiar com tamanha energia. O carnaval dos dias de hoje pode até não ser mais como os de antigamente, pode também ter criado uma segregacão social ainda maior e com isso a ''pipoca'' pode ter ficado mais violenta, mas em meio a isso, naquelas largas e antigas ruas da Ondina ainda não importa se você é negro ou branco, homo ou heterossexual. Ou cristão. Eu estava seguindo para o camarote da Ufba, quando deparei com uma situação um tanto quanto inusitada para mim. A situação foi, um grupo pequeno de cristãos protestando a favor de suas crenças no carnaval, contra o carnaval. Em suas mãos haviam placas dizendo ''Voltem para suas casas'', ''Isso é pecado'', ousaram dizer ''Essa festa do diabo'', coisas do tipo. Eles não estavam fazendo muito barulho, mas todos que passavam pelo grupo os olhavam, olhavam com um olhar curioso e inusitado apenas. Ninguém pareceu incomodado com aquilo. Já o olhares distribuídos pelo grupo de critãos aos que passavam foi no mínimo de indiferença, não consegui perceber raiva, repúdio ou pena. No fim, quando deixei o camarote, eles já não estavam mais lá. Então, logo concluo, a mensagem enviada não foi entregue.
Vinicius Lima Santos, "Os vendedores das lojas do shopping center lapa"
ResponderExcluirNa primeira semana de análise do objeto escolhido tentei analisar da melhor forma, aquelas pessoas que necessitam passar a maior parte do seu tempo no shopping center lapa(por ser o seu local de trabalho). Esse primeiro contato que tive com esse grupo, foi muito enriquecedor, pois dois fatores estavam atrelados a semana em questão. O primeiro é que, essa primeira semana de análise foi na última semana do mês, e todos estavam na busca do alcance de suas metas para poder ter um dinheiro extra no final do mês corrente. Outro fator, é que a semana em questão era a semana que antecedia o carnaval, e mesmo com toda "a luta" para atingir suas metas, era notório a vontade de cada um vendedor para que o feriado prolongado chegasse logo para que pudessem estar mais próximos dos seus familiares e amigos.
Deborah Natalie Rocha Fernandez
ResponderExcluirObjeto em estudo: Pessoas que frequentam academia de musculação
Passei meu cartão de acesso na catraca, cumprimentei a recepcionista e a música eletrônica tomou conta do ambiente. Ao adentrar na academia me deparo com um outro mundo. Pessoas suadas, pessoas nem tão suadas assim, algumas com fone de ouvido dando a entender: Não me incomode, estou focado o suficiente para bater papo e fazer amigos. Já outras, batem papo enquanto fazem esteira, bicicleta e até mesmo deixando de malhar para resenhar sobre o carnaval com os instrutores. Algumas mulheres parecem que estão mais indo ao shopping center do que indo fazer musculação, pois a quantidade de maquiagem, supera ao de uma modelo em uma capa de revista. Não está ocorrendo aulas de dança, nem as lutas, pois a academia está em reforma. Estamos nos sujeitando a malhar em meio a poeira e ruídos, mas nada que atrapalhe a vaidade dos marombeiros ou a necessidade dos que querem entrar em boa forma. A única que está super incomodada com a reforma é a faxineira Cris, que mesmo com seu bom humor e sorriso garantido, não deixa de reclamar aos quatro cantos que não vai mais limpar a academia enquanto a obra não acabar, pois ela foi contratada para fazer trabalho de brasileiro e não de português.
Alex Silva Batista de Paula
ResponderExcluirMatricula: 141004356
Diário de Campo (Grupo de amigos do interior em visita a cidade para o Carnaval)
Meu celular toca por volta das 17h do dia 27/02, uma quinta-feira de carnaval. Era a Silvana avisando que já se encontravam na cidade. Expliquei que estava em trânsito e que em 15 minutos chegaria ao encontro dela, de Daniel e José, antigos amigos meus que residem na cidade de Feira de Santana e que acabam de chegar a Salvador para curtirem o carnaval. Após enfrentar um grande engarrafamento descido abandonar o ônibus um ponto antes do previsto e sigo andando em direção ao shopping Iguatemi. Meus amigos se encontram naquele shopping para retirada de alguns abadás. Perdi um bom tempo subindo, descendo em busca de informações e sinalizações que me levassem até o local certo de onde eles se encontravam o que é um ponto negativo para esse carnaval, poucas sinalizações que levassem os clientes até o local desejado, o que não vem ao caso agora. Enfim cheguei ao local, logo encontro Daniel sentado, conturbado e avisto de longe José em um dos guichês tentando, estressado, resolver algo. Perguntei a Daniel o que se passava e logo fiquei sabendo que não queriam liberar os abadás por falta de alguns documentos que eram necessários para a troca. Ainda assim conseguimos pegar os nossos abadás e descemos até o carro onde se encontrava Silvana. E lá ela estava fumando e agoniada com a demora. Aproveitamos para fumar uns cigarros também antes de pegarmos as malas do carro e ir a procura de um taxi. Chegamos na casa onde ficaríamos e logo José pegou os abadás para tentar reformar, Silvana reclamou que estava com fome e foi a um mercado a procura de alimentos e pedi para que Daniel fosse adiantando o banho dele, até porque estávamos atrasado em relação a nossa ideia de horário imposta a sair de casa. Chegamos no camarote, os meninos todos alegres e ansiosos, Silvana e Daniel logo foram atrás de copos de cervejas, enquanto acompanhei José com uma dose de vodka e refrigerante. Tempo vai, tempo vem, Silvana me chamou para conversar, falar de tudo que já tinha acontecido na nossa vida e revelou que estava com saudades. Aproveitando o momento, Daniel e José pediram para que eu ficasse com eles na sexta e sábado, pedindo para que eu não voltasse para casa. O que não seria possível, até porque logo na sexta ainda teria trabalho a cumprir. E foi nas 12h20 da tarde do dia 28/02 que, após todos acordarem que me despedir daquele primeiro dia de carnaval, prometendo a eles que no domingo estaria de volta.
Torcedores do Esporte Clube Bahia
ResponderExcluirNo domingo, 23 de fevereiro de 2014, após 4 meses, Bahia e Vitória se encontravam num duelo. Os tricolores, apesar da péssima campanha no Campeonato do Nordeste e má fase do time no estadual, estavam confiantes pra o grande clássico nordestino - e isso ficou claro durante todo meu trajeto ao estádio. De Brotas até Pituaçu, o ônibus era tomado por um clima de já ganhou e também por diversas piadas, como chamar os torcedores do rival de 'lixeiros", "vice" e "sem títulos". Inclusive, um senhor carregava consigo uma grande faixa provocando a torcida rival com os seguintes dizeres: "vice de tudo". Chegando ao estádio fui entrando e de cara flagrei parte da torcida do Bahia rezando Ave Maria - tradicionalmente os tricolores passaram a rezar antes de todos os jogos desde 2010. Ao começar o jogo, surgiram com os gritos de apoio e batuques um certo nervosismo expresso em cada olhar e gesto. No meio para o fim do primeiro tempo saiu o gol do Vitória e à medida que o tempo passava, e o Bahia não empatava, os torcedores perdiam a paciência. Ouvia-se muitos palavrões, vaias direcionadas para alguns jogadores, gritos contra o treinador e principalmente pedidos para substituição - até o fim da primeira etapa. Após algumas substituições no intervalo, o Bahia mudou sua postura em campo e foi para cima do Vitória/Ba, consequentemente trouxe o seus torcedores para "perto" e assim voltaram a apoiar o time. O tempo passava, o Bahia pressionava e a festa da torcida junto com a bateria de uma das torcidas organizadas só crescia e, no meio do segundo tempo, veio o empate do tricolor da boa terra. Isso foi o suficiente pra levar aos torcedores a loucura. Alguns minutos após o empate - e também muita chuva -, o jogo ficou monótono e isso foi refletido pela arquibancada. No final do jogo, apesar de todas as criticas ao treinador do time e a péssima exibição, boa parte da torcida comemorava com fervor o empate suado contra o rival.
Luana dos Santos dos Anjos-141001126
ResponderExcluirDiário de Campo - Funcionários que Frequentam o Refeitório do Call center
Na segunda-feira,03 de março o penúltimo dia de carnaval,em que toda a cidade de Salvador respira e inspira alegria... Este refeitório desta empresa de call center em que trabalho,possui um espaço bem amplo,com vários micro-ondas,muitas mesas e cadeiras todas padronizadas em azul.
O ambiente que geralmente está sempre lotado por vários funcionários de diferentes setores,ontem pude perceber que havia um movimento de pouquíssimas pessoas em que o velho e sagrado horário de almoço foi extremamente sossegado,pois em dias considerados normais, é complicado até mesmo encontrar um simples lugar para almoçar ou lanchar.O silêncio dominava todo espaço do refeitório,adentravam algumas pessoas da operação,do departamento pessoal,do centro de informática,um ou outro vigilante, faziam uma refeição tranquila e saíam, tudo estava calmo,pois grande parte estava de folga,por conta do carnaval.Tudo isso foi bem diferente da correria diária,até porque muitos aproveitam o pouco tempo de sobra não só para almoçar,mas,também para falar ao celular e conversar ao mesmo tempo com colegas ao lado.
Karine Kelly Costa Silva
ResponderExcluirEtnografia de um campo de várzea.
Em um sábado, especificamente no dia 01/03/2014. Resolvi ir a um campo de várzea do meu bairro, próximo a minha casa, onde acontece um campeonato todos os sábados e domingos. Durante o caminho fui com bastante expectativa de encontrar o local com muitas pessoas, assim facilitaria a minha observação. Chegando ao local pude perceber que a quantidade de pessoas era satisfatória começando assim a minha observação. Comecei observando o jogo que estava acontecendo, mas o que me chamou atenção foi uma grupo de rapazes que conversavam ao meu lado, eram mais ou menos 5 rapazes bastante agitados. Percebi a exaltação entre eles, alguns gritavam o juiz e até opinavam sobre o jogo que estava acontecendo. Como o tom de voz desses rapazes era muito alto e perguntando também a um outro rapaz que fazia parte do campeonato, consegui entender o motivo da agitação dos mesmos. Soube que durante o jogo anterior ao que estava acontecendo o juiz apitou uma falta que segundo um dos rapazes falava foi injusta, e assim sendo o gol do time adversário aconteceu e como o jogo estava empatado com o gol feito o time desses "rapazes agitados" acabou perdendo fazendo com que fosse eliminado do campeonato.
Rafaela Landim de Moura Santos
ResponderExcluirMatrícula: 1406446955
Jornalismo- 1º semestre
Professor: Romulo Magalhaes
Diário de Campo- Aumento do consumo de drogas por jovens em Shows de Rock e região do Rio Vermelho.
Cresci com a influência do Rock, vindo principalmente do meu Pai. Em Salvador na época de carnaval, é triste a realidade de quem curte esse gênero musical, já que é difícil encontrar algum lugar interessante para ir e curtir um bom e velho rock'n'roll. Fui apresentada ao Palco do Rock que ocorreu entre os dias 01,02,03,04 de março em Piatã. O Som é maravilhoso! Realmente me impressionei como existem bandas boas em Salvador e como essas não são devidamente valorizadas. Estive presente no Domingo (02) e na Segunda (03) e nesse dois dias pude perceber que a quantidade de Jovens que não curtem o tão famoso ''axé'' é enorme, entretanto fiquei abismada ao ver a quantidade de drogas que esses jovens usam. Não só bebidas vendidas a vulso para menores, mas entorpecentes como o cigarro, maconha, ecstasy e a cocaína traficadas sem moderação. Fui dar uma olhada nos preços para ver se realmente era tão acessível para esses jovens, já que todos consumiam com voracidade. Cervejas? O famoso ''leve 3 por apenas R$5,00'' não parou, podendo escolher entre a famosa " Piriguete" e o latão ou se você preferir pode levar a latinha por apenas R$1,00. Vinhos? uma garrafa de 750ml por apenas R$4,00, além de doses de todo tipo de Vodka por R$2,00. Cigarros a unidade R$1,00, ademais drogas que observei, em grupos que se reuniam para fumar e cheirar,distribuindo uns aos outros e no final dividindo os preços para ficar barato para cada um. Nesse contexto o que me chamou atenção e é bastante irônico, foi ver um posto policial de um lado e bem a frente toda essa realidade e nenhuma providência ser tomada. Salvador ''a cidade do carnaval'' é totalmente precária em segurança. Para agravar a situação no final do show quando estava sentada com meus amigos no ponto de ônibus, esperando o táxi chegar o pior da noite ocorreu, um jovem que estava bêbado foi atropelado. E o que aconteceu? Nessa hora todos se mobilizaram! Chega a SAMU(Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e viaturas policiais rodeiam as pistas e as interditam sem muita demora, o desespero por parte dos amigos cresce já que esses não imaginavam que esse fato iria ocorrer, o menino é conduzido rapidamente, entretanto nada muda, tudo continua o mesmo, o consumo de bebidas alcoólicas e o uso de drogas. Mas quando isso vai parar? Até que outra tragédia ocorra, já que é natural do ser humano só ''cair a ficha'' quando acontece alguma fatalidade aí sim é hora para se tomar as devidas providências.
Giovani Fraga
ResponderExcluirMatricula : 141004978
Bom, eu resolvi observar o comportamento da torcida do Vitória nas ruas, estádios ou em redes sócias, na ultima quinta-feira dia 27 de fevereiro de 2014 o Vitória jogou contra o Ceará no estádio Presidente Vargas no Ceará, jogo válido pelas quartas de finais da copa do nordeste, precisando de uma vitória simples ou de um empate com dois ou mais gols, a torcida do Vitoria que ficou em Salvador acompanhando o jogo pela internet e postando tudo no facebook demonstrava confiança mas logo que a partida começou o Vitória tomou um um gol, o comportamento começou a mudar e os posts que eram de incentivo passaram a ser negativos, com o decorrer da partida o Vitória continuou jogando mal e decepcionando os torcedores, os posts passaram a ser ofensivos contra jogadores e o treinador do Vitória, com o fim da partida e a eliminação do Leão da Barra com um placar vasto e atípico para o Ceara a torcida demonstrou indignação e muitos adotaram a política dos pés no chão, que " a hora de perder era agora ", nós próximos posts observarei o comportamento dentro do estádio e pelas ruas de Salvador.
Sabrina Soares, 05 de março de 2014
ResponderExcluirFrequentadores de festas
Resolvi falar sobre o grupo de pessoas que estão próximas a mim com frequência, são os festeiros, baladeiros, promoters, diretores, e donos de festas aqui em Salvador.
No caso, os frequentadores de festas.
Pra dar inicio, como de quarta-feira pra cá estive no presente no carnaval, vou falar das pessoas que estavam diretamente ligadas a essa festa.
As pessoas no camarote costumavam chegar no final da tarde ou inicio da noite, já quem saia em blocos ou na pipoca, no inicio da tarde já estavam na concentração dos trios. Percebi que as pessoas se arrumam para os outros, para se destacarem e chamarem atenção de alguma forma. Tinham muitos casais presentes, que não
abriram mão da curtição. As pessoas só queriam saber de pular, beber, dançar, aproveitar cada segundo e paquerar, e quando falo em paquerar, não posso esquecer dos homens. A grande maioria atirava para tuuudo que é lado, para uma mulher, para a amiga da mulher, e para outra mulher que estava próxima, querendo conquistar uma delas. E engana - se quem acha que a maioria delas não gostavam, elas queriam era aproveitar o momento para curtir com o seu grupo de amigas, bebendo, dançando e se divertindo a todo momento.
Observei também uma grande quantidade de crianças, que só faziam brincar e aproveitar tudo ao redor.
Os diretores dos blocos e dos camarotes continuavam trabalhando enquanto todos curtiam, mas estavam satisfeitos diante de toda a folia.
Não posso esquecer dos filhos de gandhi, que estavam presente de segunda a terça nos blocos, pipoca, e camarote, embelezando cada canto com o jeito único que eles tem. Foram os baladeiros mais famosos desse carnaval.
Na madrugada, o que todos queriam era ir embora descansar, pois no outro dia começaria tudo novamente.
Conclui que o comportamento de todos os festeiros não eram iguais, mas uma coisa a maioria tinha em comum : queria aproveitar o máximo essa grande festa, para ficar registrada na memória.
Linda.
Excluirkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk'
ExcluirJoão Paulo
ResponderExcluirMatricula : 141003959
As relações de poder no carnaval.
Passei o meu carnaval ao lado de um amigo junto com sua família em um flat na barra. Foram dois quartos ambos com vista para toda a avenida oceânica. E lá pude observar as relações de poder no carnaval. Diariamente via os trios eletricos com todo o seu esplendor e exuberância passando um apos o outro constantemente, Em cima, parentes, amigos e funcionários dos artistas, todos eles com seu diferencial seja nas roupas, nos calçados ou nos aparelhos eletrônicos diversos que portavam, enquanto isso la em baixo na 'pipoca' os foliões observavam aqueles que ali estavam, meio que vislumbrando algo que eles queriam para eles. Enquanto aqueles que estavam em cima ignoravam a existência dos outros la em baixo, se sentindo superiores mesmo que por um breve momento ate que o bloco terminasse. As cordas dos blocos diferenciavam quem podia pagar 300,400 ou ate 1500 reais para estarem ali se sentindo 'protegidos' ao lado dos que pra eles são iguais (financeiramente) aqueles que ocupam a mesma escala social. O que na realidade é pura ilusão ja que hoje a realidade no Brasil é que a maioria pode ter parte das coisas que antes so a minoria tinha acesso através de parcelamentos e formas de pagamento mais flexíveis. Isso tudo se resume em pessoas vazias querendo aparentar um padrão que nao podem. E isso atrapalha o desenvolvimento intelectual das pessoas como seres humanos racionais e não apenas materiais.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirFabiola Silva, 05/03/2014
ResponderExcluirÉpoca de carnaval na cidade de Santa Bárbara(BA)
Cheguei na cidade já pela noite, e estava tudo muito parado, mas não espera nada diferente disso, uma pequena cidade do interior da Bahia, que não tinha seu comércio forte não havia motivo para não ser movimentada.
1° dia
É carnaval, porém por volta das 09:30 da manhã, não parecia que estávamos em pleno primeiro dia de março.
Saí para observar, ver as pessoas dali. Mas foi difícil, tinha poucas pessoas na rua, pareciam entocadas em sua casa.
Os poucos que encontrava pelo caminho, me olhava com estranhamento, talvez por reconhecermos nos de não pertencer ao povo dali. Caminhando é comum as pessoas se cumprimentarem com uma saudação, bom dia, boa noite, boa tarde, mesmo não se conhecendo, para eles não era preciso.
A moto é um veículo bem popular por aqui, por seu prático e de preço acessível. Porém mesmo trazendo uma identidade de cidade grande com veículos motorizados, não se desprendia dos outros meios de transporte que em volta e meia encontrava, como charretes, o próprio cavalo ou animal parecido que exercesse a mesma função.
As pessoas que se via, em sua maioria era idosos, que traziam o retrato daquele lugar, cidade sertaneja, cujo clima castigava sua pele e vitalidade traduzida em seus olhares.
As casa do centro é tipica de cidade história, fabricadas de tijolo com uma padrão antigo e de grande altura, diferente das outras casas, as que tinham essa padronagem não tinha não tinha andar.
O que se acha vendendo por aqui vai do caro ao barato. Algo me chama a atenção, boa parte das lojas vendem seus produtos com um custo que a maioria da população não pode pagar, obrigando as a comprarem no comercio livre que acontece todas às terças-feiras, onde se encontra de tudo um pouco.
A alegria do povo quando dirigidas a ela é intensa e de fácil percepção, se sentem importantes e prontamente para lhe atender e lhe ajudar no que for preciso. Apesar de tudo as pessoas daqui não são falantes, falam quando precisam.
O fato de causar-lhes estranhamento me desacerta, talvez isso aconteça por ter um padrão de beleza diferente das pessoas que vivem ali e mais próximo do que eles veem na TV.
Logo na entrada da cidade, a primeira coisa que vemos é um vasto comércio que ao contrario do centro da cidade, funciona por mais tempo. Predomina-se lanchonetes e mecânicos. Obedecendo uma lógica, já que as pessoas que estão passando por ali, precisam lanchar, é comum ônibus de viagem que passam por lar, pararem para lanchar e descansar um pouco. Para os caminhoneiros que param um pouco por ali, vão para um lugar um pouco mais distante onde predomina-se churrascarias e sons altos.
Link original: http://blogdafabiola.wordpress.com/2014/03/05/epoca-de-carnaval-na-cidade-de-santa-barbara-ba/
Alice Santiago
ResponderExcluirMatrícula:141004351
Quinta feira, 27 de fevereiro. Fui ao supermercado com o propósito de achar algum grupo que me chamasse atenção. Antes de entrar no mercado propriamente dito, fiquei observando os pontos comercias, em sua maioria do ramo alimentício, que ficam do lado de fora. Achei interessante o trabalho das baianas de acarajé junto à sua clientela e resolvi observar atentamente. Localizado entre uma barraca de beiju e outra de água de coco, o espaço em que elas trabalham é pequeno. No total são 4 mulheres bem vestidas, com saias longas e blusas coloridas, além do ojá na cabeça. O trabalho é bem dividido. Enquanto as duas baianas da frente
atendem os clientes, a outra recebe o dinheiro e guarda no caixa. Mais para o fundo do quiosque, uma outra baiana prepara a massa de acarajé com uma colher de madeira enorme. Visualmente é um trabalho que requer muita paciência e força no braço. A fila para comprar já passava de 10 pessoas. Muitas conversavam entre si, outras ficavam olhando para dentro do quiosque esperando sua vez. No período
que eu observava, apareceu um homem pedindo dinheiro na fila para comprar uma passagem de ônibus para Candeias. Também fui abordada com o pedido.
Por um momento, todos comentaram sobre o homem, incluindo as baianas.
Observação: Nos dias 28 de fevereiro, 01, 02, 03 e 04 de março, as baianas não trabalharam. Acredito que o motivo foi o carnaval.
Hoje, 05 de março, elas voltaram a trabalhar normalmente.
João Vitor Figueiredo Santos
ResponderExcluirDiário de Campo - As crianças e suas brincadeiras
A partir do dia 26 de fevereiro de 2014 (quarta-feira), comecei a observar as crianças que brincam na rua onde eu moro. Nesse dia, havia um grupo sentado em frente a minha residência, brincando de "Uno" - um jogo de cartas -, e reparei a forma como os integrantes do grupo se posicionavam no jogo.
Ao longo da partida, os ânimos se exaltavam a cada jogada. Alguns desses componentes entravam em conflitos, por causa das cartas erradas que os não adeptos ao jogo colocavam sobre a mesa, ou pelas reviravoltas que o jogo tomava - no qual o vencedor se tornava o perdedor da partida -. Porém, no meio dessa turma, havia uma jogadora de destaque no grupo, por possuir uma postura de liderança. Esta, por sua vez, colocava ordens no jogo e nos outros participantes; além de ser a melhor jogadora do grupo, por causa das suas estratégias, tornando-a vencedora na maioria das rodadas.
Após várias jogadas, o grupo se cansou da brincadeira, resolvendo conversar sobre os assuntos que mais lhe interessavam no momento, como desenhos animados e suas comidas preferidas.
Bruna Bacelar
ResponderExcluirEstava pensando sobre o que falar como fui no carnaval eu tive contato com alguns filiados do cortejo afro e também do ilê ayê então resolvi falar sobre a cultura negra aqui em Salvador fiz uma retrospectiva e percebi que ao longo dos anos o quanto é forte a cultura afro no Brasil, é visivel nas religiões,na culinária,na música popular ,na dança entre outros esse fator se deu por meios dos escravos africanos que através dos engenhos de açúcar desenvolveram a capoeira e seus costumes de acordo com suas terras natais.De acordo com o IBGE,Salvador é a cidade mais negra no mundo fora da África e isso é visivel eu pude constatar de perto a beleza da cultura negra no bairro da Liberdade periferia da capital baiana é o maior em número de negros em toda a América Latina e vi o quanto é rica essa cultura, seja na culinária com seus temperos exóticos e sabores marcante como o o azeite-de-dendê que é extraido da de uma palmeira africana o dendezeiro que é utilizado para o preparo do vatapá,acarajé e o caruru , na religião o candomblé que cultua os orixás e encontra-se seguidores em todo o País .Através dessas avaliações eu pude perceber o quanto é importante o trabalho social na vida desses jovens,que na sua maioria, por jovens negros da periferia de Salvador, os blocos afro exercem também um importante papel de inclusão social através da arte.
Ana Luisa Matos dos Santos - 06/03
ResponderExcluirDiário de Campo - A essência da infância.
Eu decidi observar um grupo de crianças que moram no mesmo condomínio que resido.
Geralmente as crianças saem para brincar nas ruas do condomínio no final da tarde, após as atividades da escola. A brincadeira preferida deles é andar de bicicleta, mas como alguns tem patins, patinete ou skate eles revezam entre si tornando o entretenimento ainda melhor, além disso eles aprendem a ter o espírito cooperativista. Com a imaginação aflorada, eles utilizam as faixadas das casas como pistas e obstáculos para uma maior diversão. Após um tempo, a brincadeira torna-se exaustiva e as crianças decidem conversar. Como os assuntos são distintos, dois grupos acabam se formando: o das meninas e o dos meninos.
O grupo das meninas vão para casa para se divertir com algo mais tranquilo, enquanto que o dos meninos ficam na rua - em frente da minha casa - procurando algo para fazer. Analisando esse grupo notei que existe um integrante que comanda as brincadeiras. Primeiramente ele deu a idéia de brincar de esconde-esconde e logo disse que não seria o primeiro a contar, os outros bateram o "zero ou um" decidindo quem começaria. Após muito corre-corre e várias rodadas do jogo, o "líder" cansou e falou que não ia mais brincar. Logo o grupo se sentou no meio-fio à espera de uma nova diversão, até que a mãe de um dos meninos chamou ele para casa. Então, todos se despediram e foram para seus lares já sabendo que no próximo dia a brincadeira estava garantida.
Tamille Santos do Canto, 06/03/2014.
ResponderExcluirMatrícula: 141005080
Professor: Rômulo Filho
"Crenças e manifestações artística da minha cidade"
De inicio eu estava totalmente sem saber qual seria o meu objeto de estudo, mas aí decidi viajar durante o carnaval e imaginei que lá eu poderia encontrar o meu objeto de pesquisa. Viajei para a cidade de Castro Alves (BA), ao chegar lá me deparei com situações estranhas mas que despertou bastante minha curiosidade. Chegando em casa (no interior) liguei o som no ultimo volume e percebi olhares estranhos para dentro de casa, abaixei o som e perguntei a minha mãe o porque dos olhares e ela respondeu que quando uma pessoa fica doente aqui não ligamos o som (principalmente alto) em respeito a aquela pessoa, e por coincidência um dos nossos vizinhos estava doente. Eu fiquei muito surpresa pois não imaginava que eles tinham esse tipo de crença, isso despertou ainda mais a minha curiosidade e comecei a observar outros tipos de crenças que haviam ali.
No dia seguinte fui visitar meu avô, e de lá nós decidimos ir à casa de minha tia, seguimos todos no carro conversando quando meu avô avistou uma mata e começou a contar que quando ele era mais jovem gostava muito de caçar ali, e um dia quando entrou na mata para caçar com seus cães de caça, foi surpreendido pelo Caipora (o protetor do animais e o terror dos caçadores) que fez com que ele desviasse do caminho e ficasse perdido no meio da mata, desorientado e muito assustado com as armadilhas e ruídos feitos pelo Caipora, ele tentava acalmar os cães que sofriam como se estivessem apanhando (segundo ele isso era uma forma de vingança que o Caipora usava contra os caçadores que levavam seus cães de caça para a mata). Depois de um certo tempo assustado e perdido na mata ele conta que conseguiu achar a saída, desde então todos que conhecem a história aqui, tem medo de entrar na mata sozinho.
Ouvindo meu avô contar achei meio assustador, mas a minha curiosidade me fez querer descobrir mais sobre as crenças e manifestações da minha cidade, que para me até então eram totalmente desconhecidas e para eles eram extremamente importantes.
Diário de Campo - Raphael Minho
ResponderExcluirDurante a semana mais popular de Salvador, o Carnaval, eu estava no Palco do Rock. Lá, se encontrava um grupo em que fiquei a observar de seis pessoas, onde fisicamente eram extremamente parecidos. Todos vestidos de preto com detalhes prata e camisas de banda. Mas as semalhanças paravam aí. Apesar de ouvirem o mesmo estilo musical, as ideologias e comportamento mudavam de acordo com a sua vertente. Os punks usavam moicanos e bebiam mais, além de serem bebidas fortes. Os metaleiros bebiam, porém, em menor quantidade e bebidas mais suaves. Eles voltavam a se encontrar quando músicas, tituladas como rock pesado tocavam, então era feito uma espécie de círculo onde eles chamam de "roda punk" e começam como forma de brincadeira e diversão a se "agredirem". Ao final do show, era notável a exaustão de todos, entretanto, ninguém deixava a proximidade do palco até que o show tivesse acabado. Cansados, eles apenas apreciavam o espetáculo, enquanto alguns tentavam bular a segurança e abraçar o cantor.
Matheus Campos da Silva
ResponderExcluirMatrícula: 141005654
Jornalismo – 1º Semestre
Diário de Campo – Associados do bloco carnavalesco e afoxé Filhos de Gandhy
Considerado um dos maiores blocos de carnavais e afoxé da Bahia e fundado em 1949, com mais de 10.000 integrantes, completando 65 anos em 2014 teve diferentes focos e métodos em relação ao carnaval da cidade de Salvador, mais conhecido como tapete branco, o bloco é denominado por transmitir a paz e o perfume de alfazema no circuito que passa. Por completar 65 anos os associados do bloco afoxé tiveram a segurança e total apoio da direção mantendo a tradição da manta branca com detalhes azuis, turbante e colares que são doados para os admiradores têm o significado de propagar e desejar paz entre o período festivo e o resto do ano vem da cultura africana aos orixás Ogum e Oxalá. Junto com outros blocos e cantores independentes de cultura afros que mantem forte influência em termo de cultura como o Olodum, Ilê Ayê, os Filhos de Gandhy seguem com o mesmo parâmetro e objetivo que é espalhar conhecimento e tranquilidade. As características músicas do seu trio por ser um afoxé são compostas por canções africanas e candomblé como orientação religiosa. Como todos os blocos possuem suas regras, os Filhos de Gandhy antes de obterem a fantasia em mãos são notificados com cartilhas com todas as proibições impostas pela direção para manterem a tradição do bloco durante o cortejo, entre elas estão, a proibição de consumo de bebidas alcoólicas ou do gênero a participação feminina (apesar da existência de um paradigma da presença feminina em alguns anos do carnaval), os animais do tipo elefante e o camelo representando o símbolo de resistência e a cabra como símbolo da vida. Atualmente os Filhos de Gandhy mais recentes em período festivos é conhecido por trocarem seus colares por beijo das suas pretendentes.
Nome: Suilan Hagge Peixoto
ResponderExcluirCurso/Semestre: Jornalismo 8º
Professor: Romulo Magalhães
Diário de campo: Melhor amiga de TPM
Todo homem diz que "mulher é um ser difícil de entender" e principalmente em fase de TPM. Observando a minha amiga com o namorado nessa fase, ele perde totalmente o controle devido ao estado emocional dela. Como ele não dar o devido carinho e atenção que ela quer nesse período, a quem ela recorre? A mim! pois é... e chega até a ser um tormento, porque quando não atendo as chamadas dela no celular ou não respondo as mensagens, ela liga para a minha residência e deixa milhões de recados. Todo final de mês é assim... e quando ela aparece lá em casa, tenho que preparar o rolo de papel higiênico e preparar os ouvidos. O discurso sempre é o mesmo: ele é um insensível, não vale nada... fora o fato que ela xinga o coitado de os nomes possíveis e impossíveis!!! Nem precisa ela abrir a boca pra falar mas eu sei que sou o tipo de melhor amiga que é procurada somente nos momentos de "apertos" dela. Homens por favor! tenham paciência com suas namoradas! Levem pra jantar, presenteiem com flores, chocolates mas, só não deixem a maior carga para as amigas! Eu mesma, ainda não opero milagres e nem sou "muro das lamentações"! Mesmo assim, nas próximas postagens, continuarei a observar esse universo feminino.
Nome: Andrey Morais de Oliveira
ResponderExcluirCurso/Semestre: Jornalismo, 1º
Professor: Rômulo Magalhães
Dia 22 de fevereiro de 2014 comecei a frequentar a igreja com o intuito de observar não apenas um grupo, mas a diferença que há no comportamento de pessoas com diferentes idades em relação à missa. Ao entrar na igreja percebo que os mais idosos sempre são os primeiros a chegar e ocupam os assentos da frente, e os poucos jovens que vi se sentavam com suas famílias e não tinham uma preferência por lugar, só queriam saber de estar sentados. No começo da cerimônia todos os que estavam nas primeiras fileiras e aparentavam ter mais idade prestavam muita atenção e demonstrava saber boa parte da ritualística, o resto das pessoas ficava lendo o jornal entregue no início com os atos da celebração, os mais novos alguns tentavam mexer no celular, mas logo eram repreendidos pelos pais, então fingiam prestar atenção, mas se distraiam facilmente com qualquer coisa, e sempre esboçavam uma cara de desgosto ao ter que levantar e sentar. No final da celebração os idosos iam conversar com o padre para parabenizar e pedir a benção, ao contrário dos jovens que demonstravam alívio por estar de saída.
Nome: Maria Luiza Oliveira
ResponderExcluirCurso/Semestre: Jornalismo, 1º
Professor: Rômulo Magalhães
Diario de Campo: "Solteiros"
Dia 1
Amarelo, vermelho e o verde Vibrante.
Ser humano é bicho sozinho, nasce assim e quando nasce grudado não dá muito certo. No fundo, querem atrair todas as atenções e carinhos pra dizer olha-só-não-sou-tão-só, e digo ''a gente'' pra incluir mais alguém porque é tão ruim dizer que se é só, sozinho. Aí aparecem três ou quatro pessoas gritando- Eu também me sinto sozinho!- e fica todo mundo junto. Todo mundo junto e só. Saem pra festa e passam base, corretivo, pó, só pra esconder o quase nada de espinha que tem..E porque? Passa o delineador e tira tudo se ele ficar um lado mais fino que o outro, passa batom que aumenta o lábio que ninguém vê aumentar nada MAS CLARO QUE AUMENTA ta escrito, você acredita, você sai com ele. E porque? Porque no fundo, é o sinal amarelo piscante dizendo: Ei! Tô aqui! Pare na faixa! Não espera ficar vermelho não! E claro que aqueles que param no amarelo piscante são melhores do que os do sinal vermelho. Tá. Ele parou. Eaí? Você toda linda lá, piscando, pensando iai-reparou-no-meu-batom-que-aumenta-os-lábios? Muitas vezes procura-se alguém que tenha percepção, seja interessado e interessante. Mas como todo mundo...Passam, olham, mas não vêem.
Nome: Ayrton Williams Barreto Sena de Oliveira.
ResponderExcluirCurso/semestre: Jornalismo 1
Professor: Rômulo Magalhães
Diário de Campo: De Playboy a Dona de casa.
Dia 1
Apresentação e modo de vida.
Para começar, irei fazer uma breve apresentação dos personagens dessa história:
O Urso (apelido dado pelo hábito de dormir de mais, hibernação), o Louco (Que num calor de quarenta graus dorme empacotado em um cobertor de malha grossa) os dois Bombados (Apelido irônico) e, por fim, o Gordo (gordo mesmo).
Acostumados coma boa vida, estes “playboy’s” do interior vieram para a cidade para se tornarem donas de casa. Meninos que malmente pegavam numa esponja para lavar um prato, hoje são forçados a fazer o que mamãe fazia antigamente. Agora sei o que vovó queria dizer quando falava: “Quer ficar rico menino? Sofra! Lute! Vá além!
Não precisa ser um antropólogo profissional para fazer boas observações deste meio onde vivo. Os assuntos são os mesmos todos os dias, quem limpa a casa, quem lava o banheiro, quem cozinha, quem lava a louça, que horas iremos a academia e etc.
Não agüento mais ouvir o Gordo falar de dieta, os “Bombados” falarem de suplementos e o Louco ditar os assuntos de prova para se mesmo. O jeito para mim (o Urso), é me trancar no meu quarto e fazer o melhor que sei, entrar no melhor lugar do mundo e de lá não mais querer sair, (o melhor lugar do mundo é a minha mente, um universo inteiramente meu, onde a sua majestade superior sou eu). De lá só saio quando quero passar para o mundo real as aventuras que vivo no meu melhor lugar no mundo.
Karen Bahiana F. De Macêdo
ResponderExcluir1° Semestre - Jornalismo
Diário de Campo: Crianças no Shopping Center
Os Shoppings Centers é um local frequentado por todas as idades. Os Jovens, crianças, adultos e os idosos desfrutam de um ambiente climatizado com conforto e segurança, seja para ir as compras, ou simplesmente para passear. Na tarde de domingo pude observar o comportamento das crianças no shopping Paralela. Acompanhei discretamente um casal com três filhos, duas meninas que aparentavam ter entre quatro ou cinco anos, e um menino que aparentava uns seis anos. Na medida em que andavam pelos corredores do shopping, saltitavam e esbanjavam alegria segurando a mão dos pais. Suas cabeças quase sempre estavam direcionadas para cima, pareciam estar deslumbrados com a imensidão de luz e brilho que refletiam no teto espelhado. Pude perceber também, que as crianças estavam no comando do passeio! Falavam alto e com firmeza com os pais, e o que desejassem tinha que ser realizado no mesmo instante, ou caso contrário, era motivo de berro e chororô nos corredores. Achei tudo aquilo interessante, pois como também já fui criança, sei que essa é uma tática quase infalível para ter o objeto desejado, pois em meio ao público, os pais ficam constrangidos, e muitas vezes acabam cedendo a vontade dos filhos. Mais essa não é a melhor escolha a se fazer, pois aos poucos os pais vão perdendo sua autoridade diante dos filhos, e eles vão ter a sensação de que podem ter e fazer o que bem quiserem. O sol já devia está se pondo lá fora, e enquanto isso o shopping aparentava cada vez mais cheio. A família a qual eu observava, estava agora na praça de alimentação degustando o famoso MC Donald. Foi o único momento que as crianças estavam realmente concentradas naquilo que faziam. Olhavam atentamente para o sanduíche e a batata frita, sem deixar um pedaço se quer escapar. No final do lanche, ao levantarem, pude perceber que as crianças já estavam meio sonolentas. Uma das meninas já estava debruçada nos braços do pai. Provavelmente, o passeio já estava chegando ao fim, e com algumas sacolas de compras na mão, a família ia dirigindo-se ao estacionamento.
Nome : Mariléria Cecília Xavier da Silva
ResponderExcluirCurso/semestre : Jornalismo 1
Professor : Rômulo Magalhães
Diário de campo : Observando o comportamento das mulheres no salão
No sábado de carnaval , 01 de março,estava decidida que iria ao salão e somente sairia de lá quando tivesse realizado as minhas duas tarefas do dia : Observando o comportamento das mulheres no salão e claro fazer minha sobrancelha.
Quando enfim decide sai de casa começou a chove , mas nada me impediria de realiza minha obrigação.Quando cheguei lá não tinha ninguém para realiza o serviço então fiquei conversando com a cliente que estava fazendo as unhas.
Não pude deixa de notar que as outras mulheres interagia entre si formado pequenos grupos de conversas. Os assuntos eram diversos desde a família ao carnaval, mas o assunto nunca morria , dividiam entre si suas vidas pessoais,coisas tristes a coisas divertidas que em vários momentos me peguei rindo das situações.
A minha hora chegou fui atendida e então me despedi e sai de lá com sensação de dever cumprido.
Vinicius Lima Santos, "Os vendedores das lojas do shopping center lapa", 2ª Semana:
ResponderExcluirNessa semana que sucedeu o carnaval passeei um pouco mais pelo shopping na busca de visualizar um número maior de lojas, e consequentemente de vendedores, afim de enriquecer o meu diário com mais características do meu objeto de estudo.
Na semana pós carnaval, os vendedores tinham aparências mais renovadas e mais felizes. Além disso utilizavam do tempo que não tinham trabalho para poderem conversar sobre tudo que fizeram nos aproximadamente 4 dias de descanso que tiveram, e o interessante é que conversavam com os colegas de trabalho e acabavam conversando também com os clientes que iam naquela loja.
Mesmo com tanta conversa e tantos papos para serem colocados em dias, a busca pelas vendas e por alcançar as suas metas eram grandes,então cada cliente que entrava na loja era uma luz para aumentar lucros tanto para loja , quanto pro vendedor.
Pude ver também que esse momento de volta a rotina, foi o momento em que as lojas começaram a reorganizar as vitrines, a mudar peças, mudar valores e colocar novos adereços para chamar atenção das pessoas, afim de atrair vendas e lucros.
Alex Silva Batista de Paula
ResponderExcluirMatricula: 141004356
Diário de Campo (Grupo de amigos do interior em visita a cidade para o Carnaval) – 2ª semana
Eram por volta das 10h da manhã do primeiro domingo do mês, dia 02/03. Acordo, e como de costume logo ativo o wifi do celular para acesso ao WhatsApp. A primeira mensagem que encontro é da do Daniel, digitada nas palavras: ‘’Allex, nos ajuda!’’. Entrei em contato e ele me explicou que não poderiam mais ficar no local onde estavam e que teriam que sair de lá. Peço pra ele se acalmar e que logo estaria chegando ao encontro deles. Chego na Federação e José estava me esperando em um ponto estratégico, afinal já se não encontravam onde estavam a dois dias atrás. Com um cigarro na mão, ele parecia tranquilo e calmo. Explicou-me que um amigo dele havia brigado com o namorado, do qual era o dono da residência em que eles estavam e por isso ele foi embora e eles tiveram que arranjar outro local pra ficar, ao menos até o fim do carnaval. Que logo sua amiga que mora na Barra chegaria de viagem e eles iriam pra lá. Ao chegar no local onde eles haviam arrumado para ficar, olhei pra José e o chamei de louco. Era o vizinho de onde eles estavam, pessoal da qual havíamos feito uma amizade de leve nos dias anteriores. Adentro na casa e logo encontro Silvana saindo do banho com o cabelo na touca, coisa de mulher para se sentirem mais bonitas. Entro no quarto, um quarto bagunçado, roupa de um lado, cueca de outro, colchão de cima, carregador debaixo, um quarto típico do qual está sendo explorado por adolescentes. Logo vejo Daniel agoniado, jogando tudo pra cima, buscando algo que seria o seu tênis. Mandei ele ir se arrumar, até porque não tínhamos tempo a perder, afinal, faltava apenas 1h30 para o nosso bloco iniciar seu desfile. Após algumas fotos, chegamos ao circuito Campo Grande. José reclamou, falou que aquele circuito fedia e preferia Barra, após alguns minutos de desfile dentro do bloco, Daniel também questionou, falou que lá era muito apertado e o pior local para se sair em bloco. Eu não concordei, falei que lá era um ótimo circuito e o mais tradicional de Salvador. Quem realmente quer viver a história e sentir a cultura do Carnaval, tem que ao menos sair um dia ali. Após algumas rodadas de cervejas, as reclamações sumiram e apenas houve espaço para muita alegria e diversão.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirDiário de Campo.
ResponderExcluirObservando mais o grupo de senhoras, que como sempre, são acidas nos encontros vespertinos para conversação, pude presenciar um ato de devoção entre o grupo, presenciei as mesma jogando milho de pipoca no meio da rua e quando jogava o milho cantava uma musiquinha tipo um mantra que era acompanhado de gestos. nesse dia fiquei sentado em uma escadaria observando e ouvindo tudo que elas conversava, os assuntos era focado no carnaval, nas logo voltou para a devoção e ai foram citado nomes dos deuses do seu sincretismo religioso,com Yansã, Xango, Ogum, falaram sobre festas passadas de Cosme e Damião, logo em seguida mandaram compra cerveja e antes de começa a bebedeira, abriram duas e derramaram, como forma de agradecimento. Outro detalhe que me chamou a atenção foi a cor branca que predominava nos seus vestes, já que as mesmas se vestem sempre com vestidos rodados. A tarde foi passando, a bebedeira foi chegando ao final e assim foi mais uma observação.
Denivaldo Ribeiro Veloso M: 141005458
Rafaela Regina Freitas Valverde
ResponderExcluirQuinta- feira, 06 de março de 2014
Quando entrei no ônibus no final de linha do meu bairro depois de aguardar o motorista e o cobrador entrarem, verifiquei que o cobrador conversava animadamente e dava risada com algumas passageiras. Alguns minutos depois o cobrador passou por mim, com várias cédulas de dinheiro na mão direita. Em cima via se logo uma nota de cinco reais. Foi até a frente do ônibus, pegou o cartão de uma passageira que havia entrado pela frente, passou na catraca, pois eu pude ouvir o barulho. Voltou segundos depois e entregou o cartão a passageira.
Segunda feira, 10 de março de 2014
O cobrador do primeiro ônibus que peguei estava encurvado para frente para visualizar os cartões que passavam na maquininha da catraca. Depois de alguns minutos ele foi para a frente do ônibus e iniciou um bate papo com o motorista, o que fez com que ele passasse a dirigir de forma mais devagar. Ao descer do ônibus agradeci e o motorista respondeu a mim e ao passageiro que vinha logo atrás de mim.
No segundo ônibus que observei, demoramos mais que o normal para passar na catraca por causa da digital do Ssa Card estudantil. O cobrador estava atento, sempre orientando os estudantes sobre o passo a passo do sistema. Volta e meia, ele precisava colocar no leitor o cartão dele para liberar o acesso do estudante.Essa situação gerou um certo estresse nas pessoas que queriam passar pela catraca. Elas passaram a reclamar, mas o cobrador ignorou.
Na hora de descer no final de linha , o motorista estava muito atento ao manobrar o ônibus e estaciona-lo em meio a carros e ônibus que ali estavam. Olhava para os dois lados e pacientemente estacionou o ônibus calmamente. Abriu a porta e nós descemos. Agradeci ao descer e ainda pude perceber que ele olhava pela janela, mas mesmo assim respondeu ao meu agradecimento.
Luana dos Santos dos Anjos-141001126
ResponderExcluirDiário de Campo - Funcionários que Frequentam o Refeitório do Call center
Segunda -feira,10 de março de 2014
Ontem a pausa do almoço começou intensa o horário de maior fluxo são às 13 horas,observei discretamente as duas mesas ao lado esquerdo,onde chegaram oito mulheres que fazem parte setor do departamento pessoal,recursos humanos e da recepção.Todas bem tranquilas e descontraídas quando chegam dominam o espaço não só pra almoçar e ocupar os lugares indevidos com suas bolsas exageradamente enormes, onde trazem não só o almoço congelado que é indispensável no cotidiano de quem trabalha bastante e logicamente como toda mulher roupa,maquiagem,livros,revistas e perfumes.
Logo chegam as supervisoras e outras operadoras do call center entram no refeitório por volta das 13;10 ou 13;30 mais ou menos por esse período,completamente esgotadas até porque trabalham em outras atividades diferentes e ainda por cima atrasadas de tanto calor que fez nesta manhã e de tanto cansaço para almoçar.Só que houve tanta gente junta ao mesmo tempo que o egoísmo falou mais alto,como não havia lugares disponíveis os que chegaram depois ficaram de pé aguardando que as outras se retirassem,enquanto fingiam não enxergar a situação, por conta do grande fluxo e também pela falta de sensibilidade,quem sentava para simplesmente almoçar,despejava toda bagagem pessoal como bolsas ou mochilas enfim...somente por comodidade,uma situação individualista e vergonhosa flagrada naquele momento.
Rafaela Landim de Moura Santos
ResponderExcluirMatrícula: 1406446955
Jornalismo- 1º semestre
Professor: Romulo Magalhaes
Diário de Campo- Aumento do consumo de drogas por jovens em Shows de Rock e região do Rio Vermelho
No último sábado (8) foi meu aniversário, depois de curtir bastante com os amigos pela tarde, procurei algum lugar para curtir um rock com o outro grupo de amigos, fomos a boate Amsterdam que fica no Largo dos Aflitos,por volta das 23h, já que era pista VIP(entrada sem pagar) até as 00:00. Chegamos lá na boate e encontramos os amigos na fila que estava enorme por sinal, passamos pela segurança mostrando a identificação de cada e conferindo os nomes na lista e a nossa noite começou. A boate possui dois andares, no primeiro andar é a parte fechada e descendo uma escada encontramos a área externa onde geralmente os jovens vão para dançar já que tem um dj e fumar bastante. Fiquei impressionada com a nuvem de fumaça que se formava, tanto cigarro quanto a maconha eram repassadas facilmente entre os jovens. Além das bebidas que no dia você comprava uma tequila, cerveja, vinho, vodka, big apple ou qualquer outra e ganhava mais uma. O número de jovens bêbados era enorme, riam, gritavam e se divertiam de uma maneira muito diferente e perigosa. Fiquei com meus amigos a noite inteira, dançamos bastante e nos divertimos. Saí de lá por volta das 4:30 da manhã e ao subir a escada para ir ao carro, tinha uma menina deitada em um muro tendo princípio de desmaio com convulsões, ela tremia bastante de frio, fomos lá ajudar e ligamos para a SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) mas o atendimento foi péssimo, esperamos bastante a ambulância chegar e nada. Não tinha com o que aquecer a menina já que ela tremia de frio, as amigas tiraram as blusas e a cobriram. Ela parou de tremer e acordou, com os olhos bem vermelhos e meio desnorteada. As amigas resolveram levá-la no hospital e então decidimos ir embora, comprei algo para comer e um refrigerante, entramos no carro e fomos para casa. Fico realmente abismada como os jovens hoje consomem drogas com tanta normalidade, mesmo sabendo o mal que essas fazem.
Deborah Natalie Rocha Fernandez
ResponderExcluirObjeto em estudo: Pessoas que frequentam academia de musculação
Finalmente depois de muitos dias de poeira e barulho, a reforma na academia está aproximando-se do fim. Sorridente como sempre, a recepcionista estava conversando com um dos instrutores que tirava seu descanso próximo a ela, pareciam conversar algo sobre alimentação. Mesmo parecendo destraída com o bate papo, a mesma dava boa tarde a todos que passavam por ali e ajudava os que não conseguiam passar o cartão de acesso na catraca.
Por ser uma tarde muito ensolarada, as pessoas estavam reclamando do calor insuportável que estava fazendo, clamavam pela volta do ar-condicionado e pediam para jogar os ventiladores no lixo, junto com a gordura delas.
Ao som de muito axé nesta tarde, algumas pessoas faziam esteira e outras estavam concentradas na musculação.
A instrutora Leila, auxiliava duas senhoras a realizarem o treino que ela fizera, pois ambas não sabiam para onde ir.
Ando corrida para efetuar a musculação por causa dos estudos, por isso só fiz aeróbico e abdominal, encontrei algumas amigas e fizemos esteira juntas. Enquanto caminhávamos observamos as pessoas desfilando com seus abadás pela academia(o que era de se esperar após o carnaval), ela tentou avisar que o shopping estava em liquidação e camiseta para malhar estava inclusa no pacote, só que deixamos para lá e finalizamos a resenha com risadas.
Fabiola Sena da Silva
ResponderExcluirDiario de Campo- Parte 2
Época de carnaval na cidade de Santa Bárbara Bahia
Santa Bárbara é conhecida por ser a cidade do requeijão, não é difícil entender por que é chamada assim, toda lanchonete tem requeijão vendendo. Esta fama fermenta a economia da cidade.
É engraçado como as pessoas se acostumaram com o racionamento de água, é assim por que se trata de uma cidade que faz parte do sertão.
Mas tarde quando o tempo aliviou, já era noite, fui para a rua, passei na padaria e em um supermercado, todos continuava a me olhar com olhar de estranheza, não de repudio mas como alguém diferente que se portava diferente, realmente estavam certos, eles tem um jeito diferente de se colocar, acredito por olhar a vida de uma outra maneira.
Volto para casa mas não demoro muito para retornar, agora acompanhada e a rua estava mais deserta que de costume. A maioria das pessoa que encontrei enquanto andava foram homens, nos poucos bares que estavam aberto, jogando dominó, bebendo, conversando e paquerando. Ainda podia se notar aqueles que circulavam pela cidade com sua moto fazendo um show de exibicionismo, empinavam, aceleravam para que todos possam ouvir o ronco de seus motores, mostrando assim a sua potencia. Tudo isso para chamar a atenção das damas que passavam por ali.
2° dia
Era por volta das 08:00 da manhã que fui comprar pamonha. Aqui na cidade existe uma lanchonete que vende pamonhas que é famosa, chama-se Pamonha Real, famosa por serem saborosas e terem seus recheios inusitados com recheios inusitados, com sabor apimentado com frango, e doce ou salgada com queijo.
Ao caminhar até lá, só se via homens na rua arregalados, prestavam atenção em mim e não tinha vergonha de ficarem me encarando achando estranho por que esta garota está fazendo aí sozinha. E não sei porque faziam isso, uma cidade que recebe tantos turistas diariamente não deveria achar estranheza nisso, isso deve ser uma característica desse povo, um jeito particular. Chegado lá parecia novidade, todos pararam para me olhar, não se via ruídos, tentei transparecer normal e não ficar abalada. Caminhei até o balcão e cumprimentei a atendente e fiz meu pedido. E fui para casa até então nenhuma novidade.
Retorno para a praça, e tudo como sempre, pouco movimentado, parado. Andei e andei a procura de algum movimento, achei? Sim, próximo à Igreja encontrei pessoas reunidas com um carro de som ligado. Tomavam cerveja e conversavam entre se. Desta vez não fiquei lisonjeada ou envergonhada por estar sendo observada, era como se eu tivesse encontrado pessoas da minha cidade, ou que pelo menos agiam como eu.
Não demorei muito ao retonar para casa, dava-me agonia ao caminhar pelas ruas da cidade. Não encontrava pessoas andando ou pelo menos paradas conversando, nem as famosas motos exibicionistas estavam passando por ali para dar um ar de movimento. Até senti medo mas logo fiquei tranquila ao relembrar que ali era uma cidade que não tem normalmente noticias policiais.
Mais tarde saio para a rua, afim de descobrir o que os barbarense fazem na noite de domingo. Me surpreendo, agora ao invés de um carro com o som ligado encontro dois, mais gente e quanto mais demoro na praça mais pessoas chegava.
Quem era essas pessoas? Jovens. Crianças e Adolescentes, não se via adultos, com excessões de alguns poucos.
Nome: Maria Luiza Oliveira
ResponderExcluirCurso/Semestre: Jornalismo, 1º
Professor: Rômulo Magalhães
Diario de Campo: "Solteiros"
Dia 2
É Pí novamente.
Gente, o amor é um milagre! Estou constatando isso a cada dia que vivo... É tanta gente estranha no meio dessa multidão de cegos cheios de desejos desconexos, se esbarrando e se experimentando pra vê se finalmente se encontram. Decepção. Tentam disfarçar com os saltos de 15 centímetros que seguram todas as lágrimas da semana e que buscam a mesma coisa por onde quer que pisem: Amor. Enquanto sorriem para eles bêbada e comenta com as amigas, que os amigos deles são gatinhos e eles reparam no seu vestido e pensa depois o que será, e ficam nesse jogo de quem-impressiona-mais esse ou aquele enquanto enrolam e procuram com o tato de seus corações o ímã, que está escondido “-TEM QUE ESTÁ ESCONDIDO-“ em alguma daquelas pessoas! Outrora buscam uma justificativa pra tentar achar um suposto charme, atração e interesse por um deles. Claro... ''Olha só o jeito como suspende a sobrancelha!'' Enquanto muitas vezes eles ou elas tem pensamentos podres, e vocês ainda insistem em procurar o ímã que não existe, o fio que em vez de conectar dá curto circuito. Mas vocês seguiram em frente, ''Como vou saber sem provar?''
E provam
E pensam que sente e mentem dizendo que sentem.
E sabem que não sentem nada.
Ligação pí novamente. Todos os solteiros reprovados em química, por favor.
Nome: Suilan Hagge Peixoto
ResponderExcluirCurso/Semestre: Jornalismo 8º
Professor: Romulo Magalhães
Diário de campo: A era Whatsapp
Ninguém mais quer saber de mandar um sms e nem muito menos ter um celular bem "básico". Com a chegada dos aparelhos com Android, surgiu o aplicativo que está fazendo a cabeça da galera, o Whatsapp que quase todo mundo baixa em seus smartphones. Em qualquer lugar é possível perceber a dependência que criam diante do celular, e quem não tem ainda é chamado de "desatualizado". Está muito raro sentar e conversar para conhecer alguém, pois a pergunta já vem no automático: me passa seu whats? ai agente se fala melhor...
O contato direto com as pessoas já está perdendo a força e esse "vício" chega a ultrapassar os limites. Basta ter um ponto WIFI, ativar a internet móvel do celular ou usar a internet do colega via roteador que é possível estar conectado no Whatssap. Na sala de aula, no ambiente de trabalho, na roda com os amigos o bate papo rola solto fazendo até com que a pessoa perca a noção de tempo. A comodidade e "vício" é tanto que tem pessoas que teclam até no banheiro! Ao dormir, ficam com o celular por perto, colocam debaixo do travesseiro e outras coisas piores. Pessoas alienadas ao celular decorrente ao uso excessivo podem ter lesões como dor na nuca, problema de visão, dor de cabeça e entre outros, mas principalmente no público jovem esses "problemas" são inexistentes e o legal mesmo é estar conectado sempre. Melhor maneirar hoje, do que ter problemas futuros.
No último domingo (9), Dia Internacional da Mulher, o Esporte Clube Bahia e o Consorcio Arena Fonte Nova resolveram lançar uma promoção que permitia o acesso grátis de qualquer mulher acompanhada. Com isso houve um grande número de filhas e esposas indo ao estádio, consequentemente o clima foi muito mais familiar do que normalmente vendo sendo. Ao contrário do que vem ocorrendo recentemente, a torcida do tricolor não seguiu a tradição religiosa de rezar Ave Maria antes do jogo. A partida se inicio ao som percussivo de uma torcida organizada, e logo aos 10 segundos de jogo saiu o primeiro gol da partida, para delírio de diversos casais que se abraçaram e se beijaram durante a comemoração. Organizada que fazia festa nas bancadas e tentava mandar vibrações para o time. Toda essa festa durou muito pouco, os torcedores ficaram visivelmente irritados e isso se refletia nas vaias e palavrões. No final da primeira etapa, o tricolor já estava vencendo a partida por 2 a 1 e a festa ressurgiu. Foi assim até o final da partida. O que podemos perceber é que o futebol é um espetáculo e, como um bom espetáculo, a torcida ou público se comporta como um reflexo do que ocorre dentro de campo. Outra coisa que me deixou muito contente foi um público muito mais familiar do que vinha sendo normalmente. Esse afastamento das famílias é resultado da grande violência dentro e fora do estádio por causa das torcidas organizadas.
ResponderExcluirJoão Vitor Figueiredo Santos
ResponderExcluirDiário de Campo - As crianças e suas brincadeiras
Durante essa segunda semana de observação, no dia 09 de março de 2014 (domingo), ocorreu uma brincadeira diferente entre as crianças. Neste dia, um acontecimento despertou a euforia das crianças que brincam defronte a minha residência. Era aniversário de uma das integrantes do grupo.
Como tradição, o aniversariante do dia leva um tipo de “castigo” dos amigos, a famosa ovada. E foi isso o que aconteceu, o grupo pretendia “batizar” a aniversariante do dia. Ovos, farinha de trigo, misturas malucas fizeram parte da diversão da turma e do estado de sujeira na qual a menina se encontrava.
Contudo, o “batismo” gerou aborrecimento nos vizinhos. O motivo dessa chateação se deu pelo fato de alguns ovos caírem na porta de suas casas, exalando aquele odor desagradável, fazendo com que os mesmos reclamassem com as crianças. Após essa reclamação, a recreação terminou, e os participantes foram para suas casas.
O dia a dia dos garis em Salvador
ResponderExcluirSão por volta de 06:40h de uma terça-feira, 04 de março de 2014, e os garis de Salvador já estão na labuta do dia a dia. O seu papel? Recolher toda a sujeira jogada nas ruas pelos cidadãos soteropolitanos.
Não é uma tarefa fácil. Na verdade, pode-se dizer que é uma das piores profissões que existem, porém, necessária para se viver numa cidade limpa. Mas cuidado! Quando digo pior profissão não estou querendo discriminar ninguém, e sim deixar claro que existem outras profissões que não necessitam tanto esforço físico, além das doenças a que se expõem diariamente.
Com a cabeça baixa o gari varre o chão em frente a um ponto de ônibus lotado, na Avenida Luís Viana Filho (Paralela). Em seguida segue em direção a outro ponto. Continua o seu trabalho.
Lucas Lira de Almeida Cândido Oliveira
Vinicius Lima Santos, "Os vendedores das lojas do shopping center lapa", 2ª Semana.2:
ResponderExcluirContinuando ainda minha análise, nessa segunda semana notei que passado mais alguns dias após o término do carnaval, os vendedores já tinham olhares mais de cansados e/ou até mesmo saturados. Mas eles tinham que estar sempre prontos para recepcionar cada cliente que chegasse na loja com disposição, educação e sorriso no rosto.
Essa semana foi muito corrida, pois todo o shopping está participando da Liquida Salvador(que é a maior campanha do varejo na cidade) e então o número de clientes cresceu consideravelmente, fazendo com que o "pique" e o "gás" dos vendedores aumentassem juntos.
Observei ainda que as fardas utilizadas por cada vendedor varia de loja para loja e que são totalmente diferentes umas das outras, tanto em padrão, cor, estilo, etc. Dando assim uma mais diversidade de cores e harmonia ao shopping center lapa.
Só consertando,professor: 3ª semana !
ExcluirIsrailton Garcia e Silva
ResponderExcluirMatrícula- 141001955
Diário de Campo - (Republica de Estudantes)
Logo cedo quando acordo me deparo todos os dias com uma correria o motivo da muvuca é o mesmo de sempre, devido as atividades diárias dos "19"estudantes que fazem a maior bagunça ao acordar. Mal acostumados sentem uma dificuldade enorme para fazer um simples cafezinho, enquanto isso as 11 mulheres que moram na casa são menos despreocupadas, mais organizadas e menos barulhentas. Percebi que ingressar na universidade marca o início de uma nova fase na vida de jovens estudantes. Com a mudança vem junto a necessidade de se virar sozinho em diversos aspectos. Principalmente para quem sai da casa dos pais para estudar, tem início uma rotina sem alguns benefícios, mas com algumas vantagens.
Raphael Minho
ResponderExcluirTexto 2
Após a semana do Palco do Rock, vem a semana da famosa ressaca. Durante essa semana, os mesmos ficaram boa parte do tempo em casa, até mesmo devido a exaustão causada pelo festival, entretanto, ao se aproximar do fim de semana, mais precisamente na sexta, eles resolveram marcar um encontro chamado "CG", na praça do Campo Grande, daí a origem da sigla. Nesse encontro, os destaques eram os violões, as bebidas e as camisas de bandas. Repetia-se ali as cenas vistas nos dias dos shows... Ao passar algumas horas, quando uma maioria já estava bêbada eles começaram a namorar, gays e héteros, naquele momento a primeira coisa que me veio a cabeça foi de que eles estavam a levar a sério a frase, "Sexo, Drogas e Rock'n Roll". Ao final do encontro, já pela madrugada, todos, sem nenhuma exceção, estavam jogados pelos cantos, bêbados, com um som transmitido por aparelhos de puro Rock e com semblante de satisfeitos.
Bruna Nunes
ResponderExcluirNessa segunda semana de observação, sobre a cultura negra no estado de Salvador ,resolvir falar sobre algo que eu aprecio e gosto muito a culinária da bahia.A culinária baiana contém fortes influências dos negros africanos que chegaram ao Brasil até o seculo XIX , com seus temperos fortes e picantes que tem como base igredientes típicos da região da Bahia, como o azeite de dendê, a pimenta e o leite de coco, que faz seus pratos serem cheios de cores e sabores exóticos como o acarajé o quitute que eu adoro,ele ja virou tradição na bahia que tem como base uma massa que é feita basicamente de feijão-fradinho que é frito no azeite de dendê tendo no seus igrendientes sal e cebola a gosto e o leite de coco.O recheio é bastante diversificado e pode ser servido com camarão,saladas,caruru ou vatapá essa iguaria é a marca do Estado da bahia ,como alguns pratos moqueca ,abará,bobó entre outros que aguçam a curiosidade dos turistas proporcionando gosto saborosos aos seus paladares.
Luana dos Santos dos Anjos-141001126
ResponderExcluirDiário de Campo - Funcionários que Frequentam o Refeitório do Call center
Sexta-feira,14 de março
Neste final de tarde passei no refeitório para tomar um café rápido e fiquei ao lado do bebedouro por tempo para acompanhar a movimentação e o entra e sai de funcionários a toda hora,neste curto espaço de tempo pude observar como ocorria a relação de cooperação de uma equipe de operadores para obter bons resultados e o quanto foi válido para eles ter o reconhecimento do seu trabalho,pelo seu supervisor.
Pastel,empada,quibe,coxinha,pão de queijo,torta,beijinho e brigadeiro fizeram parte do pequeno lanche...pequeno!?ou melhor chamado por eles mesmos de ''lanchão'',uma reunião em que todos participaram pelo mérito de alcançarem suas metas e principalmente comemorar a sexta-feira e a alta produtividade da semana.Todos parecem estar bem animados,o refeitório estava com as paredes cheia de recados de agradecimentos e de cumplicidade feito pela surpervisora o momento de descontração favorece a proximidade com os colegas,enquanto muitos comem um salgado,um brigadeiro,riem,conversam uma das operadoras resolve pedir a atenção do grupo e faz um discurso sobre o quanto é importante trabalhar em parceria,ter união e saber plantar a cumplicidade a cada dia.
Rafaela Landim de Moura Santos
ResponderExcluirMatrícula: 1406446955
Jornalismo- 1º semestre
Professor: Romulo Magalhaes
Diário de Campo- Aumento do consumo de drogas por jovens em Shows de Rock e região do Rio Vermelho
Decepcionada. A palavra que me define nesse exato momento é essa. Na última sexta feita (14) resolvi ir com um amigo para o Rio Vermelho já que teria o show da banda baiana Vivendo do Ócio e pelo som ser muito bom resolvi aproveitar o preço acessível e uma ótima oportunidade para curtir com os amigos o que é difícil encontrar em salvador: uma boa banda de rock em um bom ambiente. Fomos e quando chegamos lá depois de estacionar o carro, encontramos o pessoal na famosa Dinha do acarajé e seguimos nosso rumo até o Irish Pub (Casa de show), encontramos o pessoal na porta e esperamos o show começar, a casa está reformada e muito melhor do que antes, entretanto quando começou o show, o Irish que só teria espaço para 100 pessoas, abrigou 300. Muito calor já que lá só tem um ar condicionado, muito bate cabeça agressivo e muita gente bêbada realmente me deixou assustada. O famoso "esquenta" que ocorre antes do show, onde os jovens encontram alguém que venda alguma bebida em algum isopor na rua por um preço mais barato e bebem muito mais, além do uso de drogas como a maconha, o cigarro a cocaína e o ecstasy .nesses ambientes principalmente atrás do ''campão'' que tem no Rio vermelho, levou a comportamentos realmente impressionantes. Durante o bate cabeça que é normal em shows de rock, três meninos que pareciam ter problema com um vão e soca-o , pontapés e murros na cabeça e costela foram só o começo, o menino sai da roda meio tonto, se encosta na parede e senta por não estar passando bem, com uma feição de dor. O que era pra ser um show de curtição vira um ambiente para agressividade e para resolver assuntos que não são do momento. Fico triste por esse tipo de comportamento e fico mais triste ainda por Salvador não ter casas de shows melhores para quem curte outro tipo de som além do ''famoso'' axé e do pagode. Decepcionada pelas bandas baianas que não são valorizadas, e principalmente os meninos do Vivendo do ócio que são tão atenciosos com os fãs não serem reconhecidos nem na comemoração dos seus 5 anos de sucesso, onde são mais valorizados em outra cidade que a cidade natal deles.
Nome: Mariléria Xavier
ResponderExcluirCurso/Semestre: Jornalismo 1
Professor: Rômulo Magalhães
Diário de campo: Observando o comportamento das mulheres no salão 2
No dia 13 de março, estive no salão como de costume para cuidar da minha madeixa . Quando surgiu um burburinho das funcionárias conversando sobre a morte de uma cliente, mas elas estavam bastante triste com a noticia,não foi divulgado o motivo da morte, mas surgiu boatos de que o câncer que a moça tivera no seio passou para cérebro.
Todos estavam bem tristes ,mas não se deixaram abater,pois é bem melhor deixa-lá partir do que ficar no mundo sofrendo. Foi tudo uma surpresa ,pois ela já estava respondendo bem ao tratamento do câncer ,estava feliz porque estava com sua família e agora será apenas lembranças e saudades para aqueles que a amava.
Não pude deixa de ficar um pouco triste.Com essa situação ,pois pude observar que o clima era de luto naquele lugar onde só não existe a alegria mas também a tristeza.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirAyrton Williams - segunda postagem
ResponderExcluirDiário de campo: De Playboy para Dona de casa
Cale a boca Gordo! Este foi o que falamos o dia inteiro para o pobre bêbado.
Na noite passada saímos todos para confraternizar com amigos de nossa cidade e de cidades próximas. O gordo encheu a cara, só pra variar.
Um dos Bombados ficou em casa com o Louco, reclamou de cansaço e não nos acompanhou. O Louco foi ligeiramente adulado para que fosse conosco, pois é um violeiro de primeira e precisávamos de alguém para nos animar. Eu, como observador, acabei indo junto ao bando.
Paramos num ambiente de bares e churrascarias com música ao vivo. De doze em doze, o Gordo perdeu a conta! Ficou tão bêbado que subiu no palco, cantou e dançou arrocha! (Detalhe: O Gordo em sua sanidade mental, nem se quer ouve arrocha!) foi o motivo de gozação pela manhã. Incrivelmente rápido seus vídeos foram compartilhados no Whatsapp.
Um dos amigos veio nos trazer até um local próximo a nossa casa. Não satisfeitos com o nível de álcool em seus sangues, O Bombado e o gordo tiveram a péssima idéia de ir para um posto de gasolina que é aberto 24 horas. Chegando lá, compraram mais um litro de cachaça e uma coca-cola para misturar. Copo vai copo vem, entra no local um vendedor ambulante que se dizia ser escritor, para a minha agonia, começaram a conversar asneiras, um queria ser mais rico que o outro. Meu pai é fazendeiro no interior! O meu é dono de uma empresa de engenharia!- Diziam!
Por não agüentar mais tanta bobagem, atravessei a pista e me sentei debaixo de uma árvore a observar o céu (amo contemplar as estrelas). Saindo do meu “melhor lugar no mundo” voltei e fui atrás dos bêbados. Lá os encontrei com novos amigos que tinham feito, conversando mais besteira do que com o suposto escritor.
Em poucos minutos, os convenci a irmos para casa, pois já eram 04:45 e Salvador não é uma cidade exemplo de paz.
Nome: Karine Kelly C. Silva
ResponderExcluirDiário de campo- Acadêmia de musculação
No dia 14 de março saí da minha casa para mais um dia de malhação em uma academia um pouco distante do local onde moro. Esperava encontrar o ambiente cheio, como costumar estar, mas para minha surpresa tinham poucas pessoas.
Ao chegar me deparei com um grupo de meninos que estavam revezando um mesmo aparelho, como malho nessa academia a algum tempo percebi que o mesmos eram novatos e por isso foquei a minha observação neles. Eram três meninos magros visivelmente, percebi que estavam perdido nas suas sessões de treino e percebi também que pegavam pouco peso, também pelo fato de estarem no começo. Apesar de me passarem estarem perdidos, senti em alguns momentos enquanto eu malhava ao lado deles, que estavam focados em seu treino. Observei também que estavam dispostos a pegarem pesado ali. E pra concretizar a minha visão, no dia seguinte (15) ali estavam os mesmos meninos, malhando concentrados e ajudando uns aos outros a alcançar suas metas.
Tamille Santos do Canto.
ResponderExcluirMatrícula: 141005080
Professor: Rômulo Filho
"Crenças e manifestações artísticas da minha cidade"
Parte II
No outro dia minha mãe e eu fomos à casa da minha madrinha, chegando lá descemos do carro e vimos uma vizinha de minha madrinha brigando com filho, porque ele comeu manga e logo em seguida bebeu leite... Ela discutia, esbravejava e repetia: “ Você quer morrer menino? Num sabe que manga com leite faz mal peste, quantas vezes já te disse isso?”. E o menino só fazia chorar com medo do mal que poderia acontecer com ele, por ele ter feito essa mistura. Fiquei observando aquela cena e achei estranha e muito engraçado a forma com que ela esbravejava e agia como se o menino estivesse correndo um grande perigo, me intrometi na situação e perguntei : “Gente pelo amor de Deus não faz mal misturar manga com leite, vocês estão fazendo tempestade em copo d'água, não faz mal nenhum.” E ela repetia: “Faz mal sim, já dizia os meus avós, que conheceram um homem que morreu após chupar manga e beber leite, depois disso, na nossa família ninguém nunca fez essa mistura com medo de morrer, mas esse menino é teimoso porque eu já tinha avisado pra ele, mas ele não acreditou, agora ele merece tomar uma surra pra aprender a nunca mais desobedecer.”
Intrigada sem entender o que tinha acontecido, perguntei novamente o porque daquela confusão a minha mãe, e ela respondeu que isso era uma crença dos mais velhos e que eles passavam de geração em geração, sendo que seus filhos e netos tinham que seguir a risca todas as crenças da família. Fui surpreendida mais uma vez , achei tudo muito engaçado e saí rindo com minha mãe. Chegando na varanda da casa de minha madrinha, tirei a sandália e coloquei no canto da varanda, meus primos brincando tiraram a sandália de um lugar e colocaram em outro, só que dessa vez colocaram as sandálias emborcadas (ou seja, ao contrário), minha madrinha quando viu as sandálias daquela forma pirou, e foi me chamar rapidamente para consertar as sandálias, eu sem entender o motivo daquela agonia toda, perguntei: “Oxi minha madrinha o que é que tem isso?”. Ela respondeu: “Minha filha agente não pode deixar sandália emborcada, porque se não nossos pais morrem”. Aí eu falei: “What?Como assim minha madrinha? Eu não tô acreditando nisso”. Aí ela: “Mas é verdade seu bisavós sempre diziam isso, agente sempre acreditou e nunca deixou sandália emborcada”.
Cara eu não fazia ideia de nada disso, e também não imaginava que pra eles era tão importante que isso fosse seguido... Desemborquei as sandálias e falei: “É minha mãe, eu tô descobrindo é coisa aqui nesse interior viu...”
Ana Luisa Matos dos Santos - 17/03
ResponderExcluirDiário de Campo - A essência da infância.
Essa semana que observei as crianças do condomínio, reparei que elas estavam diferentes. Mais quietas e concentradas, em uma rodinha elas riam e retornavam o olhar para um objeto que portavam nas mãos.
Com o novo mundo - o mundo da tecnologia - as novidades correm rapidamente entre os grupos e inclusive entre as crianças. Lá no condomínio dos cinco que estavam, três se encontravam com um aparelho smartphone, que ao decorrer das fases dos jogos eles revezavam entre si. Mas o que mais me surpreendeu foi quando um dos meninos, que tem apenas 10 anos de idade, mandou uma mensagem pelo aplicativo "Whatsapp" chamando os outros amigos para continuar a brincadeira. Aos poucos me aproximei deste menino e perguntei como ele conheceu e se ele sabia mexer no aplicativo, a resposta foi simples: "Meus amigos que me mostraram, claro que sei mexer, é fácil, tenho até um grupo chamado "fofocas e conversas" criado pelas meninas da escola". Achei impressionante como em pouco tempo as brincadeiras de infância mudaram. Se antigamente a diversão era empinar pipa, gude ou brincar de boneca, hoje tudo mudou e o mais importante para eles é o pequeno aparelho tecnológico que transmite um entusiasmo maior.
Quinta feira 12/03
ResponderExcluirO motorista fez um sinal com a cabeça através do retrovisor, para que o cobrador viesse até a parte da frente do veículo para cobrar uma passageira grávida que havia acabado de entrar.Ele foi até à passageira com várias notas na mão e ela deu cinco reais a ele. Ele devolveu o troco e voltou para seu lugar.
A segunda observação do dia foi de um cobrador grisalho que se irritou ligeiramente com uma passageira que ia passar na catraca antes da liberação do cartão na maquininha. Ele a deteu com as mãos e fez uma cara feia.
A terceira e última observação foi em um ônibus lotado. Mas lotado mesmo. Alguns passageiros, inclusive eu, ficamos na parte da catraca, na porta do fundo. Nesse caso pude perceber que o cobrador que o cobrador segurava três bolsas femininas. Diferentes umas das outras e bem coloridas. Ele é jovem, usava óculos escuros e a medida que as passageiras iam descendo iam pedindo suas respectivas bolsas. Logo atrás de mim, havia uma jovem com cabelo bem curto, estilo "joãozinho". Eram cacheados. Eles se conheciam, se cumprimentaram e o cobrador disse que não havia reconhecido ela que ela tava diferente com aquele cabelo. Ela por sua vez falou que havia mudado de visual, pois cortara o cabelo para voltar aos cachos naturais. Fui para a frente do ônibus, já que ia saltar no meu ponto. O motorista falava ao celular sobre o horário em que ia largar o trabalho. Desci, agradeci e ele, distraído com a conversa, não respondeu.
Ariadne Joana De Oliveira Salvador
ResponderExcluirMatrícula: 141003433
A segunda semana foi um pouco agitada, recebemos visita da mãe e do sobrinho de uma das meninas e embora eu não estivesse em casa todos os dias posso dizer que foi uma loucura. Uma criança de dois anos super agitada e uma mãe sempre fazem diferença em uma casa. A nossa rotina mudou assim como as refeições. Passamos a comer comidas mais caseiras do que normalmente, comida de mãe. Diferente da semana anterior, nessa estávamos mais comunicativas e menos conectadas. Passamos horas e horas na sala comentando diversos assuntos inclusive sobre a grande premiação de filmes, Oscar, que é um assunto que todas nós gostamos muito de falar por envolver artistas e Hollywood. Na quinta, nossa rotina acadêmica voltou e todas nós estávamos em época de provas então a comunicação tornou-se cada vez menor pois quando estávamos em casa, cada uma ia para o seu quarto e se trancava para estudar.
Giovani Fraga
ResponderExcluirMatricula : 141004978
Diário de campo : Comportamento da torcida do Vitória nas ruas, estádios ou em redes sócias. ( Parte 2 )
Continuando com o diário de campo, após a eliminação na copa do nordeste de forma humilhante pro Ceara o Vitória voltou a campo na quinta-feira 6 de março de 2014, estadio de pituaçu, agora um jogo do campeonato baiano contra a equipe do Serrano. O clima na torcida era de total desconfiança com o time, desde o começo do jogo a torcida já pegava no pé dos jogadores e treinador. Com o decorrer da partida o Vitória continuava demonstrando um futebol não muito convincente e assim a torcida continuava a criticar os jogadores. No meio do jogo o Vitória já tinha construído um placar de 2x0 mas eu ainda observei muitos torcedores insatisfeitos com o futebol demonstrado, consegui observar um grupo de torcedores que não parava de criticar um determinado jogador, demonstrando insatisfação com o futebol demonstrado por ele. Com o jogo perto do apito final o Vitória estava aplicando o placar de 3x0 mas com um futebol pouco vistoso, uma menor parte da torcida criticava alguns jogadores, ficou evidente que a eliminação na semana anterior não tinha saído da cabeça dos torcedores.
Sabrina Soares, 17/03/14
ResponderExcluirFrequentadores de festas
Voltando a falar sobre essas pessoas, os baladeiros de Salvador, vou dar ênfase aos ultimos dois finais de semanas, os quais eu estive em 2 coquiteis e uma festa, e pude observar o comportamento deles pós carnaval.
O pessoal não cansa, nos 3 ambientes que eu pude estar, continuavam tendo grande participação do público, tanto de Salvador, como de fora.
Por serem lugares mais refinados, as pessoas estão sempre dispostas a gastarem, e não é pouco.
Como sempre vi vários grupos de amigos, que fazem questão de exporem combos e mais combos de bebidas nas mesas, mulheres muito arrumadas desfilavam nos 3 ambientes, sempre querendo chamar a atenção por onde passavam.
Pelo fato de os 3 locais estarem proporcionando eventos de amigos meus, a todo momento cruzava com pessoas conhecidas, e amigos, os quais faziam questão de render o assunto Carnaval. Todos ainda estavam com a folia na pele, e na memória, e faziam a resenha de tudo o que se passou.
Bebidas, danças, músicas, amizades, paqueras, e resenhas carnavalescas: as noites de festas se resumiram a isso para os baladeiros de plantão, que não deixaram passar batidas nenhumas dessas festas.
Vinicius Espinola 18/03/14
ResponderExcluirO krav Magá:
Olá a todos é um prazer está escrevendo esse diário de campo dando enfase a uma defesa pessoal a qual frequento e estou muito feliz chamado o Krav Magá.O Krav Magá foi criado fruto da necessidade de um homem ter ferramentas para se defender,criado por um homem chamado Imi Lichtenfeld na década de 40 em Israel.Pelo minha experiência que presencio dos instrutores do Krav Magá,eles passam segurança e aprendizado com pratica continua para qualquer cidadão está apto para ficar tranquilo numa situação de risco que de fato não é privilegio de ninguém no mundo que vivemos.As técnicas eficazes aniquilam de fato qualquer agressor em qualquer situação,atingindo pontos sensíveis do corpo humano,como:
Olhos,genitália,garganta,nariz,joelho.Na continuação darei mais enfase de como são as aulas,o padrão que é parecido em todas as academias que estão legalizadas e autorizadas a dar aula pela Federação Sul Americana De Krav Magá,chefe Mestre Kobi
O dia a dia dos garis em Salvador - Parte II
ResponderExcluirO seu sapato é preto. A sua calça e blusa são laranja. Além disso, usa um boné azul. Imagina só o calor que não faz debaixo de um sol escaldante de 30 ºC.
O gari já se acostumou com a sua rotina diária. Ele faz o mesmo trajeto todos os dias, que são divididos entre eles por bairros e ruas para fazer a limpeza.
Uma coisa em comum entre eles é essa mania de estar na maioria das vezes cabisbaixo. Talvez sinta-se inferior ao resto da sociedade; talvez não tenha ideia do quão importantes são para a sociedade.
Outro gari, logo perto, na mesma rua, vai levando um carrinho de mão. Além de varrer, é necessário colocar o lixo na caçamba.
Ele coloca sacolas, areia, vidros, latas, papéis... todos juntos. Talvez, posteriormente, pode ser que haja uma separação do lixo.
O seu papel é essencial e, digamos, que o mais importante entre os que atuam nessa área, porque, além de ser trabalhoso, são responsáveis por deixar a cidade limpa e agradável para a população.
Lucas Lira de Almeida Cândido Oliveira
Deborah Natalie Rocha Fernandez
ResponderExcluirObjeto em estudo: Pessoas que frequentam academia de musculação
Após um dia exaustivo, por muito pouco eu não ia para a academia hoje, mas só foi me olhar no espelho que a vontade veio a tona(risos)!
Por ser um pouco tarde(por volta das 21:30), a academia já estava esvaziando, a recepcionista sorridente já havia ido embora, e a dona da academia assumiu o posto dela. A música que está sempre alta e agitada foi substituída pelo silêncio e ruído de conversas. A música tem que ser reduzida ou desligada cedo, pois tem residências próximo a academia e por isso tem que respeitar a lei do silêncio. Havia comentado que a academia estava passando por reformas e por isso as condições de acessibilidade estavam terríveis. Hoje quando adentrei no salão tomei um mega susto, o térreo onde ficavam alguns aparelhos de musculação foi substituído por muitos espelhos, barra de apoio(aquelas que tem em estúdio de ballet), bolas de pilates, cordas, jumps, steps, colchonetes e diversos materiais de treino funcional. O tatame, que sempre vivia fedendo(pois os rapazes do jiu-jitsu nunca lavavam aquilo ou botavam para tomar um sol), foi substituído por tatames novos, fazendo as mulheres da academia se sentirem felizes (mesmo que seja por um curto período de tempo). Ao subir as escadas sentido ao primeiro piso, tive mais outro susto, a decoração mudou e o espaço ampliou (na verdade toda a academia ganhou mais espaço e ficou mais arejada), todos os aparelhos de musculação estavam no primeiro piso e os objetos utilizados para aeróbico tinham sido trocados. Como estava muito cansada, apenas fiz meus trinta minutos de esteira e alongamento. Só havia eu, uma mulher e mais dois homens na academia, os instrutores já estavam organizando tudo para irem embora e com uma cara tipo de quem ta perguntando: Vocês não tem nada melhor para fazer neste horário não?
Ao terminar minha caminhada, bebi uma água e me despedi dos instrutores, que já estavam no piso debaixo só a espera da gente sair, para eles poderem ir embora também. Como toda alegria de pobre dura pouco, ao passar na catraca sentido a saída a dona da academia me chamou e me deu um recado motivante: Deborah, por causa das reformas a partir de abril a mensalidade irá aumentar.
Eu só tive forças para sorrir e dá um boa noite a ela(quem já não esperava por isso, não é?).
Alana de Oliveira Almeida
ResponderExcluirMatrícula: 141002037
O dia a dia na academia:
Faz 6 meses que resolvi malhar, fiz minha matrícula em uma academia perto da minha casa e por ser um ambiente que frequento quase todos os dias, exceto aos domingos, achei coerente em fazer o meu diário de campo sobre o dia a dia das pessoas de lá e compartilhar as minhas observações.
Começando pelo básico, posso afirmar que a academia é um local bastante diversificado. Lá encontra-se pessoas, estilos, classes, manias, gostos e além disso, objetivos diferentes!
Dentro do próprio grupo da academia existem outros grupos divididos chamados porpulamente de "subgrupos" ! Esses subgrupos são ao meu ver divididos dessa maneira: os que malham por lazer, os que malham por questão de saúde e os físicos turístico, que usam seus exagerados músculos como instrumento de profissão.
Normalmente frequento a academia de noite, nesse turno a academia fica mais agitada e contamos com a presença de três instrutores e um ambiente musicalizado.
Em algumas palavras conseguir expressar minhas pequenas observações sobre o tema retratado. Esperem o próximo post ! Obrigada.
João Paulo
ResponderExcluirMatricula : 141003959
As relações de poder no carnaval. Parte II
Em mais um dia de observações pude notar a falta de respeito de alguns para com sua cidade. ou até mesmo pessoas de fora que não respeitam o local que ali estão. jogam lixo no chão, fazem xixi na rua, sem qualquer pudor ou conceito de higiene. correndo risco de obter uma doença ou infecção. posterior ao carnaval pude observar uma matéria na TV Bahia que falava sobre a quantidade de lixo retirado do mar no farol da barra após o carnaval. foi mais que o dobro do ano passado e mais que o triplo do ano retrasado. o que mostra a falta de respeito da população para com o meio ambiente. dentre os materiais retirados estavam muitas latinhas de cerveja, restos de comida, garrafas pet e ate abadás de blocos. isso tudo afeta o ecossistema ali presente pois os peixes e animais aquáticos vão pensar que aqueles materiais são alimento. o que falta a população é consciência, o governo inclusive investiu em propagandas do tipo que falavam sobre não fazer xixi nas ruas, ou não jogar lixo no chão. o que prova que na realidade o povo não tem interesse na melhora. e não liga para a consequência dos seus atos. mesmo que pra isso outros tenham de se prejudicar, peixes e tartarugas tenham de morrer, apenas pelo simples fato da diversão ser mais importante que a consciência social.
Alana de Oliveira Almeida
ResponderExcluirMatrícula: 141002037
O dia a dia na academia:
Dando continuidade ao meu diário de campo, outra observação que fiz é que meses antes do verão começar a academia estava muito, mas muito, lotada. Pós festival, carnaval, ensaios de verão, no período de novembro para fevereiro, dividir aparelho com duas pessoas era tão comum que hoje chega a ser estranho não reversar exercício com ninguém.
Mas o que aconteceu? Perguntei então ao instrutor só por descargo de consciência e ele só fez confirmar as minhas expectativas, a academia andava tão cheia por conta do verão, são chamados assim, público de veraneio. Aqueles que só frequentavam pra ficar em forma no período de expor seus corpinhos.
Hoje, eu entro na academia e sinto até o efeito que o ar condicionado deveria fazer sempre, porém com tanta gente em um lugar só era complicado estabilizar a temperatura com tanto calor corporal. Então, como dito no outro post, existem objetivos diferentes circulando ali, as pessoas que ainda treinam atualmente, seja lá por qual motivo, com certeza é percebível a alegria delas diante um ambiente relaxado, onde podemos malhar sem ter a preocupação de revesar aparelhos.
Porém, não me animo muito apesar da respirada, o São João esta chegando e o instrutor falou que a academia irá encher de novo. Será? Eu espero que nem tanto, mas se for o caso, registrarei aqui a volta desse público que só malha em períodos antes das festas.
Novas semanas, novas observação, passei a acompanha mais de perto as minhas senhoras, pois, de tanto observa fui nota, e uma das senhoras me perguntou se eu não queria uma cadeira para sentar no meio delas, as mesmas são muito observadoras.
ResponderExcluirEu não aceite a cadeira mais fiquei em pé e pude, ver vários relatos, as vezes dava opinião, pois isso é mais uma característica do grupo.
Uma das senhoras tem uma casa em Arembepe e alguns finais de semana, o grupo viajam para lá, elas fazem um tipo de partilha de mantimentos para a preparação tanto do almoço, quanto das bebidas, eu vir o quanto as senhoras são unidas.
Outro fato que chamou a atenção, são os desavença com outro grupo de mulheres, que frequenta um igreja evangélica, que tem ao lado de onde elas se reúnem, mostrando a antipatia com outros grupos que não tem a suas características.
As reuniões são diárias e sempre a tarde.
Denivaldo Ribeiro Veloso ( 141005458 )
Vinicius Espinola
ResponderExcluirKrav Magá:
Na continuação da defesa pessoal mais famosa do mundo,é claro que hoje é fato que estamos desprotegidos num mundo perigoso em que vivemos,notável que é de obrigação do governo fornecer e oferecer segurança de qualidade para os cidadãos,todavia se cada um fizer sua parte,com certeza iria ter uma melhoria altamente estrondosa.Alem das aulas praticas com matérias que acontecem no dia a dia como solturas de mãos,saídas de agarramento,estrangulamento,mata leão,faca e entre outros,a a parte física onde o instrutor totalmente profissional com diversos cursos como anatomia,primeiros socorros,marketing,ele tem o dom de ensinar a como ter uma condição física no minimo simbólica para ter capacidade de correr numa situação onde teremos que correr,bater quando estamos numa situação onde ah a necessidade de bater e entre outros.Existe em salvador diversas academias, e a conduta dos instrutores é parecida com uma conduta militar,no próximo artigo estarei postulando mais sobre a conduta dos instrutores que é um padrão semelhante
Willyam Santos Do Nascimento
ResponderExcluirMatrícula: 141002031
Jornalismo- 1º semestre
Professor: Romulo Magalhaes
Diário de Campo: Um Olhar para minha sala de trabalho!
Demorei um pouco, mas enfim comecei uma análise da minha sala há de número 04, onde trabalho nos dias quarta, quinta e sexta-feira.
12/03/2014 - 12h15min – Cheguei quinze minutos atrasado devido engarrafamento, e após me logar, deparo-me com a cara nada satisfeita de minha supervisora C. e logo tive que explicar-lhe o motivo do meu atraso. Esta sala onde trabalho possui 40 atendentes mais 2 supervisores, e pelo número de gente pode-se esperar muita conversa e barulho. Meus colegas de trabalho boa parte deles são excêntricos, principalmente aqueles que têm a jornada de trabalho de 12h00minh até 18h00min horas. Falo especificando, pois na sala a atendentes de demasiadas cargas horárias e diferentes horários pelo turno da tarde. Entre uma ligação e outra fui fazendo minha análise, alguns que estão no momento sem ligação conversam alto e muitas vezes são chamados atenção, já outros preferem ficar na sua, mas estes são na maioria os “novatos” os que foram contratados recentemente, pelo olhar, modo como se senta e se porta percebo logo receio e são muito silenciosos. Essa quarta-feira de trabalho teve fila, um fluxo alto de ligação então não pude prestar atenção em bastante coisa, mas outros dias virão.
13/03/2014 – 13h00minh – Cheguei 1 hora atrasado, e logo fui me explicar à supervisora A, que estava no lugar enquanto a supervisora C. estava em horário de almoço. No convívio com pessoas no geral sempre tem aquela que lhe tira do sério, mas nesse caso tira boa parte da sala do sério. Ela, atendente L. tem um dom para isso e neste dia seu comportamento infantil foi potencializado, e não me pergunte o porquê, pois não sei. O fato é que temos dúvidas sobre determinados serviços e sim tiramos dúvidas, com o colega do lado e com o BackOffice designado para supervisão para da o auxílio necessário. Mas L. além de fazer perguntas que ela mesma sabe suas respostas, atrapalhava a concentração dos outros por está cantando, e isso no período que a sala estava sem supervisão, e muitos colegas estavam estressados com tais atitudes. Logo quando a superviso adentrou a sala e a situação foi passada. Fora esse fato, não houve nada que chamasse atenção além das ligações com serviços alguns mais complicados e outros nem tanto.
14/03/2014 – 12h00minh – Neste dia, o fluxo de ligação estava muito grande desde quando entrei no sistema, e só pude fazer uma análise apenas a partir das 17h00minh pois não possuía tal fluxo. Após minha última ligação, algumas colegas estavam conversando sobre um determinado caso de uma colega do turno matutino que recebeu segundo elas “uma bolada” após ter colocado a empresa na justiça. Percebi algo interessante nessa conversa, um senso crítico e até da parte da colega E. construtivo em relação ao assunto. Mesmo que no meio houvesse piadas, descontração e até mesmo perturbação houve esse lado crítico e também o olhar de se colocar no outro e dizendo algumas colegas que agiriam da mesma forma pelos seus direitos.
Tamille Santos do Canto, 06/03/2014.
ResponderExcluirMatrícula: 141005080
Professor: Romulo Filho
"Crenças e manifestações artísticas da minha cidade"
PARTE III
Depois de muitas descobertas com a ida à casa de minha madrinha, voltei para casa. O sol já estava quase pondo, quando sentei no jardim em frente a minha casa e fiquei observando esse fenômeno maravilhoso que é o por do sol, 1 hora depois a noite já tinha caído e o céu já estava tomado por estrelas lindas e brilhantes, coisas que na cidade é muito raro de se ver (um por do sol e um céu estrelado).
Nesse dia na cidade estava tento uma festa, com várias apresentações e manifestações artísticas, além de muitas bandas, meu irmão e eu decidimos ir a essa festa com um grupo de amigos nosso... Chegando lá na praça principal da cidade, me deparei com uma imensidão de jovens e adultos vibrando com a apresentação do grupo de dança “Pankadão Baiano” (um grupo de jovens, que encontraram na dança a oportunidade de mostrar o seu talento para o mundo), é incrível o sucesso que eles fazem aqui, é realmente fenomenal. Modéstia parte minha cidade é cheia de talentos, não só na dança, mas em várias outras áreas, como se diz atualmente, eles aqui são “Estourados” e já estão levando essa arte que eles produzem para a Bahia toda. O mais impressionante é que eles são a inspiração dos jovens daqui da cidade, a galera fica fascinada com coreografias.
A arte deles tem o poder conquistar a todos por passam. Sempre arrasando nos figurinos, que estão sempre impecáveis, quando eles entram no palco o público vai ao delírio, todos estão curiosos para saber qual a novidade que eles estão trazendo dessa vez. E como sempre o "Pankadão Baiano" surpreende a todos, dando um verdadeiro show de dança!
O dia a dia dos garis em Salvador - Parte III
ResponderExcluirEis mais um dia de observação. Um dia diferente dos outros que descrevi, com uma observação de outro ponto da cidade.
Nesse final de semana reparei no comportamento dos funcionário que fazem a limpeza do Shopping Salvador. Eu sei que essas pessoas não são garis, mas, por trabalharem na área de limpeza, achei válido falar também sobre eles.
O seu ambiente de trabalho é totalmente diferente dos garis que retratei anteriormente. Ao invés do sol escaldante, dar-se lugar ao clima gostoso e agradável do ar condicionado. Em vez do asfalto, terra e calçamento, os faxineiros, como irei chamá-los aqui, tem um piso, que comparado ao chão da rua é bem mais confortável.
Há faxineiros e faxineiras fazendo o trabalho no shopping, diferentemente das ruas, onde não encontrei nenhuma mulher fazendo o trabalho de limpeza.
No Shopping Salvador cada um tem seu papel. Observa-se que alguns limpam o chão, outros varrem e outros recolhem as sobras de comida deixadas nas mesas pelos clientes na praça de alimentação. Além disso há os que esvaziam as lixeiras que enchem rapidamente, consequência da grande quantidade de pessoas que se encontram no local.
É um trabalho bastante cansativo, percebido pelo vai e vem dos funcionários.
Aluno: Lucas Lira de Almeida Cândido Oliveira
Vinicius Lima Santos, "Os vendedores das lojas do shopping center lapa", 3ª semana:
ResponderExcluirNessa terceira semana de observação, tive um olhar especial para os vendedores que exercem seu trabalho não nas lojas propriamente ditas, mas sim, nos quiosques que também estão situados dentro desse centro comercial chamado de Center Lapa.
O shopping lapa(como é muito mais chamado pelas pessoas) é constituído por vinte e quatro quiosques, e esses, contam com um número em torno de 70 vendedores. Esses vendedores trabalham em turnos. Um pela manhã, outro pela tarde, e quando se tem outro, este, em sua grande maioria ocupa um horário intermediário, a fim de ocupar parte dos dos outros horários e não deixar o outro colega de trabalho sozinho.
Os vendedores que tem os quiosques como locais de venda ficam geralmente sentados, fardados e utilizam o computador como ferramenta principal para execução de seus trabalhos.
Essas pessoas que trabalham em quiosques são em sua grande maioria do gênero feminino,são simpáticos e sempre bem atenciosos, para com os clientes que chegam até eles.
4ª SEMANA
ExcluirNo último fim de semana, devido a organização da competição, o Esporte Clube Bahia jogou fora da cidade do Salvador. Mais precisamente no estádio Lomanto Júnior, em Vitória da Conquista. Por esse fator, tive que procurar algum barzinho que transmitisse o jogo, e também fosse um reduto tricolor. Após alguns minutos de intensa procura, lembrei de um local ideal para dar seguimento ao projeto. Chegando ao ambiente logo me deparo de cara com o placar de 1 x 0 para o Vitória da Conquista, e consequentemente o clima não era nada amistoso. Entre um copo e outro de cerveja pude notar que todos aqueles torcedores estavam cada vez mais irritados pelo resultado, e também pela demora de atendimento dos garçons, que estavam sem muito espaço para circular. O jogo seguia, o placar mudou e ainda assim era perceptível todo nervosismo dos tricolores, que faziam criticas ao elenco e ao treinador, o que não era nenhuma novidade recentemente.Ao final do jogo, mesmo com o triunfo, grande maioria dos presentes no bar se mostravam descontentes com o que foi apresentado no interior do estado e inclusive houveram alguns bate-bocas. Nesse tempo em que estou analisando a torcida do Bahia, pude perceber que paciência não é um dos seus pontos fortes, e talvez isso talvez seja explicado pelos últimos anos de fracasso e humilhação no âmbito nacional.
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ResponderExcluirNome : Mariléria Cecília Xavier da Silva
Curso/semestre : Jornalismo 1
Professor : Rômulo Magalhães
Diário de campo : Observando o comportamento das mulheres no salão
Enfim 17 de março, o dia em que fui "buscar" meu presente de aniversario , e hoje quem cuidou do meu cabelo foi a própria dona do estabelecimento : Marlene, ótima profissional e ótima amiga que cuida do meu cabelo a 7 anos.
Ganhei uma escova com direito a hidratação e como de costume estávamos batendo um papinho bastante interessante quando chega o seu marido interrompendo a conversa nós perguntando se queríamos comprar doce de banana que uma senhora estava vendendo do lado de fora do salão.Aceitamos,ele comprou .
Enquanto isso , uma cliente que antes era que aquilo podemos chama de "piriguete" chegou contando sobre sua nova vida , está indo para igreja e abandonou suas antigas praticas e agora está orgulhosa com a sua nova vida.
Raphael Minho - Texto 3
ResponderExcluirDiferente das outras vezes, durante essa semana o foco principal do grupo que estou observando não eram as bebidas alcoólicas ou cigarros, na verdade, isso nem se quer foi usado. Dessa vez eles se reuniram sempre depois do pôr do sol, quando uns voltavam das aulas, outros do trabalho, em uma pista de skate para praticar o esporte ou praticar parkour. Levavam horas praticando esses esportes, muitas vezes até os dois no mesmo dia. Alguns não sabiam praticar nenhum ou um dos esportes, mas sempre marcavam presença, levavam um violão e no meio da conversa, sempre rolava uma música. Umas das coisas que mais me chamou a atenção era quando eles estavam saindo do local, por dois motivos. O primeiro é que eles após beberem refrigerantes e consumirem alguns salgados, todos eles catavam o seu lixo e procuraram uma lixeira para jogar fora, cenas raras hoje em dia. A segunda foi que, apesar da exaustão que os esportes tinham causado, eles saiam até as suas casas praticando os esportes, fosse ele andar de skate ou parkour.
Fabiola Sena da Silva
ResponderExcluirDiario de Campo: Parte 3
Época de carnaval na cidade de Santa Bárbara
Ao lado direito da Igreja encontro vários policiais em um bar, e isso me chama a atenção, volta e meia olhava nesta direção para saber o que estavam a fazer ali. Pois, passa um onibus da cidade, e este é parado para ser revistado, nada de anormal acontece e eles vão embora estranhamente. Parecia que estavam ali somente esperanndo este tal onibis passar.
Sinto fome, ando e encontro uma tenda onde uma jovem vendia acarajé. Para mim o fato de estar vendendo acarajé não me surpreende das vezes que fui para lá, já havia presenciado alguém vendendo esta iguaria.
Peço 4 acarajés, e pergunto o preço, ela me responde o valor de dois e cinquenta centavos para me surpreender. Não que seja mesquinha ou mão de vaca, mas o preço estava caro para quem iria comer algo não tão bom assim, o caruru e o vatapá não estavam no ponto certo, o camarão era frito, até mais que o ponto certo, além disso era de tamanho menor às que já havia comprado.
Para acompanhar nosso lanche já que estava com meus dois irmãos e meu pai, pedi para meu irmão caçula compra refrigerante. Ele foi e voltou e comemos nosso lanche.
Ficamos sentados esperando que algo de novo acontecesse, mas nada aconteceu, mas também podera, quietos e com atenção volttada ao celular, não tinha como acontecer nada.
Observando que enquanto estavamos ali, mais gente se reunia na praça, adolescentes que tinham estilo diferenciado dos outros também estavam ali, fato que não esperava encontrar.
Então já cansada, resolvi, ir para casa, jogamos fora os materiais descartaveis que uasamos e fomos para casa. Na ida aos poucos toda aquela agitação que se encontrara na praça foi deixada para trás.
João Vitor Figueiredo Santos
ResponderExcluirDiário de Campo - As crianças e suas brincadeiras
No decorrer dessa terceira semana de observação, durante a tarde do dia 15 de março de 2014 (sábado), as crianças que brincam em frente a minha casa estavam discutindo sobre qual seria a brincadeira do dia. O grupo estava muito indeciso, não chegava em um consenso, fato que motivou algumas desavenças.
Depois de muita contestação, resolveram andar de bicicleta. Mas, alguns não possuíam o veículo, tornando inútil a ideia da brincadeira. No entanto, as crianças que tinham o brinquedo resolveram "dar carona" para os colegas, continuando com a atividade proposta.
Após muitas pedaladas, um "passageiro" se aborreceu com o dono da bike na qual era transportado, porque o "motorista" não queria deixá-lo assumir o comando da brincadeira. Com isso, o "carona" resolveu parar de brincar, deixando um clima desagradável entre os outros participantes. Para contornar isso, a líder do grupo resolveu deixar o menino - que havia saído da brincadeira - pedalar sua bicicleta, tornando-se passageira, além de pedir ao condutor egoísta que levasse a sua viajante. Após o estresse, o clima de diversão voltou a fluir novamente.
Nome: Suilan Hagge Peixoto
ResponderExcluirCurso/Semestre: Jornalismo 8º
Professor: Romulo Magalhães
Diário de campo: A era Whatsapp
Mais uma semana se passa e as reações das pessoas não mudam em relação ao uso do Whatsapp. Eu não desgrudo e faço uso até em sala de aula. Falando nisso, na minha turma basicamente falando, basta ter uma aula chata e cansativa que o bate papo já começa. Ah... não vou muito longe não, basta algum professor passar uma vídeo ou slide "empolgante" que só em apagar as luzes da sala, as luzes dos visores dos celulares estão acesos a todo vapor.
Nas conversas no privado ainda dar para controlar mas... e em grupo? Nossa, o celular fica sinalizando o tempo todo!!! Você pode até não participar das conversas no momento mas, uma hora vai ter que ver e ler tudo que estar acontecendo. Ai são várias conversas!!! O difícil é ler desde o início e entender o rumo da conversa. Quem faz uso adora e eu sou uma dessas.
Elaine Lima Pereira
ResponderExcluirLeitores
Como gosto bastante de ler,resolvi observar o grupo de pessoas chamado LEITORES ASSÍDUOS aqueles “doidos” que sempre estão lá não importa se vão ou não comprar livros e sim por estar num espaço rodeado de livros uma grande maravilha.A partir desse mundo eles fazem amizades diferentes e se encontram em eventos que tem na livraria. Eu sempre que vou ao shopping tenho que entrar na saraiva para olhar as novidades,só em estar lá e pegar nos livros é uma satisfação. A partir daqui irei desenvolver meu diário de campo vou pegar depoimentos das minhas amigas e como elas se sentem por estar lá,analisarei 3 pessoas cada uma com perfil diferente.
Elaine Lima Pereira
ResponderExcluirLeitores parte 2
Começarei falando com uma menina chamada Thayane ela ama sagas,e sempre está em livrarias para ela estar num livraria é como uma fuga desse mundo comum. Lá ela pode viajar entre reinos,e sempre que está chateada gosta de ficar lá lendo,fiquei observando ela dentro da livraria ela sempre para na seção de livros estrangeiros,perguntei a ela porque ela não lê um livro nacional,ela me disse que os livros nacionais não possuem tanta fantasia quantos os estrangeiros,continue olhando e ela sentou-se num puff e começou a ler um livro chamado CONVERGENTE e não queria mais parar,ela me disse vai ter a adaptação para o cinema e estava toda feliz. Livros para ela são melhores companhias que muita gente,ela me disse que prefere passar um final de semana lendo do que ir para um festa.
Elaine Lima Pereira
ResponderExcluirLeitores parte 3
Resolvi agora observar uma amigo meu na livraria ele se chama Lui Matheus,17 anos ele me contou que sua primeira vez numa livraria ele só tinha 4 anos para ele foi legal,pois antes ele não costumava ver muitos livros.Mas ele disse que gostou pois era algo bem diferente na época,ao entrar ele vai geralmente nos setores alternados onde tem vários gêneros porque ele sempre acha um livro bom lá. Ele sempre acaba também dando uma passada no setor de música,pois ele acha que música e livros são uma ótima combinação. E ele também fala que devemos acabar com o paradigma de que livros são só para meninas,para ele livros são para qualquer idade e qualquer gênero.
Bruna Nunes
ResponderExcluirDiário de campo: Cultura negra em Salvador
Nessa terceira semana de observação resolvir falar um pouco sobre alguns projetos daqui de Salvador que tem como principal objetivo resgatar os excluídos, esquecidos ou desprivilegiados da sociedade onde na sua maioria é negros o objetivo dessas escolas como : Didá,Olodum,Projeto Axé e entre outros. São sem fins lucrativos que atuam promovendo gratuitamente atividades educativas com base na arte ,englobando as manifestações populares criadas pelos africanos e por seus descendentes.Eu tive a oportunidade de uma conhecer uma adolescente do projeto Didá e através das nossas conversas ela me mostrou que através do projeto que ela partica ela pode "encontrar a sua identidade" havia sido perdida através de muitos anos de sofrimento pelas ruas de Salvador.Eu pude perceber que todos os projetos que eu citei valorizam os valores próprios de sua cultura local e a importância da família, eu e a jovem conversamos por três dias seguido através de redes sociais e celular e na terça-feira dia 18/03 eu pude conhecê-la pessoalmente e acompanhar de perto o projeto que a mesma participa,a impotância social que esse projeto tem na vida dela e muitas crianças e adolescentes que participam.constatei o valor do Projeto, no qual é possível compreender o poder exercido pela arte, principalmente entre as pessoas em dificuldade,os educadores através de muita conversa e paciência conseguem recuperar jovens que não tem nenhuma expectativa de vida e os integram a vida na cidade ,ofereçem muito afeto algo que me chamou muita atenção que as crianças que participam a mais tempo do projeto estavam mais "abertas" ,carinhosas enquanto as recém saída das ruas não conseguiam demonstrar manifestações de carinho como abraço,beijo e os toques gentis ,através dos quais se constroem vinculos significativos
Karine Kelly C. Silva
ResponderExcluirDiário de campo: Campo de várzea parte 2
No final da tarde de 22 de março mas especificamente num sábado resolvi continuar minha observação no campo de várzea aqui no bairro.
Tinha acabado de chegar de uma viagem cansativa porém fui assistir o campeonato e ver meu namorado jogar, aproveitei pra observar todos os jogos e dá continuidade a minha etnografia. Chegando no campo encontrei-o com poucas pessoas, também pelo fato de eu ter chegado tempos depois do campeonato ter começado, percebi que não havia algo de tão interessante para relatar no meu diário de campo, tinha apenas alguns rapazes assistindo o jogo que estava acontecendo, havia um que gritava muito e fazia zoações com quem não estava jogando bem, alguns minutos depois da minha chegada ao campo chegou também um rapaz em um carro tomando água de coco que se juntou a quem estava assistindo e ali continuo até o fim do campeonato. Olhei ao meu redor para achar algo que me enchesse os olhos para relatar aqui e me deparei com um cão na porta de uma casa sentado de uma forma tão comportada que me deixou fascinada, talvez pelo fato de eu amar animais e amar mais ainda cães. Ele me aparentava ser da raça pitbull e como essa raça é considerada uma raça violenta fiquei fascinada em vê-lo ali solto, sentado e tão comportado observando o movimento da rua. Tirei totalmente os meus olhos e a minha concentração do campeonato e comecei admirar esse cachorro, não vou negar que fiquei com vontade de chegar perto, porém não tive coragem, mas foi uma situação que me deixou encantada.
Renata Garcia
ResponderExcluirDiário de Campo - Mãe Solteira
Texto I
Adriana, solteira, 43 anos, garçonete em um conceituado restaurante na cidade de Salvador, mãe de três lindas meninas, foi casada por três vezes. Teve duas filhas em seus dois primeiros casamentos, no terceiro o marido faleceu com problemas cardíacos sem deixar filhos. A mais nova das meninas é fruto de um relacionamento aberto com um velho amigo. Juliana com vinte e quatro anos, mora em Belo Horizonte - MG na companhia de seu marido, Andréa com dezoito anos mora com o atual namorado em Feira de Santana, e Melissa com apenas dez meses mora com a mãe.
Adriana, uma mulher guerreira, nunca teve muita eficácia em seus casamentos, criou boa parte da vida de suas meninas sozinha. Sempre lutou para dar-lhes o melhor. Depois de ambas criadas se vê aos quarenta e três anos recomeçando com a pequena Melissinha. O relacionamento com o pai da menina é um tanto conturbado, antes amicíssimos e hoje em brigas sem fim pelos cuidados da pequena. Para equilibrar, a família do pai de Melissa tem se aproximado e se mostrado a disposição. Mas são pessoas extremamente ocupadas e nem sempre podem ajudar nas necessidades, se bastam de recursos financeiros para com a menina.
Nesta primeira semana de análise Adriana está em situação difícil, a babá que acompanha Melissa há alguns meses está com problemas pessoais com seu marido devido a ciúmes, e faltou por dois dias, no primeiro dia (quarta feira) de última hora Adriana recorreu a avó paterna de Melissa, que ficou com a menina mas lhe avisou que nos dias seguintes não seria possível, pois está com uma viagem marcada. Então na quinta feira Adriana se muniu de horas extras que tinha na empresa e ficou com sua filha, mesmo sabendo que as comissões perdidas naquele dia fariam diferença no fim do mês. Na sexta feira, Mércia, sua babá disse que precisará deixar o emprego, mas foi trabalhar. Adriana lhe pediu que trabalhasse ao menos até domingo, para que não perca o trabalho no final de semana e para que tenha tempo de encontrar uma nova babá. Ligou para algumas amigas, que infelizmente trabalham e não carga horaria disponível para ajudar com os cuidados da bebê, mas se empenham em procurar uma nova babá para Melissinha. Melissinha é uma criança doce e não faz idéia diante da sua inocência das dificuldades de sua mãe para cuidar dela, e Adriana diante de toda a sua preocupação em conseguir uma babá em tão pouco tempo é compensada com sorrisos, estralinhos de beijo e gritos como tentativa de se expressar.
Prisla Samalle - 23 de março de 2014
ResponderExcluirDiário de campo - (Moradores de Rua)
Todo mundo vê, mas ninguém sabe ao certo como é a vida de um simples andarilho. Ao caminhar pelas ruas de Salvador encontrei um senhor de mais ou menos 56 anos, Uma pessoa de agradável comunicação, que tenta ganhar a vida catando papelão e outros “restos” de materiais, comprados por alguns comerciantes. No dia seguinte encontrei outros moradores de rua, dessa vez contendo em mãos uma lata de leite e um isqueiro que no meu pensamento seriam utilizados para fumar crack. Um desperdício de vida, vida a qual não chegou nem a ser vivida.
Renata Garcia
ResponderExcluirDiário de campo - Mãe Solteira
Texto II
Na segunda semana de análise cheguei na casa de Adriana acreditando encontrar tudo mais tranquilo, afinal nos falamos por telefone na segunda feira e ela me disse ter encontrado alguém para cuidar de Melissa, na quarta levamos a pequena para tomar vacina no postinho em Lauro de Freitas, e tudo parecia bem, uma mulher de aparentemente trinta anos chamada Lúcia, que trazia sempre consigo sua filha de três anos chamada Michelle. Acreditávamos que tudo havia se resolvido. Marcamos de almoçar juntas na sexta feira mas tive alguns imprevistos e precisei desmarcar. Adriana mora próximo ao restaurante e resolveu usar sua hora de almoço para ir até sua casa para ver como estava as coisas, da esquina de sua rua ouvia um choro de criança e como mãe, já com o coração apertado, correu até a sua casa e percebeu que o choro realmente era de Melissa, quando subiu as escadas a menina parou de chorar ao vê-la, se deparou com sua filha sobre a cama e Lúcia no banheiro com a porta fechada dando banho em Michelle sem nenhuma supervisão ou proteção e mesmo após o silencio da bebê Lúcia não se manifestou. Alguns minutos depois Lúcia abre a porta e se depara com Adriana com sua filha no colo sem aparente surpresa age como se estivesse tudo bem, Adriana perde o controle e a demite depois de alguns desaforos, neste dia Adriana não voltou ao trabalho. Fui até lá por volta das 15hrs e fomos a três berçários para pegar informações. Seu maior problema é com relação a horários, pois trabalha por escala e na maioria das vezes no período da noite que não condiz com o período das escolinhas, de qualquer forma haveria a necessidade de uma babá para o período da noite. Mesmo sabendo da diferença que fará em seu orçamento (a noite se tem um fluxo de venda melhor) e do risco que corre em não viável a empresa Adriana solicitou uma reunião com os responsáveis pela empresa para rever sua escala de trabalho. Neste final de semana Melissa ficará com o pai.
Alex Silva Batista de Paula
ResponderExcluirMatricula: 141004356
Diário de Campo (Grupo de amigos do interior em visita a cidade para o Carnaval) – 3ª semana
Cheguei no local e logo boas lembranças me veio em mente, foi lá onde passamos o reveillon. Na porta do condomínio Silvana me esperava tragando o cigarro que estava fumando, como era de costume. Aproveitei para também fumar um e logo após subimos. José estava deitado, mas usando o celular, mesmo com ele na tomada carregando sua bateria. Daniel estava procurando algum remédio para tomar, ele é daquelas pessoas que em qualquer dorzinha já bate o desespero, quer ser medicado e tomar vários remédios. Mandei ele se acalmar, que logo ia passar. Fora que o remédio não teria efeito nenhum com o acompanhamento da bebida. Analisei os meninos e vi suas almas renovadas naquele dia, sobretudo com um sentimento de saudade do carnaval e a satisfação de ter valido a pena e contentes por ter sido dias bastantes divertidos que lhes fizeram esquecer um pouco a 'vida real' que acontece lá em Feira de Santana.''
Alex Silva Batista de Paula
ResponderExcluirMatricula: 141004356
Diário de Campo (Grupo de amigos do interior em visita a cidade para o Carnaval) – 4ª semana
Infelizmente não foi uma semana que pude está muito tempo presente com os meninos, devido a problemas em conseguir conciliar estudos com o trabalho. Os vi apenas no sábado. Me pareceram um pouco com falta de casa, mas uma tristeza e saudade antecipada exposta por ser o último final de semana que estariam passando aqui dessa temporada de férias.
Renata Garcia
ResponderExcluirDiário de campo - Mãe Solteira
Texto III
Após uma longa reunião com os gestores da empresa e um apelo a Dna. Sandra, dona da empresa expondo as suas dificuldades foi possível conciliar um horário que fique bom para a empresa e que não interfira no seus horários para buscar Melissinha no berçário, mesmo perdendo boas vendas por se limitar a trabalhar apenas durante o dia Adriana está feliz, depois de tanto transtorno a primeira semana de sua pequena na escolinha foi maravilhosa. Ficou acordado também que aos finais de semana o pai e sua família irá se revezar para contribuir nos cuidados com a menina. Fomos a escola no período da tarde na segunda feira e Melissa estava dormindo, devidamente alimentada e cheirosinha, acomodada no carrinho em ambiente ventilado a meia luz, assim Adriana retornou ao trabalho com tranquilidade. No sábado pela manhã levei Melissinha e Bernardo (meu filho) na praia, almoçamos no restaurante e fomos atendidas por Adriana, no fim da tarde levei Melissa na casa da tia paterna e até o momento tudo se encontra em paz.
Rafaela Regina Freitas Valverde
ResponderExcluirEssa semana observei vários motoristas e cobradores em diferentes momentos. Primeiro observei uma cobradora, Usa óculos, tem cerca de 40 anos e tem a pele negra. Sempre responde ao meu bom dia. Transitou várias vezes dentro do ônibus mas eu não consegui captar o porquê.
O segundo objeto da minha observação, foi um cobrador careca e gordinho que sempre vai no ônibus ouvindo música alta através do seu radinho de pilha.
O terceiro e último cobrador é o grisalho que sempre vejo quando pego o ônibus Bairro da Paz, para vir à faculdade. Depois de alguns dias pegando o mesmo ônibus, ele me reconheceu e me cumprimentou com a cabeça. Olhou onde eu ia sentar. E eu sentei como sempre ao seu lado em uma cadeira individual. Daí pude ouvir o diálogo que ele teve com uma passageira que havia saltado do ônibus, cujo nome era Graça. Ele a chamou e falou: "mais tarde eu passo lá."
Thaís Queiroz Costa
ResponderExcluir1° semestre – Jornalismo
Número de Matrícula :141000853
As pessoas que eu escolhi para exercer essa etnografia, são pessoas que talvez passem despercebidas na multidão, mas que agregam valor ao nosso dia-dia elas são mais conhecidas como “guardadores” de carros. O meu objeto de estudo são quatro pessoas em específico das quais relatarei apenas os seus apelidos, já que seus nomes nunca foram revelados, pelo menos na minha presença. Para ficar mais claro, lhes darei uma espécie de legendas e a cada semana será um personagem diferente.
“ De Boa” É uma mulher, guardadora de carros em frente à Igreja Matriz de Lauro de Freitas.
“ Abençoado” É um homem, que “guarda” os carros em frente ao Centro Espirita de Lauro de Freitas
“ Zé” É um homem, que “guarda” os carros na nova pracinha de Lauro de Freitas.
“ Filho, Costela, Zói” É um homem que “guarda” carros no mesmo local que Zé.
Primeiro, falarei da “de boa”. Ela não é uma pessoa muito alta, sempre é vista com as mesmas vestimentas ou similares, mas a característica que mais chama a minha atenção, não são suas roupas, o modo de falar, nem sua altura. Mas sim a sua boca. Agora vocês devem estar pensando; “ Que maluquice é essa ?” mas irei explicar. A sua boca chama atenção, porque é toda ferida e inchada, resultado de uma cirrose que foi contraída ao longo dos seus anos de bebedeira exagerada, fato no qual, não a envergonha em comentar. Você sempre a encontrará, sorrindo e brincando com os demais “guardadores” que ali residem, sempre muito simpática ao falar e é fácil perceber o seu vocabulário cheio de gírias que você não tinha ideia que existia. Por ora, essa é só uma apresentação de “de boa”, haverá mais capítulos dessa história. Aguardem!
Alana de Oliveira Almeida
ResponderExcluirMatrícula: 141002037
O dia a dia na academia:
A academia continua pouco movimentada, creio que seja por conta realmente do São João que ainda estar distante. Mas o foco principal desse post não será esse e sim sobre um certo comércio que ocorre lá dentro. Mas dentro de onde ? Do banheiro masculino da academia, acredite.
Tem pouco tempo que venho reparando que o fluxo no banheiro masculino é mais intenso do que no feminino, que estranho não? Algo realmente fora dos parâmetros que já conhecemos. Praticamente todos os homens vão naquele banheiro pelo menos uma vez ao dia, do rapaz da limpeza até os instrutores e professores da academia.
Mas não morri nessa curiosidade de saber o que tanto motiva a entrada dos homens naquele espaço cúbico, fiz o óbvio, perguntei ao meu pai que também malha lá o porque dessa badalação. Então soube que lá dentro do banheiro acontece um certo tipo de comércio "escondido" dos proprietários da academia. Onde um dos instrutores, repassa pra galera com um valor mais acessível, coisas tipo: suplementos, camisas, proteína, coquiteleira, proteínas e segundo essa terceira fonte, lá dentro são feitas aplicações das famosas "bombas" que fazem os músculos incharem de forma mais rápida.
Mas porque isso é feito de forma escondida? Não precisa nem pensar duas vezes, com a venda desses produtos mais em conta, ninguém precisa comprar os que estão em exposição na academia, pois acha mais barato dentro do próprio ambiente. Dessa forma, os proprietários não iriam gostar nem um pouco de saber que estão sendo prejudicados, fato.
Até então ninguém "dedurou" essa comercialização feita em um local tão bizarro (risos) , logicamente porque todos estão saindo no lucro. Espero eu que não aconteça isso, pois não seria muito bom falar de escândalos e demissão aqui.
Giovani Fraga
ResponderExcluirMatricula : 141004978
Diário de campo : Comportamento da torcida do Vitória nas ruas, estádios ou em redes sócias. ( Parte 3 )
Bom, no dia 9 de março de 2014 o Vitória entrava em campo contra a equipe da Catuense, partida valida pelo campeonato baiano e eu estive em alagoinhas para observar o comportamento do torcedor.
Fora do estadio a torcida do Vitória era só alegria, consegui observar muitos torcedores que frequentam jogos em Salvador acompanhando o time fora da cidade, a expectativa entre os torcedores era de uma partida tranquila para o Vitória garantir a classificação antecipada para as finais do baiano.
Logo no inicio do jogo aos 3 minutos o Vitória abriu o placar, a torcida que já estava apoiando não parava de cantar um só segundo, observei no estadio muitas crianças e mulheres, esse foi um jogo bem familia, observei um pai que a todo tempo ensinava a seu filho as regras do futebol e lhe dizendo o que estava acontecendo na partida.
Todo jogo o Vitória demonstrou superioridade, e diferente das ultimas partidas que os torcedores criticaram bastante, nesse jogo a todo tempo mensagens de apoio eram gritadas para o elenco do Vitória.
Com o termino da partida o Vitória bateu a Catuense por 3x0, observei na saida muitos torcedores comentando que iria ter que enfrentar a estrada de volta para Salvador, reclamando da sinalização do caminho, e de pessimas condiçoes da pista. Mas tudo com muito bom humor pelo fato do Vitória ter vencido a partida e garantido a classificação antecipada.
Israilton Garcia e Silva
ResponderExcluirMatrícula- 141001955
Diário de Campo - (Republica de Estudantes)
Parte: 2
Reunião da casa ou só bom senso ?
Longe de casa, a liberdade é outro sentimento que surge com força entre os jovens. “Não haver cobranças é ótimo, mas o pessoal abusa. Às vezes, incomodam quando chegam tarde, falando alto”, reclama pra caramba tirando o sossego e o sono de quem quer dormir, isso é só mais um dos motivos para gerar discussões a maioria das vezes são os homens que fazem o inferno da casa. As garotas encontram-se mais na hora das refeições. Nessas horas, conversam dos sonhos, medos, amores, planos, mercado de trabalho, estágio, festas, viagem, moda e fofocas. (rsrs) Todas são amigas. Mas isso não impede de acontecer intrigas entre elas. Afinal, a convivência é difícil !
Quando se trata do que fazer e do que não fazer, muitos amigos e amigas falam sobre como é importante ter bom senso. Em minha humilde opinião o bom senso obviamente é essencial, mas na maior parte das vezes minha experiência mostra que ele nem sempre resolve tudo sozinho. Afinal, pessoas com hábitos e história de vida diferentes nem sempre têm subentendidas as mesmas coisas. Sendo assim, é bom colocar o bom senso em pauta, não deixar nada subentendido.
Ariadne Joana De Oliveira Salvador
ResponderExcluirMatrícula: 141003433
Postagem 3
A última semana foi hiper tranquila. A estudante de nutrição passou dois dias mal por problemas pessoais e por isso ficou trancada em seu quarto, o que fez com o que o resto da casa ficasse calma e quieta. Após esses dias tristes, nos animamos bastante. A maior alegria da casa foi brincar com o nosso cão bebê, um cocker spaniel super sapeca. Jogamos os brinquedos dele longe e ele vai buscar na maior alegria. Foi uma atividade feita por nós quatro na maioria dos dias o que fez o cãozinho feliz e nos uniu bastante também. Essa semana foi a vez de eu receber visita. Meu pai veio matar a saudade e trouxe uma mini feira também, fazendo com o que nos animássemos ao diminuir o valor das nossas compras do mês. É difícil mudar completamente a sua vida e começar a fazer coisas que não costumava fazer como compras para a casa, por exemplo. Curti muito o meu pai nos poucos dias que ele esteve aqui e para finalizar a semana com muita alegria, as meninas e eu fomos juntas ao clássico baiano: BAVI. Foi a minha primeira vez em um estádio e fiquei maravilhada com a sensação, sem contar que nós quatro nos divertimos muito por todo o dia.
Luana dos Santos dos Anjos-141001126
ResponderExcluirDiário de Campo - Funcionários que Frequentam o Refeitório do Call center
26 de março de 2014
Por esta vez decidi acompanhar e observar de perto o comportamento desses funcionários durante dois dias altamente atribulados,a fila na entrada se repetia como em todo e bom início de semana na segunda e na terça-feira,a estratificação em camadas da empresa onde eu trabalho é visível neste momento cada setor diferente como por exemplo recursos humanos,recepção,departamento pessoal,supervisão,operação e coordenação tem uma separação de cargos por identificação das cores dos coletes que simboliza a organização e a hierarquia empresarial interna ,antes de almoçar ou lanchar com a maior pressa do mundo assim que cada um começa a chegar para o almoço foi possível analisar como eles se dividem nas mesas,são as mesmas fofocas,conversas,discussões sobre os noticiários enfim,entre as relações pessoais e profissionais existe algo chamado de afinidade que é recíproco quando as pessoas se dão bem,porém em momentos que um ou outro chega-se atrasado e encontra um único lugar para sentar com conforto o que é complicadíssimo.
Determinadas pessoas que fazem parte do mesmo ambiente de trabalho tem seu colete de uma cor diferente imaginando assim que transmite um status que não existe como se fossem melhor do que os outros,por uma cor azul ou verde por impor maior responsabilidade profissional tendem a se afastar um dos outros ,uma situação curiosa me tocou foi a seguinte,em que toda vez que entrava um supervisor (azul)ou coordenador (verde)eles entendi que parecia estar só de passagem,com toda discrição procurando a um lugar para acomodar-se distante dos outros um lugar mais isolado pelo refeitório,só que a partir daí,ao contrário de chegar com simplicidade e educação para sentar numa mesa com qualquer pessoa independente de tal cargo ela ocupe seja com operadores,técnico em informática e funcionários do'' RH ''ou ''DP'' muitos supervisores e coordenadores tendem a ter um comportamento um pouco hostil não sentando em qualquer mesa que esteja com alguém repousando,lendo ou almoçando é bem clara como eles têm a preferência de comer ao lado somente de quem já conhece e tem mais proximidade e não interagem muito com outros círculos socias onde as diferenças se colidem,evitando assim a troca experiências e as diversas formas de se relacionar.
Esse final de semana, tive a oportunidade de ver toda a preparação das senhoras das tardes inusitadas, para passar o final de semana em Arembepe, pois, como já via dito, uma das senhoras tem uma casa de veraneio nesta localidade citada acima. Pois, neste final de semana foi uma festa, como são em todas as vezes que vão para lá, houve um verdadeiro ritual que começa, na quita até a saída no sábado, umas vão pela manhã, outras vão a tarde. Todo esse ritual é regrado a cerveja o que deixa mais ainda a preparação animada, com um falatório auto e ao mesmo tempo, uma traz uma coisa, outra traz outra, e assim em meio a agonia e muita rizada, a união e cooperação do grupo vai fluindo de maneira turbulenta, porem agradável. Enquanto umas estão preparando os alimentos, outra se desempenha em arruma a churrasqueira, os colchonetes e outros utensílios da viagem. A união, a cooperação, o mutirão, a coletividade e a diversão, são traços marcantes nesse grupo.
ResponderExcluirDenivaldo Ribeiro Veloso (141005458) Jornalismo.
Thaís Queiroz Costa
ResponderExcluir1° semestre – Jornalismo
Número de Matrícula :141000853
Texto 2
Como havia mencionado na minha última etnografia, dividi em etapas. Hoje irei falar sobre o “abençoado”.
Abençoado é um homem, com algum problema locomotor, sua estatura é baixa e parece ter um 30 anos ou mais. Sempre está vestido de calça jeans, uma blusa lisa e um colete de guarda de trânsito. Abençoado, é sempre bem simpático e não estabelece um preço pelos seus serviços. Era pai de família mas, a mulher o abandonou por causa do alcoolismo. O dinheiro que na realidade ele pede para comprar comida, ele gasta todo no barzinho da esquina, alimentando e se entregando ainda mais ao seu vicio. Hoje em particular, ele parecia diferente , acho que até um pouco sóbrio, estava bem arrumado, soube que estava se preparando para uma entrevista de emprego.
Willyam Santos Do Nascimento
ResponderExcluirMatrícula: 141002031
Jornalismo- 1º semestre
Professor: Romulo Magalhaes
Parte II
19/03/2014 – 12h00minh O que eu pude notar neste dia que alguns colegas estavam incomodados com algo, haviam muitas conversar e tal. Mas o fluxo de ligações meio que atrapalhou minha percepção da situação. Por volta das 17h20min pude enfim uma conversa de uma colegas referente a supervisora C., o caso é que muitos colegas estão insatisfeitos com muitas atitudes dela. A visão que eles tem é muito interessante, pude tirar uma conclusão que eles procuraram ver nos dois lados. A que mais se propunha a isso era a colega E. em seu modo de falar ela declarava que certas atitudes tomadas pela supervisora vem muito provavelmente de algo maior que ela e que a mesma deve proceder desse modo.
20/03/2014 e 21/03 – 12h00minh - Foram dias com um fluxo muito grande de ligação, da hora que entrei e perto do fim do expediente. Mas tentei observar um pouco mais a supervisora C. Ela anda pra lá e prá cá, sempre de olho, um pouco rígida e grossa e não gosta muito de passar informação.
Vinicius Lima Santos, "Os vendedores das lojas do shopping center lapa", 5ª semana:
ResponderExcluirDias vão, dias vem e os vendedores continuam com o seu repetitivo trabalho de atender os clientes que as suas lojas de dirigem, de buscar baterem sua meta, de estarem com sorriso em seu rosto, mas isso as vezes não é visto em todos eles. Nessa semana estava passando por uma determinada loja dentro do shopping center lapa e percebi que tinham algumas pessoas com o olhar centralizado nela e quando reparei, uma vendedora estava brigando seriamente com uma cliente, sem ao menos respeitar a "hierarquia" que existia ali naquele momento.
O shopping lapa como também é chamado, é distribuído em três pequenos andares(chamados também de pisos), e esses contam com diferentes tipos de lojas, são lojas de biquínis, de telefonia, de eletrodomésticos, de roupas, de calçados, dentre outros.
Essa semana tomei a coragem e chamei alguns vendedores para perguntar o que achavam de trabalhar nesse shopping, e as respostas foram as mais variadas possiveis, uns diziam que gostavam, outros não gostavam, outros querem continuar nele por ele ser mais pacato em relação a alguns outros, outros já não gosta porque não vende muito, enfim, foram muitas respostas, mas a maioria parece gostar e estar satifeitos com o seu trabalho no lapa.
Nome: Karine Kelly C. Silva
ResponderExcluirDiário de campo: Academia de musculação parte 2
Especialmente hoje 27 de março de 2014 não estava com muita vontade de ir malhar e por esse motivo acabei indo um pouco mais tarde que de costume. Passei na casa de uma amiga para visitá-la mas não a encontrei, então segui o meu caminho para academia. Chegando no local observei que estava bastante vazia, então cheguei a conclusão de que não só eu mas algumas outras pessoas não estavam muito afim de ir malhar hoje, já que a academia costuma estar cheia nesse horário, observei que até mesmo o instrutor estava um pouco desanimado, talvez pelo fato de a academia estar vazia, ou não.... Gostei de ver o local com poucas pessoas, pois não gosto de malhar quando estar cheio e por isso me animei mais para começar meu treino. Assim que cheguei o som não estava muito animado mas logo depois trocaram a música e esse foi mais um fator que influenciou positivamente no meu ânimo. 30 min depois da minha chegada ao local, quando eu já estava animada de fato em ver aquele lugar vazio e poder malhar mas a vontade, a academia começou a encher e quando eu menos percebi já estava lotada e consequentemente tive até que revezar aparelhos, então a minha conclusão de que as pessoas não estavam afim de ir malhar foi totalmente derrubada. O fato de o local estar cheio me fez desistir de fazer alguns exercícios, mas antes dessa desistência tornei a analisar o instrutor e notei que o desânimo dele tinha passado. Assim sendo, resolvi não dá continuidade ao meu treino e consequentemente parar de observar e voltar para casa.
Aproveitei a manhã sem aula e fui bem cedinho me exercitar. Achei que pelo horário a academia estaria bem vazia, mas pelo contrário, além de estar cheia as pessoas estavam bastante agitadas. A recepção estava cheia de mulheres e como não é de costume ficar esse aglomerado de gente logo na entrada fui averiguar se estava acontecendo algo diferente. Quando me aproximei, perguntei para uma moça menos agitada o que elas estavam fazendo ali, e meio sonolenta ela me explicou que só estavam pegando a ficha da aula de spinning que começaria em 10 minutos. (Spinning é uma aula feita sobre uma bicicleta ergométrica, trabalhando os membros inferiores do corpo e que queima muitas calorias).
ResponderExcluirPela euforia, decidi fazer a aula também e compartilhar da disputa pelas fichas da boa forma.
O professor chegou bastante animado, fizemos a aula ao som da banda timbalada e no ritmo da alegria e energia dele!
Algumas já estavam em um nível bem avançado e não reclamavam de dor e fadiga, já eu e mais umas duas, quase que infartávamos essa manhã(risos), mas após uma hora de aula, nos alongamos e conseguimos sair vivas dessa maratona!
Quando fui encher minha garrafa de água e pegar minha sacola para ir embora, observei que algumas mulheres ainda foram malhar e outras foram fazer um lanche na cafeteria... meu Deus, só eu queria um banho e minha cama?
Deborah Natalie Rocha Fernandez
ExcluirObjeto em estudo: Pessoas que frequentam academia de musculação
Aluno: Andrey Morais de oliveira
ResponderExcluirNo dia 7 de março, cheguei na igreja a tarde, resolvi ir em uma sexta-feira para ver como é a missa em um dia de semana. A igreja da Nossa Senhora da Conceição em Brotas estava praticamente vazia, a não ser por umas senhoras que estavam sentadas atrás do primeiro banco que é onde as freiras ficam. Dessa vez tinham muitas irmãs da fraternidade. Logo após um tempo chegou um menino que aparentava ter uns 12 anos que era o coroinha que ajudou na celebração da missa, e foi a única pessoa mais próxima de um adolescente. A celebração ocorreu normalmente com poucas pessoas.
Dando prosseguimento ao estudo de campo, no último domingo (23), na Arena Fonte Nova, acompanhei mais um jogo do Esporte Clube Bahia contra o seu maior rival, o Esporte Clube Vitória. Diferente de muitos clássicos, o clima do Bavi era saudável e irreverente.Os torcedores do Esquadrão - como é conhecido popularmente o Bahia - chegaram confiantes ao estádio devido ao retrospecto nos últimos 4 jogos entre as duas equipes. Com a arena cheia e uma série de jogos sem perder, mais do que nunca a torcida apoiava o clube, e explodiu em festa logo aos 11 minutos de jogo. Foi o bastante para transformar as arquibancadas num verdadeiro circuito de carnaval. O jogo seguia equilibrado, com leve domínio do rival, mas a torcida não parava de incentivar. Aos 35 minutos, o Bahia ampliou a vantagem e levou a loucura toda sua massa. O lepo-lepo - música escolhida como a melhor do carnaval de Salvador- virou o hino do triunfo tricolor e foi cantada até o final de jogo. Os torcedores do Bahia têm como característica a desconfiança e falta, mas no último jogo parece que ficou para trás.
ResponderExcluirRafaela Landim de Moura Santos
ResponderExcluirMatrícula: 1406446955
Jornalismo- 1º semestre
Professor: Romulo Magalhaes
Diário de Campo- Aumento do consumo de drogas por jovens em Shows de Rock e região do Rio Vermelho.
Como de costume, todo sábado saio com meus amigos, ou para comer algo, para dançar ou para qualquer lugar que me dê uma oportunidade de diversão por toda a noite. No último Sábado (22) fomos para a boate Amsterdam, já que é lista VIP até meia noite não precisamos pagar. Depois de pegar uma fila enorme, ao chegar no ''check list'', o meu nome e de uns amigos não constava na lista que mandei por e-mail,outros conseguiram e entraram na frente. Enquanto nós? Os famosos " Barrados no baile". Esperamos mais ou menos 25 minutos do lado de fora, encostados no canto na parede, enquanto as outras pessoas entravam normalmente, disseram para o promoter da lista que foi um erro da casa mesmo ,ao imprimir as listas, não levaram a dele, e isso foi o suficiente para o ''bate boca'' começar. 25 minutos em pé, ouvindo briga e mais brigas entre o segurança e o promoter, finalmente a lista chega, checaram meu nom, o dos meus amigos e as identidades e descemos para a festa. Essa edição era a FREAK VS. WOHOO, duas festas juntas (a primeira famosa por tintas neon e a segunda pela guerra de pó colorido).Fomos para festa, dançamos bastante, observei que dessa vez por ter menos pessoas na festa ( o que particularmente me deixou abismada, já que esse tipo de festa sempre lota), o nível da segurança estava maior. Um menino que estava sentado do lado do camarote, tentou acender um cigarro de maconha e após dois minutos houve a primeira reclamação do segurança que pediu que ele o apagasse e guardasse. Mas o que ironizou bastante foi que ele falou que se fosse no camarote externo ele poderia fumar sim! Então qual a diferença? Nível econômico?Mas o bem estar dos jovens não é pensado, certo? Saímos de lá e ficamos na área da escada encontramos mais outro grupo de amigos e conversamos bastante com eles, depois de uns 10 minutos de conversa uma menina passa mal e vomita na escada, , acha que alguém a ajudou? Não. Pelo contrário, gritavam '' Que nojo!!", ela ficou meio tonta e sentou e aí depois de um tempo os amigos resolveram ajudá-la e a levaram para cima. Outro menino bebeu tanto, mas tanto que dormiu durante toda a festa praticamente deitado num banco, o que de certa forma foi engraçado de se ver. A bebida faz você perder a cabeça mas também pode fazer você perder toda a festa. O nível de drogas dessa vez foi muito baixo, os jovens usavam e abusavam do cigarro e da vodka, que do lado de fora era consumida com muita voracidade, mas dentro você não via quase ninguém bebendo, só quem estava no camarote. Acho que pelo preço menos acessível as pessoas preferem se embebedar antes de entrar. Terminamos a nossa festa por volta das 4:30 da manhã, saímos de lá e fomos direto para o carro e depois para casa. Essa com certeza foi uma das noites mais tranquilas na Amsterdam.
Fabiola Sena da Silva
ResponderExcluirDiário de Campo: Parte 4
Época de Carnaval na cidade de Santa Bárbara- BA
3° dia
Acordei cedo, neste dia iriamos eu e meus pais, ver alguns terenos mais afastados da cidade que estavam à venda. Um parente meu, primo de meu pai, nos guiou, conseguiu um carro de passei locado para podermos nos deslocar.
Quando chegou na porta de casa, me surpreendi, pensei que seria um carro maior, e me decepcionei. O carro não era um dos melhores, era velho, mas não era por isso que deixava a desejar. O carro era meio que sujo, enxergava-se poeira por todo canto. Somente havia duas portas o que tornava mais difícil a saída de dentro do carro.
Mas não iriamos reclamar, não estava ruim, só precisava melhorar, não demorou para o carro andar.
Encontramos em sua maioria loteamentos, e não parecíamos estarmos muito longe da cidade, o fato se concretizava por que a cidade é muito plana. E por isso dificultava a noção de distância.
Hora e meia passava um carro, uma moto, mais motorizados do que carros, parecia que as pessoas preferia ir de moto para os bairros que tem estrada de terra.
Por volta de 10 e meia da manhã, meus pais tinham se agradado com um dos terrenos que vira e foi à casa do dono para saber mais informações sobre o tal pedacinho de terra.
Chegando lá, logo se vê o contraste da realidade local, enquanto se tinha piso em todos os cômodos da casa, havia também aquelas portas e janelas simples, a organização e o tamanho da casa não desmentia o lugar de onde estávamos.
No rosto das pessoas que ali estavam, viam se os traços de alegria e de tristeza que o sertão trazia em suas vidas. Fala mansa e simples sem muito arrojamento trazia a lembrança e a característica do interior da Bahia.
A alegria das crianças brincando ao redor da casa, sem se preocupar de como estava forte o sol tinindo sobre sua pele delicada, sem se prender e ao se perder no sorriso que sue seu pequeno caminhão de brinquedo carregado em seus braços lhe trazia.
Saímos dali e fomos para casa, descansar do calor que fizera, já em torno do meio dia.
Não demora muito e depois de almoçar vou à rua para ver a população que vivem ali, é possível perceber de como esse povo é trabalhador, de como é esforçado. É vésperas da feira que acontece todas às terças-feiras todos já estavam arrumando as suas barracas de frutas e verduras. Todos felizes de estarem ali.
Logo mais acima onde ficam as de roupas não estavam sendo montadas mas a suas carcaças já se encontravam em suas marcações.
Percebo em uma de suas ruas a chegada de um circo, ele está fazendo uma temporada que começaria na quarta feira, eram muitos carros e caminhões.
Sabrina Soares
ResponderExcluir28/03/2014
Frequentadores de festa em Salvador
Terceira parte.
O final de semana passado foi bem tranquilo, apesar de terem tido várias festas na cidade como sempre, acabei indo para uma mais com o intuito de poder fazer as observações para o diário.
O pessoal continua batendo ponto. Na sexta fui para o Armazém de Villas, e muita gente que estava presente são pessoas que estão sempre nesses festas, frequentadores árduos, ate pelo fato de a grande maioria ser produtores e diretores das festas que ocorrem.
Na área vip as pessoas se comportam de uma forma totalmente diferente das pessoas que estão fora dela, pelo menos foi essa a impressão que eu tive.
Um grupo de empresários da cidade se juntou e fizeram uma área particular deles, roubando todo o centro das atenções. As mulheres muito empolgadas com o show do cantor Daniel Vieira não tiravam o olhar do palco, e dançaram a noite toda, ao mesmo tempo que paqueravam e davam foras em alguns caras que se aproximavam.
Mas no final da festa uma mulher se tornou o centro das atenções. Depois de beber muito, passou mal, desmaiou no meio da festa. A levaram para o banheiro, e eu aproveitei e fui atrás. Só aí que me deparei com uma cena que está se tornando muito comum nas baladas aqui, meninas novas, adolescentes, bêbadas, vomitando, e sendo amparadas tomavam conta do banheiro. Não tinha me dado conta antes que essa cena se tornou cotidiana nas festas aqui, o que me deixou muito chocada.
Depois que saí do banheiro, demorei mais um pouco e fui embora. Nessa hora já tinha muita gente se despedindo e tomando o caminho de casa ( eu acho ), pois muita gente dá uma esticada na noite bebendo em postos e locais do tipo.
Luana dos Santos dos Anjos-141001126
ResponderExcluirDiário de Campo - Funcionários que Frequentam o Refeitório do Call center
28 de março de 2014
Durante esta semana fiz algumas visitas rápidas ao refeitório pelo final da tarde ,hoje não precisei almoçar no trabalho pelo fato de não haver aula na sexta-feira o dia foi super corrido,última semana do mês as equipes da operação têm resultados para entregar, todo mundo se esforça para alcançar suas metas e uma folguinha no final de semana.A primeira equipe que já estava reunida por alguns minutos antes da minha chegada não consegui compreender o que ocorria muito bem mas,pela expressão de cada uma e o tom de voz e olhar frustado do supervisor parecia preocupado com seus indicadores e notas de atendimento parecia não ir muito bem a sua equipe de operadors entre algumas conversas e outras os colegas e o supervisor pareciam fazer um tipo de acordo discreto para recuperar o ânimo de todos e melhorar nos próximo dias.
Já do outro lado a partir das 17:30 fiz o meu lanche como de costume e enquanto preparava um capuccino notei que havia uma certa movimentação desta outra equipe da operação que estava bem agitada ,pois haviam marcado um intervalo para o ''feedback'' para resolver os atritos e discutir sobre o desempenho,monitorias,mudanças e alguns problemas diários, antes de dar início a mais uma confraternização que é o ''lanchão'' como já citei uma vez, ao me aproximar da mesa de algumas amigas pude conversar com elas sobre as novidades e aproveitei para acompanhar um pouco da reunião em que uma das queixas dos representantes do meu lado esquerdo que estavam sentados ao lado da Tv, o assunto era focado ao que envolviam a intolerância dos mínimos atrasos,as falhas e indisponibildades do sistema,as alterações das escalas e principalmente a aglomeração de pessoas no refeitório no horário das 11:00 às 13:00 que realmente de acordo com correria do cotidiano impõe dificuldades em lidar com a situação de tantas pessoas almoçarem no mesmo horário em que outros funcionários chegam de outra atividade também e infelizmente causa uma confusão inevitável além da pressa,da fome é necessário ainda praticar a paciência.
Pelo fluir da reunião muitas opiniões são ouvidas,todos tentam passar suas sugestões e reclamações ao seu superior que pretende ajudar da melhor forma ,porém é a pessoa que serve de ponte para que a coordenação saiba tomar as medidas para que tudo ocorra bem,a base de tudo é o diálogo independente de ser uma crítica ou um elogio .
Nome : Mariléria Cecília Xavier da Silva
ResponderExcluirCurso/semestre : Jornalismo 1
Professor : Rômulo Magalhães
Diário de campo : Observando o comportamento das mulheres no salão (Parte 4)
Parece em crível ,mas toda as vezes que vou ao salão as mesmas clientes estão lá , exatamente no mesmo horário que eu vou.
Em plena sexta-feira no dia 28, o salão sempre é vazio , mas hoje estava completamente lotado ,me surpreendi.
O salão também fornece o serviço de massagem então uma das funcionarias nós pedio para falássemos baixo , pois estava atrapalhando a cliente no processo de relaxamento .
No sábado no dia 29 , fui no salão novamente para fazer a unha do pé , mas dessa vez o estabelecimento estava tão vazio que de longe dava para ouvi o silêncio.
Israilton Garcia e Silva
ResponderExcluirMatrícula- 141001955
Diário de Campo - (Republica de Estudantes)
Parte: 3
A geladeira velha da república pifou? E agora?
Chegou a hora de comprar uma nova porque aquela além de precisar de transformador, estava com a borracha bem ruim e precisava ser descongelada toda semana. E isso, para quem mora em república, estuda, trabalha e ainda tem que ter vida social, gerava uma dificuldade enorme.
Até as onze meninas entrarem em consenso para comprar uma geladeira nova demorou um pouco. Por que não compramos uma usada? Por que não dividimos em 12 vezes? Por que não mandamos consertar a geladeira velha? Enfim, decidiram comprar. Primeiro passo, procurar na internet um modelo mais em conta.
Depois de pensar, pensar, pesquisar, pensar e pensar, chegaram à conclusão que não dava mais. No dia em que a geladeira pifou, todos os congelados precisaram ser levados para a nossa geladeira que não deu conta de armazenar todo o alimento, por sorte, uma vizinha chata (do prédio ao lado), nos ofereceu ajuda.
Dois dias se passaram e só aí conseguiram-se reunir para ir ao shopping olhar de perto os modelos e escolher aquele que coubesse no bolso, abrigasse todas as coisas e de preferência não precisasse descongelar. Conseguiram chegar ao shopping. Agora era correr para comparar os preços e achar a tão sonhada geladeira. Várias pechinchas e nada. Uma loja não dividia em parcelas suficientes, outra não abaixava o preço, outra só tinha geladeiras pequenas e caras. Enfim, aos 45 do segundo tempo escolheram uma num preço razoável e frost free.
Nome: Suilan Hagge Peixoto
ResponderExcluirCurso/Semestre: Jornalismo 8º
Professor: Romulo Magalhães
Diário de campo: A era Whatsapp
As vésperas da semana de prova, a turma está a mil com diversos assuntos a serem estudados e em curto prazo. Então não é para menos, o assunto que rola no grupo do Whatsapp da sala... "Provas". Uma atividade atrás da outra, trabalhos em grupos, cumprir tudo seguindo as datas.. enfim, é tanta coisa que a "vida social" fica em segundo plano. Porém, as pessoas do grupo que são meus colegas de sala, são muito unidos! Um vai ajudando o outro, passando informações importantes e só fica sem informação quem quer! O whatsapp chega a ter um resultado muito mais imediado do que o email, embora a pessoa não é obrigado a baixar esse aplicativo mas, academicamente, digo isso voltado para os professores, eles não deixam de seguir o método do email,
Ariadne Joana De Oliveira Salvador
ResponderExcluirMatrícula: 141003433
Postagem número 4
Mais uma vez tivemos uma semana unida. Assistimos filme juntas, o que é sempre divertido tirando o fato de que todas adoram filmes de terror e eu tenho medo, então passo a maior parte do tempo com os olhos fechados. Também assistimos uma comédia romântica no cinema, o que foi bem interessante pois saímos todas juntas de casa apenas para ver o filme. Uma coisa que fizemos também a qual todas gostamos, é ficar em frente a televisão assistindo clipes de músicas, cantando alto e comentando sobre os artistas, figurinos, etc. A estudante de nutrição teve uma prova durante a semana, então esteve mais distante que o resto de nós. Passei uns dois dias um pouco desanimada também pois é muito ruim estar longe de casa e da família, então durante esses dias fiquei apenas em meu quarto ouvindo música, como sempre faço, mas desta vez porque simplesmente não tive vontade de fazer qualquer outra coisa. No fim de semana, duas das meninas viajaram para a sua cidade natal e eu fiquei com a outra em casa. Nos divertimos muito conversando besteiras, assistindo televisão e brincando com o cachorrinho. Ficamos maravilhadas porque ele aprendeu a pegar a bola sozinho apenas ao ouvir a palavra "bola". No geral, a semana foi super tranquila.
Nome: Bruna Nunes Bacelar
ResponderExcluirDurante essa semana fui atrás de algumas apresentações de rodas de capoeira essa luta ela nasceu de uma resistência dos Negros africanos contra um sistema opressor aqui no Brasil,foi odiado pelos senhores de engenho mas sobreviveu e adaptou-se aos tempos.Hoje dia 29/03 resolvir ir até o farol para continuar minha observação a roda de capoeira dividia-se entre lutadores e instrumentalistas eu pude perceber que o berimbau parecia ser o instrumento mais importante na verdade a alma da batucada guiando o ritmo da apresentação, quando eles dançavam parecia haver um diálogo entre os corpos haviam sete pessoas que forma a roda mais apenas dois se apresentavamse benzendo ao pé do berimbau e iniciavam um lento balé de perguntas e respostas através de golpes corporais ,cada música cantada na roda difenciavam-se os movimentos era bem diversificado os capoeiristas havia criança,homens e tambem mulheres eu notei que é uma dança que tem espaço para todos durante a apresentação todos estavam vestidos de branco e descalços eu perguntei ao mestre de capoeira porques eles tinham que se apresentar desta forma e ele me explicou que as roupas brancas representa a paz e a liberdade e os pés descalços retrata a realidade antiga . A capoeira hoje é um atrativo e faz paarte da cultura brasileira e principalmente baiana as rodas de capoeira sao apreciada não só pelos moradores mais tambem pelos turistas eu puder contatar isso de perto a emoção a assitir essa mistura de arte marcial e dança, de música e filosofia de luta e vida.
Prisla Samalle - 31 de março de 2014
ResponderExcluirDiário de campo - (Moradores de Rua )
Nesse fim de semana viajei com minha família ao interior, foi lá que continuei minha observação. Santo António de Jesus, agitada durante o dia ganha outro ritmo quando anoitece. Na rotina do interior, os trabalhadores seguem a caminho de casa, mas, ninguém parece notar aquelas pessoas que não tem para onde ir, com roupas rasgadas, remexendo lixo ou esperando o tempo passar. Para quem fica a noite não significa descanso, é hora de conseguir o que comer e descobrir um canto para dormir. Depois de uma longa procura conseguiram encontrar pedaços de papelões onde foram colocados em passeios próximos a uma padaria onde em fim poderiam dormir “tranquilamente”. Na manhã seguinte acordei por volta das 10 horas, olhei pela janela já não os encontrei mais, só à noite eles retornaram ao seu ponto de descanso. Muitos estão nessa situação não por que querem, mas por falta de opção. Por trás de cada um existe uma vida, uma história, uma perda, uma tragédia familiar, mas ainda assim, uma esperança de uma vida melhor.
Ayrton Williams
ResponderExcluirTerceira postagem
Dia 31/03/20014
Diário de campo: De Playboy Para Dona de Casa
Enfim dezenove... Que tédio!
A vida até parece uma brincadeira, quando se tem 12 anos sonhamos em ser maiores de idade para fazer coisas legais, para fazer o que quiser e não ter que dar satisfação de nada.
Passamos o aniversário do Urso (Eu) na varanda, ao belo som de um violão, acompanhado de um bom café ao por do sol. Eu já disse que o louco é um exímio violeiro? Se não, digo agora! Toda música que puxávamos, lá vem ele com seus belos acordes, nos contagiando, fazendo com que soltemos nossas terríveis vozes para o canto. Mas, e daí? Estamos entre amigos e nada disso importa! Ta bem, confesso que a voz do gordo é irritante e chega a doer os ouvidos de quem não para pra ouvir.
No dia seguinte, os colegas da faculdade vieram até minha casa e fizeram um bolo de aniversário. Como o apartamento não caberia esse bando de universitários, descemos para a piscina, juntamos dinheiro de cada e um e compramos bebidas (para os que bebem) e refrigerante pro Urso. Chegando na piscina não tinha cadeira, lá vai o urso procurar pelo condomínio. Encontrei algumas perdidas por aí e levei para os que estavam de pé, eu não deveria ter feito isso... Dona Ana (a síndica) quase arranca uma tira do meu couro.
Com ou sem couro, a festinha agradou a todos! Alguns saíram cambaleando, os Bombados faziam reflexões e desabafavam seus problemas um com o outro (típico de bêbado em fim de festa). Hoje o Urso faz anos, o azar é só dele! Frase sem graça...
A bagunça sobrou toda para mim. Passei horas limpando tudo e ainda fui forçado (psicologicamente falando) por chantagistas, a fazer um macarrão. Quando ficou pronto, todos estavam apagados, bati duas panelas uma na outra (adorei fazer isso), para acordar os esfomeados que comeram e voltaram a dormir.
Vinicius Espinola
ResponderExcluirKRAV MAGÁ:
Continuando com o Krav Magá,nos primeiros artigos eu dei uma introdução básica de como é,por quem foi criado e entre outros informações pertinentes para que todos tenham um entendimento minimo para entender os próximos temas dessa defesa pessoal.Uma coisa que é interessante citar é que depois que comecei a fazer o krav magá e percebo também na grande parcela dos alunos,é que ficamos tranquilos em qualquer tipo de situação,sempre evitamos uma possível briga e deixamos de viver como vitimas na rua,sempre atentos a possíveis situações que possam desencadear um atrito.Uma coisa interessante citar é que nenhum praticamente do Krav Magá vira super homem,apenas tem uma noção e ferramentas para aniquilar um pouco e sobreviver num mundo perigoso.Posso dar um exemplo pessoal,onde fui abordado por 3 elementos numa viagem que fiz a aracaju,armados,onde eu fiquei totalmente tranquilo e soube observar e analisar a situação se poderia reagir ou não,e tendo conhecimento do que um bandido quer de fato numa assalto,que é dizer que vai matar a vitima para causar panico e entre outros.No próximo artigo darei enfase mais nas aulas e nas ferramentas que são fornecidas para termos mais tranquilidade nas situações alem de comentar como é a conduta dos instrutores!
Thaís Queiroz Costa
ResponderExcluir1° semestre – Jornalismo
Número de Matrícula :141000853
Texto 3
Hoje, irei falar sobre o “Zé” ele fica na pracinha de Lauro de Freitas só que a mais nova. Sempre com short jeans, camisa branca. Ele tem uma estatura mediana, deve ter em torno de uns trinta anos, tem olhos castanhos bem claros.Não é muito simpático, mas educado. Sempre quando o vejo, sinto um pouco de tristeza, porque não me recordo de vê-lo com uma feição feliz. Mas numa sexta-feira, ele estava contente e não pude deixar de perguntar. Ele contou-me que acabou de ser aceito num emprego de carteira. Mas a felicidade dele era tão grande que até fiquei feliz. Hoje eu não o vi, deve estar no seu novo emprego, espero que dê tudo certo.
Thaís Queiroz Costa
ResponderExcluir1° semestre – Jornalismo
Número de Matrícula :141000853
Texto 4
Hoje falarei de “zói” que como puderam perceber na minha primeira etnografia, tem vários apelidos. Ele é bem magro, alto, moreno, careca. Sempre está sorrindo e chamando todas as senhoras de Mãe. Não sei porquê. Zói, sempre está com um cigarro na mão, que parece ter sido enrolado manualmente, na realidade parece maconha. Alguns dias ele aparece com olhos bem vermelhos, alguns dizem que ele é usuário assíduo de drogas. O que eu concordo, levando em consideração as suas atitudes e sua aparência quando eu o vejo. Zói, veio de uma família problemática e pelo visto ele não conseguiu levar isso numa boa, fugiu de casa e hoje mora na rua, usando drogas e “guardando” os carros.
Thaís Queiroz Costa
ResponderExcluir1° semestre – Jornalismo
Número de Matrícula :141000853
Texto 5
Hoje foi um dia um pouco atípico encontrei três dos meus objetos de estudo, juntos. Estavam alegres, conversando e gargalhando. Estavam; Zé, De boa e Abençoado. Não estavam guardando os carros, os motoristas estacionavam e eles continuavam ali rindo em frente à Igreja da Matriz em Lauro de Freitas. Fiquei pensando onde estaria o Zói e quando eu perguntei a um colega dele, ele me disse que ele havia sumido. Na realidade, ele me falou da seguinte maneira: “Ou está morto, ou está morrendo”.
Sabrina Soares
ResponderExcluir31/03/2014
Frequentadores de festa parte 4
Mais um final de semana se passou e como sempre, haja festas na cidade.
Resolvi ir no domingo para uma festa bem badalada no rio vermelho, que se iniciou no final da tarde ! Com a vista linda, não tinha como não lotar o ambiente, fazendo com que muitas pessoas chegassem cedo para poder apreciar a beleza que se encontrava ao redor.
Depois que se iniciou a festa pude observar que a quantidade de mulheres presentes era bem maior que a de homens, fazendo com que grandes grupos de amigas chamassem a atenção de todos no local. Com poucos casais, as paquera estava solta, porém considerei que os homens estavam mais reservados, acredito que pretendiam somente se divertirem na companhia dos amigos.
Não demorei muito, vindo embora depois de umas 2hrs que cheguei lá. Somente eu e um amigo que eu estava acompanhada, todo o resto das pessoas que se encontravam no local continuaram se divertindo e aproveitando o final do domingo!
Diário de campo
ResponderExcluirDia 31/03/2014
Essa semana observei poucos rodoviários. Pude observar algumas trocas de turno, que são feitas ali mesmo, nos ônibus, na rua. Verifiquei de forma geral que a maioria dos cobradores não respondem nosso bom dia e os motoristas não respondem nosso agradecimento ao descer do ônibus.
Eles, os cobradores, têm um movimento grande dentro dos ônibus. Seja para conversar com o motorista, ou para pegar o dinheiro ou cartão de alguém que entrou pela frente.
Um caso em particular que observei nessa última semana e que inclusive aconteceu comigo foi ali na Av. Tancredo Neves, ao sair do trabalho, peguei um ônibus para a rodoviária. Por algum motivo, o motorista não abriu a porta do fundo e o cobrador que estava sentado na frente, fez sinal para que eu entrasse pela frente.
Entrei e acho que o motorista me confundiu com alguém, já que me cumprimentou como se me conhecesse: "E aí minha amiga, tudo bom"? Me limitei a um "boa tarde" e sentei próximo ao cobrador, que pediu meu cartão de meia passagem. Perguntei se eu não ia precisar ir lá no fundo do ônibus, por conta da biometria. Ele perguntou se o cartão era meu, pois se fosse não havia problema, que ia passar. Ele ficou o meu cartão na mão. Não passou na catraca e nem me devolveu. Olhou minha foto, leu minhas informações e eu já estava incomodada com aquilo. Quando chegamos perto da Rodoviária, é que ele se deu conta e perguntou se eu ia descer ali. Disse que sim, e ele resolveu ir com o cartão, para passar na catraca. Não foi solicitada a digital, ele voltou me entregou o cartão. Agradeci e saltei na Rodoviária.
Um dia depois desse episódio, observei um cobrador tentando abrir uma bala verde. O papel estava grudado e ele tentava a todo custo, retirar o papel, para finalmente poder chupar a bala. Achei interessante e resolvi compartilhar essa pequena observação aqui.
Ana Luisa Matos dos Santos 01/04
ResponderExcluirA essência da infância.
Depois de um clássico do estado, o famoso Ba x Vi, as crianças do condomínio saíram de suas casas vestindo as camisas do seu time de coração.
Tinham 4 crianças com a camisa do Vitória, 2 crianças com a do Bahia e 1 com a do grêmio. A do tricolor, apesar de ser a minoria, estava feliz havia ganhado um clássico, já a do rubro-negro conformada, até porque o campeonato não havia acabado.
Uma das crianças zoando com a cara dos torcedores do vitoria falou " É lepo lepo, 2 x 0", mas as crianças do vitoria não ficaram caladas, uma disse: "Se 2 x 0 é lepo lepo, 5 x 1 e 7 x 3 é o que?" Ai o outro gritou "Ahhh é lek lek lek lek lek" e a diversão entre elas não tinha fim. Até que um parou e observou que tinha uma menina com a camisa diferente, na faixa etária dos seus 10 anos, ele indagou e perguntou que time era aquele, e ela respondeu que era o Grêmio. Sem entender as crianças perguntaram porque ela torcia para um time diferente, ela falou que desde pequenininha quando morava na sua outra cidade a maioria das pessoas torciam ou para o grêmio ou para o Internacional. Um dos meninos perguntou se esse time jogava contra Bahia e Vitória, a menina com toda a certeza respondeu que jogava sim, pela série A. As crianças ficaram impressionadas por ela saber sobre futebol, e ela explicou que desde pequena o pai dela levava ela para os jogos do Grêmio. Depois de muita conversa sobre a ida deles aos estádios com os pais, e a felicidade de alguns quando diziam que já entrou em campo com os jogadores, eles foram andar de bicicleta, a principal brincadeira deles, e no fim fizeram uma rodinha para brincar com seus tablets e smarhphones.
Ayrton Williams
ResponderExcluirDiário de Campo: De Playboy para dona de casa
Quarta postagem- dia 01/04/2014
Hoje o Gordo resolveu ser médico e o paciente era nada mais nada menos do que eu “o Urso”. Mesmo sem o meu consentimento, na verdade eu só fui saber depois que recebi o diagnóstico, que dizia que o pobre Urso, pelo hábito de dormir de mais ao ponto de de parecer com hibernação, sofria de:
Narcolepsia- Depois de noites mal dormidas, não é de estranhar que a pessoa fique sonolenta durante o dia. Recuperadas as horas de sono, porém, ela estará novamente em forma para reassumir as atividades. Entretanto, há pessoas que chamam atenção pela sonolência diurna excessiva. Algumas dormem enquanto conversam no meio de uma festa ou em pé na fila do ônibus e do banco. Se no ambiente social isso chega a ser curioso, profissionalmente pode ser um desastre, porque são rotuladas de preguiçosas e indolentes.
Na verdade, a sonolência incontrolável durante o dia é o principal sintoma de um distúrbio do sono chamado narcolepsia, uma doença benigna, mas de difícil diagnóstico, que pode ser confundida com a epilepsia, por exemplo.
Será o jeito entrar em contato com os pais do Gordo para dizer-lhes que ele esta desperdiçado no curso de Engenharia Civil, deve estudar um pouco mais e prestar vestibular para o curso de Medicina (Só que não).
O resto da turma não mudou absolutamente nada, o Louco sempre dentro de seu quarto lendo os assuntos para si mesmo e os Bombados falando de mulheres,bebidas, festas e como não é de surpresa, de suplementação e academia.
Alana de Oliveira Almeida
ResponderExcluirMatrícula: 141002037
Em algumas semanas comecei a reparar algo que passava despercebido por mim: os diferentes modelos de vestimentas das pessoas da academia. Minha pequena observação começou pelo lado mais diversificado possível, se você acha que estou falando da turma das mulheres, parabéns, você acertou. Mulher tem que se arrumar até para ir na academia, passar maquiagem, alisar cabelo, pra no final sair tudo desgrenhado (risos), porque vamos falar serio né, não dar pra manter a beleza constante na academia. Mas voltando ao assunto roupas, muitos estilos diversos se encontram lá, por exemplo, as mulheres que possuem corpinhos sarados fazem questão de expor-lós, a maioria vão de tops, macaquinho, calças bem coladas, shorts ou saias curtas o suficiente para chamar a atenção de qualquer homem da academia. Aquelas que ainda não alcançaram o objetivo de ter um corpo que meteria inveja nas demais, vão normalmente de bermudinhas coladas, porém uma blusa de manga folgada para como dizem elas "disfarçar a barriguinha" e cobrir o seu glúteo, por vergonha da sua estrutura física atual. Geralmente as mulheres que não expõe o seu corpo, são do tipo "apagadas" da academia, mas aquelas que preferem roupas mais amostra tiram a concentração da maioria dos homens que tentam até disfarçar os olhares devoradores, mas se tem uma coisa que vocês homens não sabem é como disfarçar sua satisfação em ver mulher gostosa. Alguém por favor e com urgência, precisa falar isso aos rapazes das academias (risos). E por falar em homens, eles sempre são mais simples que nós mulheres, pelo menos na maioria dos casos. Não seria surpresa alguma falar que as vestimentas usadas por aqueles que já estão satisfeitos com seus músculos são camisetas regatas ou camisas cortadas por eles mesmos que aparecem todo o peitoral, sinceramente tenho pra mim que eles só não vão sem camisa por causa das "regras" impostas pela sociedade por questão do respeito, mas é como se praticamente eles fossem sem, porque... Voltando ao raciocínio, enquanto os marombas vão tipicamente expostos, apesar de simples, uma camiseta e um short folgado, os que ainda não estão satisfeitos com o seu corpo por estarem acima do peso usam roupas enormes parecendo que vão jogar basquete (risos), shorts imensos abaixo do joelho e camisas bem longas. No caso dos que não estão satisfeito por estar abaixo do peso que deseja alcançar ainda, vão de shorts comuns e blusa de manga, tem uns até que arriscam camisetas e não escondem o seu físico, pra mim pessoas que não tem vergonha de si mesma e que estão sempre procurando a sua melhora merece os parabéns. Enfim, em meio de tantas pessoas com objetivos diferentes, vale sempre está frisando isso, existem formas de se vestir variadas.
Nessa semana não tive muita coisa pra observar entre os vendedores, pois o shopping lapa esteve em sua grande maioria do tempo, vazio. Foi muito comum passar pelas lojas e apenas me deparar com os vendedores conversando na expectativa de chegar algum cliente. Notei também, que alguns vendedores são bem jovens e que eles tão sendo mais procurados pelas lojas, por serem mais ágeis do que as pessoas com mais idade.
ResponderExcluirVINICIUS LIMA SANTOS - "VENDEDORES DO SHOPPING CENTER LAPA"
ExcluirO dia a dia dos garis em Salvador - Parte IV
ResponderExcluirAssim como na postagem anterior, vou abrir uma exceção para falar sobre os faxineiros, que, como eu disse anteriormente não são garis, mas achei importante também falar sobre eles.
Fui ao supermercado "Extra" e fiquei reparando no comportamento das pessoas que faziam a limpeza no local (os faxineiros).
Num primeiro momento, quando entrei no supermercado, não vi nenhum, só depois, quando estava comprando algumas coisas, percebi a presença deles.
Diferente do que vi nas ruas, aqui é o contrário: predomina-se o trabalho das mulheres. Durante toda a minha observação, vi apenas um homem limpando o supermercado.
No momento, a primeira faxineira que avistei estava passando o pano no chão. Em meio a isso as pessoas passavam e fiquei pensando no quão desprazeroso é realizar o seu trabalho, e, no mesmo momento, vê-lo sendo "destruído".
Além de faxineiros, havia no local aqueles que repunha as mercadorias e também funcionário que varriam e limpavam as prateleiras.
Aluno: Lucas Lira de Almeida Cândido Oliveira
RAPHAEL JULIO DA SILVA MINHO
ResponderExcluirTEXTO IV
Durante essa semana, todas as atenções estavam voltadas ao aniversário de 465 anos de Salvador. A capital que já lançou grandes nomes no Rock and Roll, também teve na sua agenda de comemoração as bandas do Cascadura e Marcelo Nova que levou o grupo em que eu observava a loucura. Uma parte se via ansiosa para acompanhar o show do Cascadura e outra do Marcelo Nova. Na hora do show, em alguns aspectos a sensação que se tinha, era de dèjá vu em relação ao Palco do Rock. Mas ali não tinham só rockeiros, essa era a grande diferença, além do mais o show era em Cajazeiras e o Rock não costuma fazer a cabeça das camadas mais populares. Em uma mistura de gostos musicais, fiquei atento a observar a reação de um grupo com o outro, e para a minha surpresa, os adeptos do Rock simplesmente os ignoraram, parecia que os outros grupos sequer existiam. A maior semelhança com o Palco do Rock foi a famosa roda punk, o que me deixou muito surpreso, pois o Rock do Cascadura é um folk, bem leve e a roda punk costuma ser formada em shows com sons mais pesados. Ao fim do show, a reação também era similar a vista no Palco do Rock, de exaustão. Com os shows, eles chegaram no limite, porém, a satisfação era muito maior. Sim, também teve bebidas e cigarros, mas em número muito menor do que visto em outros shows, dessa vez eles estavam muito mais ansiosos com a roda punk e show do Marcelo Nova, a principal atração.
RAPHAEL JULIO DA SILVA MINHO
ResponderExcluirTEXTO V
Sem show ou outro evento marcado, todos resolveram marcar para se encontrar durante duas vezes nessa semana. A primeira foi uma reunião no shopping, aonde todos estavam tipicamente vestidos como rockeiros, com calças rasgadas, camisas de banda e seus acessórios. Lá eles visitaram primeiro uma livraria, onde passaram um bom tempo vendo mangás, livros de diversos tipos e os novos CD's das suas bandas preferidas. Alguns compraram os livros e os mangás que mais lhes chamaram a atenção. Saindo de lá, eles resolveram ir na praça de alimentação, aonde se dividiram. Uns preferiram ir as lanchonetes, outros a comida japonesa e outros se rederam aos pratos italianos. Ficaram um longo tempo na praça conversando após a refeição e depois partiram em direção ao cinema e foram assistir um filme de ficção científica. O segundo encontro foi por uma boa causa, lembrando que dia 8 de abril é o dia de combate ao câncer, todos eles resolveram fazer uma ajuda ao GAAC (Grupo de Apoio a Crianças com Câncer) e se reuniram durante alguns dias para recolher alimentos não perecíveis e fazer a doação, além de passar um dia no local realizando um trabalho voluntário. Todos saíram de lá bastante satisfeitos com a recepção de todos, que sem dúvida foi uma grande lição de vida.
Nome: Suilan Hagge Peixoto
ResponderExcluirCurso/Semestre: Jornalismo 8º
Professor: Romulo Magalhães
Diário de campo: A era Whatsapp
WhatsAPP é assim: A união faz a força!!! Em dia de prova tudo acontece: engarrafamentos, chuvas, batidas de carros... e as horas vão se passando, o trânsito continua lento e para distração qual a saída? WhasAPP. Na página do grupo, já pedem para quem chegou guardar lugar, avisar ao pro quando o professor chegar e pedir que ele seja paciente e que aguarde mais um pouquinho e por aí vai. As informações são passadas com o passar do tempo e quando estar no melhor da conversa, a internet falha e depois volta de novo e quando volta, as mensagens vão chegando e tem que dar conta para responder tudo. O fluxo só melhora quando finalmente todos conseguem chegar e a prova começa a ser aplicada. É nessa última postagem no Diário de Campo que deixo claro: WhatsAPP, um aplicativo inseparável.
No último sábado (29), compareci novamente ao Estádio da Fonte Nova para acompanhar o comportamento dos torcedores do Esporte Clube Bahia. Com estádio vazio e sol em todo lado leste das arquibancadas inferiores da Arena, segui em direção ao setor onde se localiza a principal organizada do clube. Antes mesmo do inicio do jogo, nas dependências do estádio, já poderia presenciar uma tremenda festa da Torcida Organizada Bamor, num ritmo muito parecido com o balanço do Olodum. Os poucos adeptos que compareceram mostravam-se bastante confiantes com a classificação para próxima fase do campeonato, graças a vantagem de jogar por dois resultados parecidos e também pela qualidade técnica do adversário. Mas nem tudo era tão fácil como imaginava os tricolores, e logo todo nervosismo ficou claro nas arquibancadas. Presenciei inúmeros torcedores roendo as unhas e gritando de maneira fervorosa contra o técnico do time e a má apresentação nessa partida. Minutos depois, mesmo com o gol, o quadro continuou o mesmo e assim continuou sendo até o final de jogo. Mesmo com o resultado e a classificação para as finais do campeonato, pude nesse curto período de tempo perceber que o torcedor do Bahia vive numa verdadeira linha tênue entre o amor e o ódio e calma e falta de paciência.
ResponderExcluirIsrailton Garcia e Silva
ResponderExcluirMatrícula- 141001955
Diário de Campo - (Republica de Estudantes)
Parte: 4
Nada de mau humor hoje, por favor !
Sabe aquele dia que você acorda de mal humor? Onde eu moro tem muito disso. A observação dessa semana tem um pouco de tragédia para uns e comédia para outros.
Coisa que tem muito em república também é gente folgada, que viveu sempre debaixo da barra da saia da mamãe e esqueceu de assumir suas responsabilidades por completo. Entre os meninos então… bastante comum.
Um dia desses aqui mesmo em casa, um menino muito folgado se deu mal, mas pelo que observei ele mereceu. Coitado! Além de não ajudar nas tarefas domésticas, inventava historinhas pra não pagar as contas em dia e não falava com ninguém, a não ser para reclamar. E reclamava de tudo quanto podia.
Outro defeito seu era que o vaso sanitário, todas as vezes que o menino ia ao banheiro, ficava sempre sujo. Então seu colega de quarto acorda com um humor daqueles e resolve dar uma lição no menino. E que mau humor, hein!
Ele limpou todo o vaso com o travesseiro do menino e ainda deixou lá, em cima da cama, como presente. Você que tá lendo isso pode imaginar a cara dele quando chegou em casa, não?
Como sabia que estava errado, nada de tocar no assunto no outro dia, nem no outro, nem no outro. É mole?
Willyam Santos Do Nascimento
ResponderExcluirMatrícula: 141002031
Jornalismo- 1º semestre
Professor: Romulo Magalhaes
Diário de Campo: Um Olhar para minha sala de trabalho!
Parte 3
26/03/2014 – 12h15 – Não, sei ao ponto que quero chegar mais às vezes a supervisora C. ela puxa o pé digamos assim de alguns atendentes, e pelo que parece aos que ela não tem muita afinidade. Diga-se por exemplo, da colega D. anteriormente ela tinha feito uma piada referente aos supervisores em questão da sala e a partir de então percebi que o comportamento dela vem um pouco diferente, forma de tratar mesmo. Não desrespeitando claro, mas sendo, mais dura em comparação aos outros, e também seca. E hoje percebi isso, colega D. foi resolver uma situação com a supervisora C. e pelo que notei a conversa foi super mega seca, com expressões sérias e tudo mais.
27/03/2014 – 12h07 – Muitas ligações neste dia, mas mesmo assim pude observar em alguns momentos a Supervisora C., o seu olhar para com os atendentes é meio que estranho, não sei bem. As vezes na tarde ela rir com alguns colegas, mas quando outros vão tirar dúvidas relacionadas a determinado assunto, ela meio que trata de forma indiferentes eles. Só uma percepção que tive neste dia....
28/03/2014 - 12h00 – Não havia lugares, então tive que para outra sala. Não pude observar neste dia.
Victoria Andrade
ResponderExcluirCristãos como vizinhos
Durante 5 anos eu morei em frente a uma singela casa, onde no quintal haviam construído uma singela "igrejinha". Uma família de cristãos morava lá e aos sábados reuniam-se com alguns limitados devotos conhecidos para devoção de suas crenças. Não faziam muito barulho, a não ser quando resolviam cantar seus louvores de manhã cedo pela rua onde morava. Ou quando resolviam bater palmas como uma forma de chamamento de casa em casa, rua abaixo para praticar o etnocentrismo sobre a sua religião. Eu fingia que não escutava, mas um dia quando fui até a porta da minha casa disse a cristã que eu era ateia (não sendo). A mulher ficou tão surpresa em ver uma criança falar aquilo que apenas pediu para que eu lesse o papel que ela me entregara e nunca mais voltou.
Matheus Campos da Silva
ResponderExcluirMatrícula: 141005654
Jornalismo – 1º Semestre
Parte II
Diário de campo - Associados do bloco carnavalesco e afoxé Filhos de Gandhy.
O carnaval pode ter passado, porém a saudades e a ansiedade para o próximo está maior que o esperado, devido ao grande sucesso e satisfação conquistados em 2014 muitas expectativas é esperado pelos associados do bloco afoxé. Além de forte representação no percurso, novas parcerias e convidados podem estar por vir em um futuro próximo. Com o site em reforma pela administração e coordenação não há muito que falar sobre os últimos acontecimentos do bloco carnavalesco, pois é nele que os é onde a maioria dos associados tem maior contato por estarem sempre na rotina diária, e na internet é mais fácil à comunicação entre todos, porém a perspectiva de uma nova interface e links práticos e de fácil entendimento além do novo designer e layout.
Matheus Campos da Silva
ResponderExcluirMatrícula: 141005654
Jornalismo – 1º Semestre
Parte III
Diário de campo - Associados do bloco carnavalesco e afoxé Filhos de Gandhy.
Até a metade da semana quando entrei no site dos associados ainda estava inativo, querendo saber ainda se havia novidade do carnaval do ano ou fotos, vídeos, momentos que registrassem a passada do famoso tapete branco pela avenida, até ter a oportunidade de ligar para a central do bloco que reside no Pelourinho e por sorte conversar com um dos diretores do bloco, explicando toda minha história com o bloco e conversamos sobre a inatividade do site e a busca de novos integrantes de todo país que visam vir para Salvador na melhor época do mundo. E como resposta, ele garantiu que na mesma semana o site estaria ativo com novidades e todo o momento registrado pelas câmeras de funcionários do bloco. E como promessa tem que ser cumprida, na mesma semana o site foi ativo com tudo novo, e surpreendeu a expectativa da maioria dos associados, com um novo designer ficou mais fácil manipular a página do site, porém a agenda do bloco ainda deixa a desejar, pois a ultima postagem foi no dia 2 de Fevereiro não constando nenhuma opinião do corpo administrativo em relação ao carnaval de 2014 e as perspectivas sobre o de 2015.
Matheus Campos da Silva
ResponderExcluirMatrícula: 141005654
Jornalismo – 1º Semestre
Parte IV
Diário de campo - Associados do bloco carnavalesco e afoxé Filhos de Gandhy.
Com o site com os problemas técnicos em relação a agenda e postagem do carnaval com as opiniões o site ainda deixa a desejar por esses quesitos mais nada que mude o foco ou objetivo do bloco, porém mudanças pensando na expansão e conhecimento mundial o site agora disponibiliza tradutores na versão da língua inglesa e espanhol e uma playlist com o as músicas temáticas do bloco. Porém nada disso funciona e como um associado é vergonhoso saber que um dos blocos mais importantes da história do carnaval do Brasil e do Nordeste e da Bahia ainda possua pequenos problemas e reajustes que poderiam ser feitos em algumas semanas, as quais o site ainda encontrava inativo. Deixando a desejar aos associados que pagam para poder permanecer e aos futuros associados que pretendem participar do bloco, causando um mal que poderia ser solucionado. Porém com toda essa interatividade do site inativa, a página para se cadastrar e realizar pagamento continua ativa e funcionando, deixando o capital tomar conta de toda uma história e cultura.
Matheus Campos da Silva
ResponderExcluirMatrícula: 141005654
Jornalismo – 1º Semestre
Parte V
Diário de campo - Associados do bloco carnavalesco e afoxé Filhos de Gandhy.
Ainda decepcionado com o site e com toda a corporação do bloco, deixando a desejar toda uma expectativa e respeito com os associados o site do bloco e os telefones continuam sem respostas, diversas mensagens deixadas, ou ligações não atendidas, sem respostas nós associados nos desapontamos com todo o projeto elaborado para o carnaval desse ano e estamos receosos e não criando mais expectativas para o carnaval seguinte, mesmo com toda elaboração e charme que o Gandhy possui.
Victoria Andrade
ResponderExcluirCristãos classe média
Observei durante 10 anos, mais ou menos, cristãos da classe média brasileira que estiveram próximos a mim no dia-a-dia. Eles usavam como desculpa e resposta serem cristãos. Eu não sei muito bem sobre o cristianismo, mas com certeza isso não implica em boçalidade e hipocrisia. Porque esses cristãos, se satisfaziam ao apontar e julgar as pessoas em geral, que não correspondiam aos seus ideais particulares cristão. Adoram "ostentar", sim, "ostentar" o carrão novo do pai, os investimentos da família, a casa de praia do tio... Isso é coisa de cristão? Eles até param de comer só para dizer que já foi a disneylândia e se "gabar" em redes sociais. Eles querem vestir roupas caras e até dançam sertanejo nas festas, sim, eles estão lá nas festas. Agora, onde está a simplicidade que eles pregam nisso? Na verdade, eles são seres humanos, e isso é um mal do ser humano. E claro, querem estar a par da sociedade. Mas a questão final deve ser a fé que eles depositam no perdão de Deus.
contagem regressiva para a semana santa, e como sempre os preparativos para esse dias, começaram mais cedo para as senhoras, todo ritual começa a ser preparado, primeiro a partilha, segundo o local para a celebração, umas querem Arembepe, outras querem fica no bairro, fizeram tipo um sorteio, mas, até o momento não houve decisão.
ResponderExcluirAs comidas tipicas era um dos assuntos que também tinha dinema, pois todas estão em duvida do que vai partilhar, a unica certeza e as caixas de cervejas, que vai ser dadas por um homem voluntario que apareceu no grupo, deixando as senhoras radiantes de alegria, mas chegando o fim de semana o assunto mudou radical mente e o bavi passou a ser a preferencia. Há uma coisa que provoca a separação do grupo, literalmente falando, é o bavi, uma é Bahia outras Vitoria, e a discussão fica tão emocionante que alegra a rua toda, é um verdadeiro divertimento em o grupo.
Eu me diverti com os diálogos desse final de semana, quanto mais se alegravam, mais cerveja elas bebiam e assim foi o final de semana.
Aluno Denivaldo Ribeiro Veloso (141005458)
Elaine Lima Pereira
ResponderExcluirLeitores
Este final de semana foi o terceiro ano da turnê da intríseca aqui em salvador foi na Livraria Cultura do Shopping Salvador,e estive presente com alguns amigos para conferir como era,afinal nunca tinha estado lá.
Foi simplesmente maravilhoso,ficamos numa fila á espera da distribuição das pulseiras para entrar ali mesmo entrei em contato com vários leitores,de diferentes tipos de gêneros de livros e eles estavam com seus amigos muitoo felizes.
Ao entrar no auditório onde todos ficaram reunidos,cada jovem queria estar perto das pessoas que tivessem as mesmas afinidades que eles e animação estava sempre presente. Á cada livro novo anunciado os leitores piravam,e não haviam só jovens tinham mães acompanhando seus filhos também,e no final do evento trocamos redes sociais e falamos sobre os livros que estão por vir,simplesmente foi um evento memorável.
Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirTamille Santos do Canto, 06/03/2014.
ResponderExcluirMatrícula: 141005080
Professor: Rômulo Filho
"Crenças e manifestações artísticas da minha cidade"
Parte IIII
Depois da grande apresentação do “Pankadão Baiano”, voltei para casa deslumbrada, com poder que a dança tem entre os jovens da minha cidade. No outro dia, ao amanhecer, acordei com o barulho de gente conversando na frente da casa (detalhe: o povo aqui, acorda mega cedo e saem conversando pela vizinhança). Fui até a frente da casa para ver o que estava acontecendo, cheguei lá, estavam meus pais e meus vizinhos sentados no jardim, em pleno carnaval, e eles já estavam pensando na semana santa e falando sobre os costumes (o que pode e o que não pode durante a semana santa). Fiquei de parte escutando a conversa e observando o quanto é importante para eles seguir a risca todas essas crenças, e eles começaram a falar: “Durante a semana santa, vocês sabem que não pode comer carne né? Só pode comer carne depois que aleluia aparece, no sábado de aleluia”. E eu de parte observando com mil dúvidas na cabeça, e pensando: “Oi? Gente como assim? Não pode comer carne?”. Mesmo com várias dúvidas rondando minha cabeça, continuei ouvindo o papo, quando minha vizinha Dina disse: “Na semana santa agente tem que fazer resguardo, meu avô sempre dizia que durante a semana santa não podemos dançar, porque faz mal e a perna fica fina, dizia também que não podemos xingar a nossa mãe, porque se não agente virava bicho, e falava que tomar banho durante a semana santa fazia mal... Eu desde pequena fui criada dessa forma, acreditando nesses ensinamentos do meu avô, e pretendo passar isso para os meus filhos e netos.” Eu obviamento fiquei mais uma vez de cara, com tudo que eu estava descobrindo com aquelas pessoas (com quem convivo, mas não fazia ideia de que essas crenças existiam e que eram tão importantes para eles), a cada descoberta para mim era uma grande surpresa, e mais anotações para o meu caderninho, do qual não me separei, porque como tudo era muito novo para mim, eu me surpreendia com tudo e precisava anotar. Achei muito engraçado tudo o que eles falaram, mas também senti a importância e vi que cada palavra pronunciada vinha de dentro, e assim como era engraçado para me, era extremamente importante para eles. De descoberta em descoberta eu me sentia mais feliz, por estar ali vivenciando aquelas histórias, que se não tivesse decidido viajar, eu não teria a oportunidade de conhecer e sede de querer me aprofundar.
Ana Rosa Paes
ResponderExcluirMatrícula: 141001774
Passageiros e transporte público parte 2
Faltam condições! O transporte público na capital baiana tem que melhorar em todos os aspectos, Quem gosta de fazer uma viajem espremido e correndo risco de vida? Algumas propostas para as empresas de ônibus seriam:
1- Aumentar a largura dos ônibus, facilitando assim a circulação dos passageiros e para conforto dos passageiros durante a viajem sem causar nenhum incômodo ou constrangimento.
2- Climatização de todos os veículos
3- Melhor preparo dos cobradores e principalmente dos motoristas (Que na maioria das vezes nos tratam mal)
Sem contar na educação de várias pessoas, umas pisam no seu pé e não pedem desculpas, outras te empurram para cima das pessoas que estão em sua frente... Loucura, loucura, loucura!
Andar de ônibus é um exercício de paciência e boas maneiras, pois as pessoas cada dia que passa, andam mais e mais agressivas.
Rafaela Landim de Moura Santos
ResponderExcluirMatrícula: 1406446955
Jornalismo- 1º semestre
Professor: Romulo Magalhaes
Diário de Campo- Aumento do consumo de drogas por jovens em Shows de Rock e região do Rio Vermelho
No último Sábado (5) pela tarde teve a Turnê Intrínseca, uma divulgação, sorteio e explicações da editora Intrínseca a respeito dos seus novos lançamentos. Fui com os meus amigos e depois teríamos uma festa pela noite, pegamos o táxi, pedi para o taxista me deixar antes e fui andando para casa me arrumar enquanto todos já tinham ido direto. Como se diz em Salvador: Fui para um "reg". Estava meio desanimada, perguntei como estava a festa lá porque se tivesse ruim eu nem iria, tinha comprado um livro que estava ansiosa pra ler. Liguei e disseram que tinha pouca gente, a festa estava meio ''Flop" como se diz os meus amigos que geralmente frequentam a Boate Amsterdam (Demorei tempos para entender o que era ''Flop".) Uma festa parada, sem muita gente, sem muita animação. Disse que não iria e quase me mataram via telefone, me arrumei rápido para escapar das ameaças e peguei uma carona com minha prima, que me deixou lá exatamente às 18:20. Tudo desanimado,até que a bebida começasse a fazer efeito nos outros. Era possível observar jovens bêbados em grande quantidade, enquanto dançavam, gritavam,alguns até tiravam a roupa. Toda festa que vou eu consigo ficar impressionada como a bebida tem a capacidade de mudar uma pessoa e seus comportamentos. Amigos meus que são considerados ''tímidos'' no nosso grupo, quando bebem mudam completamente, atitudes totalmente inesperadas. É até engraçado de se ver, mas seria hipocrisia dizer que ainda dá um medo por saber os efeitos que o álcool traz em excesso. Sempre fico traumatizada quando vejo algum conhecido em estado deplorável pelo álcool. Principalmente quando as coisas pioram e torna-se um coma alcoólico, acho que por ser traumatizada de ter visto um amigo tendo convulsões em um show, não consigo mais passar por experiências assim. Ainda bem que essa festa foi mais tranquila, me privou de ver essas situações, além de vômitos e outras coisas bizarras que ocorrem quando o ''olho é maior que o fígado''. Nessa festa não vi tanto consumo de drogas como vejo nas outras que frequento, garrafas de vodka no freezer, pude contar umas 5, além do energético que os jovens aproveitam para misturar na Vodka. Uma garrafa de Refrigerante"Goob" apenas, não tinha som porque a caixa de som não estava com bateria, além de que a festa estava dividida em "grupos", por afinidade na certa. Como só conhecíamos algumas pessoas e o dono da festa, fizemos o nosso próprio ''grupinho'' e conversamos bastante, começou uma brincadeira na nossa mesa de Verdade ou Consequência com uma garrafa de Natasha (Vodka) onde só se perguntava coisas pessoais e intrigantes que realmente só era possível saber pelos meus amigos com o efeito do álcool. É interessante como a mistura de álcool com timidez, não cai muito bem. O uso do cigarro é enorme, é impressionante como todo adolescente tem a sua própria carteira de cigarro e seu próprio isqueiro, mal sabendo que no futuro todos os atos praticados no presente serão percebidos na saúde de cada consumidor de drogas e bebidas.
Giullia Oliveira L. Ferreira
ResponderExcluirMatrícula : 141007402
Parte 1
Resolvi ter como objetos de estudos os ateus. Conheço muita gente que é ateu ou ateia e estão dentro do armário. Passei muito tempo observando esse grupo, pela internet, pessoalmente e o pricipal motivo para que eles têm para se "esconder" é a intolerância. Ser ateu em um país que considera a religião (seja qual for) é uma tarefa complicada demais. Observei que se dizer ateu requer muita coragen e força de vontade. Não é fácil ver alguém simplesmente te olhar como se fosse você uma aberração ou até mesmo mudar o jeito de falar após sei la, uma conversa esse alguém descobre o seu ateísmo. O que eu descobri é que existe um preconceito muito grande, MUITO grande. Ouvi alguns relatos de pessoas que já foram ameaçadas, xingadas e ofendidas. E isso é apenas algumas das consequências e dificuldades encontradas pelos ateus
Victoria Andrade
ResponderExcluirCafézinho da tarde com cristãos
Toda sexta-feira um grupo de amigos cristãos se reúnem na casa de uma das pessoas do grupo para agradecer (e pedir) a Deus. Cada um leva algo, para depois da reza, agregar ao cafézinho da tarde. E ainda depois, papo vai, fofoca vem, risadas e interesses, a novela começa e só quando acaba esse ciclo cessa para recomeçar tudo de novo na próxima sexta-feira. É o mesmo grupo, fazendo e falando as mesmas coisas, todas as sexta-feiras como um ritual já.
Ana Rosa Paes
ResponderExcluirMatrícula: 141001774
Passageiros e transportes públicos parte 4
Escrever apenas para reclamar é mole ou quer mais? Um ponto importante a se observar no transporte público soteropolitano é a qualidade dos veículos. Muitos estão sujos, com assentos quebrados e janelas emperradas. Os alçapões localizados no teto do veículo sempre enferrujados. Ou seja, além de ter que aturar gente mal educada do meu lado, eu tenho que passar calor! É fogo viu?
Muitas vezes os veículos quebram no meio do percurso e os passageiros ficam "a deriva" a espera de um outro ônibus para o destino escolhido. Para quem anda de ônibus, um veículo quebrado, significa compromissos atrasados, estresse e muita correria.
Liguei para a Transalvador para falar a respeito das condições em que os veículos se encontravam e ela não se responsabilizou pela manutenção dos memos, registrando apenas a ocorrência e prometendo passar o recado adiante. Deu resultado? Não, os ônibus continuam da mesma maneira, pouco seguros, com péssima qualidade e cada vez mais sujos.
Ayrton Williams
ResponderExcluirDiário de campo- De playboy para dona de casa
Quinta e última postagem
Nunca deixe seu facebook aberto no campo de visão de um dos Bombados ou do Gordo! Quem avisa amigo é.
Pobre louco, saiu de sua toca para tomar banho e cometeu o erro de deixar seu computador na sala com o facebook aberto. Um dos Bombados viu isto e rapidamente e foi ler em voz alta as conversas do pobre com a namorada dele que está no interior, o Urso que tranquilamente dormia acordou com as altas gargalhadas. O Gordo lia imitando o jeito de falar do Louco, o que deixava a coisa ainda mais engraçada.
Depois de tudo isso, foram no shopping comprar um maldito boné da John John para o Gordo, para que ele pudesse se incorporar no personagem de uma música que tem por refrão a frase: “Sou um gordinho gostoso”. Presente do Bombado menor para pagar a dívida que ele tinha com o Gordo.
Meia noite se chega e nada desse “rolha de poço” calar a boca. Era gordinho gostoso pra lá, gordinho gostoso pra cá e eu já não suportava mais ouvir aquele desafinação dos infernos que mais parecia uma simulação de sexo. Por tantas da madrugada ele foi tomar banho ainda cantando a maldita música, só se calou depois que dormiu, para o nosso sossego.
Na tarde seguinte o Urso dormia (que novidade) quando o Gordo entra sorrateiramente no quarto e põe um grito na maior altura no seu celular, se o Urso sofresse do coração este diário de campo não teria sido escrito. Acordei de um pulo enorme, achei que estava tendo um pesadelo com alguém morrendo e caindo nos quintos dos infernos e me pedindo socorro.
Para finalizar este diário, contei com a participação de todos os personagens desta aventura, para comemorarmos alegremente num fim de semana na piscina comendo um churrasco e esquecendo dos problemas da “dificuldade” (apelido carinhoso dado a faculdade). E aqui se acaba as histórias dos playboys que viraram donas de casa.
Giullia Oliveira L. Ferreira
ResponderExcluirMatrícula: 141007402
Parte 2
AteuX religioso
Em um dia comum, estou sentada no ônibus voltando para casa após um dia longo. O ônibus segue e em certo ponto, entra um cara que se dizia testemunha de jeová. Era uma cara daqueles típicos, que usava o none de Deus como se fosse vírgula. Antes de se sentar, ele decidiu fazer um discurso. Na época, estava a polêmica na novela das 21h, sobre o beijo gay dos personagens... Com um discurso super conservador , esse fanático atacava os homossexuais, os insultavam e falava que nós não poderiamos deixar que aquela pouca vergonha entrasse em nossa casa, influenciasse os nossos filhos e um monte de outras infelicidades. ( alô alô Feliciano ).
Em um certo momento do discurso, um rapaz com mochila nas costas pediu a palavra de modo educadamente e o fanático relutante , calou- se. Após algunz segundos de silêncio, o jovem começou a falar : boa tarde, ms chamo M***** , sou ateu e estudande . Para chegar nesse estágio e me assumir ateu, estudei muito.li a Bíblia, frequentei igrejas de vários tipos. O senhor foi muito infeliz com esse discurso. Indo pela sua vertente de acreditar em Divindades, peço que me deixe citar um pequeno texto que eu encontrei na internet. Todos calados, o fanático apenas assentiu com a cabeça. Então o rapaz começou falando : Buda não era budista... Cristo não era cristão ...Maomé não era mulçumano. Eles eram mestres que ensinavam amor, amor era a sua religião. Então , por favor , o senhor não tem o direito de espalhar o seu preconceito em nome de Deus ou de qualquer outro que seja. Após dito isso , algumas pessoas ( inclusive eu!!!) Bateram palmas . O religioso deu sua resposta e se sentou. Isso só me fez enxergar o quanto a religião não vai servir se você não tiver um bom coração. Foi irônico ouvir um ateu com um discurso tão religioso, mas com uma verdade imbutida.
Ana Rosa Paes
ResponderExcluirMatrícula: 141001774
Passageiros e transporte público parte 5
Voltando a falar da manutenção dos ônibus, até a presente data, não recebi retorno nenhum da transalvador por email. A quem devo recorrer? Tentei entrar em contato com a empresa do ônibus em questão e os números sempre davam ocupado ou o email voltava para a minha caixa de entrada. Vi muitas pessoas reclamando da péssima qualidade do transporte público em Salvador. O motorista acaba por colocar a vida de muitas pessoas (inclusive a dele) em risco. Não existe segurança alguma dentro dos ônibus e muitos de nós ou a grande maioria, passa por maus bocados dentro do "buzu". Toda via, concluo que o transporte público seja um mal necessário para todos nós.
Giullia Oliveira L. Ferreira
ResponderExcluirMatrícula : 141007402
Parte 3
Ateus e a internet
Nos dias de hoje, estamos cercados de informações por todos os lados. Na rede podemos ser o que quisernos ser. Para realizar esse trabalho , consegui encontrar alguns grupos ateístas espalhado pelo facebook. Em uma noit qualquer, eu estava navegando por uma dessa páginas. Possj dizer que foi de longe a página mais inteligente em que naveguei. Sen insultos, ssm perseguição a nenhuma religião específica. Em algum algum membro da página tirou um print de um texto enorme. O conteúdo era muito específico. Era uma mulher, parecia ter uns 25 anos.. o texto era tinha muito insulto, palavras de baixo calão. Primeiramente ela falava do amor de Deus, que os donos da pag ainda iriam se ajoelhr diante do mesmo. Após alguns comentários dos membros da pag, a mulher foi ficando com mais raiva. Xingamentos rolavam. "Vocês irão queimar no inferno" .. "Deus castigará vocês " e eo post gerou muitos comentários... alguns ateus se irritaram, mas em nenhum momento å insultaram, apesar da falta de respeito da mulher e também da sua ousadia ja que era catôlica e estava xingando em uma página ateia. Pude perceber que os ateus são respeitosos em sua maioria.racionais.sempre usando argumentos e fatos que deixam alguns cristãos confusos (sim, isso realmente acontece) e eu pude ver. Alguém postou um vídeo de um programa ateu do EUA. No vídeo, um pastor conversa com dois físicos ateístas. Em certo momento, o religioso não tem mais argumentos. Aprendi muito com essa pág.
Giullia Oliveira L. Ferreira
ExcluirMatrícula: 141007402
Parte 4
Sendo uma ateia
Em uma tarde comum, estava indo até a casa de uma amiga.peguei um ônibus, desci e caminhei. Durante a minha caminhada, alguém se aproxima de mim sem o menor pudor. Levei um grande susto pois achei que fosse um ladrão. Por sorte não era. Haha era uma testemunda de jeová. Ela riu e me acalmou um pouco. Fui simpática com ela e então ela começou a falar. Deus isso, Deus aquilo até que eu decidi me passar por ateia. Quando ela ouviu aquela palavra, sua expressão facial mudou completamente. Durante os 10 minutos de caminhada, ela tentou ne converter. Disse que era coisa do demônio. Com toda a paciência que eu tenho, disse a ela que os ateus não tinham relação com o satanismo , pois simplesmente , os ateus não acreditam no demônio também. Dito isso, a mulher decidiu seguir seu caminho, não antes de soltar uma frase típica : Deus é verdade. A única verdade de toda a vida. Após esse acontecimento, postei em um grupo ateu o fato e li vários relatos de ateus que sofrem com essa ignorância. Acham que só porque são ateus que são pessoas más ou um perigo para crianças.
Andrey Morais de Oliveira
ResponderExcluirMatrícula: 141000556
Pessoas hoje possuem um pensamento muito mais amplo quando o assunto é religião, o número de jovens que frequentam a igreja está diminuindo demasiadamente, ao ir à missa dia de semana reparo que só pessoas com mais idade frequentam se houver jovens eles ficam dispersos. Ao ir na sexta feira, percebo uma quantidade considerável de lugares vazios, tinha uma mulher com o filho pequeno na terceira fileira, com o passar do tempo foi chegando mais gente, umas pessoas que chegavam antes de ir se sentar iam para a frente do altar faziam o sinal da cruz, paravam como se estivessem fazendo uma pequena oração e depois iam aos seus lugares, no entanto, alguns ainda ao chegar no assento se ajoelhavam e pediam/agradeciam por algo. Aos poucos a igreja foi enchendo, mas não foi nada exagerado, tinham famílias com suas crianças de colo, ou filhos mais crescidinhos e até com adolescentes, dava para perceber o nível de interesse de cada pessoa, as senhoras da frente que vão sozinhas com o que aparenta ser uma das melhores roupas do guarda-roupa e seus terços no pescoço (que ao início da celebração tiram e ficam em suas mãos) sabiam a parte ritualística e cada canção de cabeça, os com menos idade acompanhavam pelo papel que continha o ritual. Ao final da missa o padre chamou as pessoas para jogar água benta, parte dos presentes levantaram alguns pertences, como por exemplo, chaves de carro, fitas do Senhor do Bonfim, os pais levantavam suas crianças que pareciam se divertir com essa parte.
Andrey Morais de Oliveira
ResponderExcluirMatrícula: 141000556
Dessa vez eu achei um pouco tarde na igreja de Nossa Senhora do Resgate, e quando cheguei a surpresa foi não achar mais lugares vazios, acho que pelo fato de ser a “missa dos milagres”, é como estavam chamando a celebração, então fiquei em pé no canto esquerdo da igreja, com uma visão em diagonal do altar, onde pude ver que o padre gesticulava bastante e conseguia animar a celebração com piadas bem oportunas e limpas, o fato de não estar sentado me deu uma visão bem mais ampla, uma figura que me chamou bastante atenção foi uma mulher que tinha aparentemente uns 30 ou 40 anos que levava em um cartaz uns papéis, procurando saber o que era eu consegui descobrir que ela era uma advogada e que ela estava ali para abençoar as causas dela, a missa foi bem tranquila e divertida, só foi um pouco desorganizado na hora da entrega da hóstia, pois estava muito cheio, de gente de todas as idades.
Elaine Lima Pereira
ResponderExcluirLeitores
Para terminar o meu diário de campo,resolvi passar uma mensagem. A Leitura para mim é algo extraordinário,pois a partir dos livros viajo para diferentes partes do universo o hábito da leitura atualmente está bastante esquecido,afinal todos só gostam de ficar em redes sociais. Que tal fazer uma troca por 1 hora de acesso em redes sociais tenta ler um bom livro? Essa troca com toda certeza irá lhe trazer um mundo totalmente novo,onde você assim como nas redes sociais você poderá conhecer pessoas novas que podem marcar sua vida para sempre. Uma vida com livros é um vida mais completa.
Deborah Natalie Rocha Fernandez
ResponderExcluirObjeto em estudo: Pessoas que frequentam academia de musculação
Hoje as todos estavam bem agitados, academia cheia e música alta. O axé e a música eletrônica foram substituídos pelo forró e o sertanejo. A recepcionista Tatiana, estava com uma cara de cansada hoje, mas mesmo assim não deixou o sorriso de lado quando a cumprimentei. Os instrutores pareciam estar com sono, mas a instrutora Leila (a única mulher), estava a todo gás, dando bastante atenção à todos que iam até ela pedir ajuda, ou até mesmo àqueles que estavam fazendo algo errado. Hoje todas as esteiras estavam ocupadas, fui fazer bicicleta com umas meninas que estavam conversando algo sobre o final de semana. Fiz apenas uns 20 minutos de atividade física, pois estava com muita dor de cabeça, me alonguei e fui embora.
Nome : Mariléria Cecília Xavier da Silva
ResponderExcluirCurso/semestre : Jornalismo 1
Professor : Rômulo Magalhães
Diário de campo : Observando o comportamento das mulheres no salão (Parte 5)
Esta semana eu escolhi a sexta-feira para ir ao salão. Cheguei ás 8:00 horas para ser uma das primeiras, pois queria aproveita o meu dia.
Havia no ambiente um ar de fofoca quando a podóloga chegou trazendo um recado para patroa,dizendo que a manicure não poderia comparecer por motivos pessoais. A patroa insistiu em saber o porquê, então para acalmar a situação ela lhe disse que provavelmente o motivo pelo qual a moça não iria teria a ver com o fato da irmã dela estar na maternidade e ela ficaria como acompanhante.
No momento a dona do estabelecimento estava a desabafar para mim:
-"Em plena sexta-feira, logo no dia que o salão tem mais movimento, ela resolve sair."
Eu não tinha muita coisa a falar, pois o fato não me afetou, já que não iria utilizar-me dos serviços dela. Mas com imparcialidade lhe disse para ficar calma e que tudo daria certo.
Então ela se acalmou e começou a escovar o meu cabelo.
Ariadne Joana De Oliveira Salvador
ResponderExcluirMatrícula: 141003433
A última semana de observação foi uma das mais legais. Nós quatro nos unimos mais do que nunca, o que parece ser indícios que os próximos meses e talvez anos ao lado das meninas será muito bom. Saímos juntas, assistimos diversos filmes e ficamos horas e horas, em vários dias, sentadas em um só quarto conversando coisas da vida, assuntos passados sobre relacionamentos, contando como eram as nossas vidas e como elas estão agora. A estudante de publicidade estava louca resolvendo assuntos da faculdade entre atividades e provas. A nutricionista quase formada passou a semana indo estagiar em creches e voltava para casa bastante animada pois ela adora lidar com crianças. O principal assunto na casa é o feriado da Semana Santa pois nós quatro voltaremos para a nossa cidade de encontro aos nossos amigos e famílias então a ansiedade é cada vez maior. Reformulamos as tarefas da casa como faxina e limpeza da louça. Houve um desentendimento entre a estudante de odontologia e a de nutrição pois uma estava achando que a outra não cumpria seus deveres na casa mas ainda bem que tudo se resolveu rápido. As refeições da casa eram feitas todos os dias em conjunto o que foi divertido. A semana foi totalmente tranquila e estou feliz por estarem nos dando bem a cada dia que passa.
Nome: Karine Kelly C. Silva
ResponderExcluirEtnografia de um campo de várzea. Parte 3
Especificamente no dia 05 de abril de 2014 fui dá continuidade a minha etnografia para finalizar meu diário de campo. Sendo assim, por volta de 17:30 da tarde sair de casa e voltei ao campo de várzea aqui perto, chegando ao local o campeonato já estava acontecendo, primeiro observei de longe e vi poucas pessoas, mas quando cheguei mais perto pude perceber que havia uma quantidade significativa de pessoas observando o jogo que estava acontecendo sem contar com os outros dois times que ainda iram jogar. Pouco depois da minha chegada o jogo teve fim e outro time entrou em campo para dá continuidade ao campeonato, sentir que os ânimos estavam à flor da pele estavam todos muitos agitados, assim que o jogo começou presenciei dois gols feitos pelo mesmo time e pelo mesmo jogador, mas também presenciei uma cena não muito agradável. Dois jogadores, de times diferente, resolveram brigar dentro de campo, quando vi os dois já estavam entrelaçados um ao outro e quando fui procurar saber o motivo da briga, me disseram que foi apenas porque um jogador atingiu a perna do outro e a partir daí os dois entraram numa briga que parecia não ter fim, os outros jogadores até tentavam separar, foi um pouco difícil até que conseguiram. Com esse ocorrido alguns jogadores desistiram de jogar naquele dia e dessa forma o campeonato foi cancelado.
Nome: Madalena Amorin Piñeiro
ResponderExcluirMatrícula : 141001375
Treinadores na Academia de Ginástica – Parte 1
Segunda- Feira como sempre é o dia menos aguardado da semana, nela a rotina se consolida mais uma vez dando espaço a obrigações e atividades cotidianas e na academia que eu frequento não é diferente. O espaço Alpha Fitness sede I é bem localizado, em pleno centro de Vilas do Atlântico na cidade de Lauro de Freitas em frente a um posto de gasolina e ao lado da Bella Massa uma das melhores delicatessens da região. As cores amarela e preta se destacam nos anuncios e na própria pintura do prédio, janelas enormes também fazem parte da arquitetura e permitem que quem esteja passando por perto veja os aparelhos de esteira, além de permitir uma breve visualização de quem está de fora, quem está dentro tem a rua movimentada como panorama caso não queira assistir tv individual disponibilizada em frente a cada uma das esteiras.
Ao chegar subo por volta de 20 degraus e dou de cara com a recepção onde cumprimento a Amanda, simpática recepcionista que sempre tem algum tipo de elogio para fazer em relação ao meu cabelo cacheado. Depois de passar pela catraca me encaminho ao banheiro onde deixo minhas coisas no armário individual e me preparo pra alongar com 20 minutos de aeróbica na esteira, porém antes de começar passo na mesa dos treinadores, cumprimento todos eles (Tiago, Liza, Xande ou qualquer outro) e imprimo a minha ficha de treino para entregar a qualquer um deles que vá a me acompanhar.
Após esse tempo de aquecimento sigo para beber alguns goles de água e prossigo para saber quais exercícios tenho para fazer. Nesse dia quem esteve comigo foi o Tiago, ele é o treinador mais antigo de lá, me acompanha desde o começo e conhece os meus limites e capacidade em termos físicos (meio óbvio), costumo dizer que ele é o meu anjo protetor pois é dotado de uma paciência sem tamanho e leva em consideração sempre qualquer comentário que eu faça. Por esse tempo o meu treino consiste em revezamentos nas diferentes máquinas de lá. Admito que ás vezes fico com um pouco de preguiça de revezar pois nem todas as máquinas são próximas umas das outras devido a ampla distribuição de todos os aparelhos, mas segundo o próprio Tiago o objetivo disso é justamente fazer com que eu trabalhe os músculos de forma objetiva pra consguir o tão sonhado resultado dos quilinhos a menos. Com jeito brincalhão, descontraido e sempre objetivo ele tanto ajuda os alunos quanto se diverte e trabalha, é um verdadeiro maratonista pois é difícil de encontrar ele parado em algum lugar por muito tempo.
Meu treino dura cerca de uma hora, ou uma hora e meia a depender da minha disposição no dia e basicamente se procede dessa maneira, faço os revezamentos, se algo está errado sou corrigida, termino o treino volto a alongar no aparelho elíptico como exercício aeróbico, vou beber mais um pouco de água, ligo pro meu pai ir me buscar, me despeço de todos e sento no puff perto de uma das janelas para ficar atenta a hora que o carro aparecer e depois volto pra casa para mais uma tarde intensa de estudos e obrigações como toda segunda feira oferece.
Nome: Madalena Amorin Piñeiro
ResponderExcluirMatrícula : 141001375
Treinadores na Academia de Ginástica – Parte 2
Na terça-feira o humor e a disposição já se fazem um pouco mais presentes na maioria da rotina das pessoas, pelo menos na minha é assim. Hoje a rotina na academia se procedeu da mesma forma, porém o que eu não esperava era que a treinadora Liza iria me acompanhar hoje. Não tenho problema nenhum em trocar os treinadores, acho que isso foi uma estratégia organizada por eles mesmo como forma de interagir mais com os alunos e estar por dentro das dificuldades e objetivos de todos, porém eu admito que com ela me transmite uma leve apreensão. Diferentemente do treinador anterior ela não é nem um pouco paciente e pra conseguir estimular os alunos é na base do grito ou de falar grosso. Só que eu sou meio lenta e tenho que ter tudo que devo fazer bem explicado pra que fique claro na minha mente e isso de explicar desse jeito paciente não faz muito o jeito dela. Constantemente sou advertida por estar fazendo alguma coisa errada em qualquer um dos exercícios e sempre afirmo que se ela tivesse me explicado como fazer antes não teria todas essas dificuldades e nem ela gastaria tanto a voz só em falar comigo.
Apesar disso eu afirmo que nós temos uma boa relação e que esse é apenas o jeito dela de lidar com a dificuldade dos outros, acho que agindo dessa maneira ela espera que todos se esforcem pra conseguir o objetivo e consequentemente parar de ouvir tantas reclamações por parte dela, sim, é difícil de acreditar mas volto a afirmar que temos uma boa convivência e que até de vez em quando conversamos sobre assuntos diversos do tão abrangente universo feminino do qual fazemos parte.
Nome: Madalena Amorin Piñeiro
ResponderExcluirMatrícula : 141001375
Treinadores na Academia de Ginástica – Parte 3
Aqui está a quarta feira e resolvi fazer um pouco diferente, admito que estava com preguiça de ir malhar mas optei por uma escolha diferente que ainda me beneficia de certo modo. Na minha academia há a opção de fazer apenas o exercício aeróbico durante o mesmo tempo de circuito do treino convencional. Então decidi passar o tempo todo na esteira, mesmo não circulando pelos aparelhos como normalmente faço é possível perceber os treinadores ou até mesmo os outros alunos circulando, se alongando em máquinas próximas ou até mesmo conversando sobre os mais variados assuntos. Hoje em especial observei treinador Alexandre, ou Xande como todos costumam chama-lo. Notavelmente diferente em relação aos outros ele se destaca pelo seu enorme porte (acho que umas 4 ou 5 de mim equivalem a um dele). Com seu jeito brincalhão e malandro ele certamente é a preferencia de muitas alunas e também é bastante cotado para atuar de personal trainer, proporcionando assim atendimento individual a cada um de seus alunos para que todos alcancem suas metas. Novamente ressalto que esse dia não foi muito bom e eu voltei pra casa sem nada fora do normal.
Nome : Maria Luiza Oliveira
ResponderExcluirMatricula : 141006935
Solteiros - Texto 4
Estava andando na rua enquanto meu ouvido captou por um segundo uma menina que passou ao meu lado cantando, e pela minha pressa, só deu mesmo pra ouvir a palavra Amor. Ela passava talvez calma ou apressada, não sabia se era amável ou amarga,mas cantarolava sem vergonha o amor. De fato,amava. Continuei andando e lembrei muito dela e daquela palavra que a propósito sempre existiu em mim, mas agora não saía da minha cabeça; Amor Amor Amor A-m-o-r. Era por causa dele que Mariana o perdoou. Era por causa dele que Joana continuava a deixar mensagens na caixa postal. Era por causa dele que Marina rodou o mundo para procurá-lo, era por causa dele que Aline o aceitou em casa depois de tanto tempo desaparecido, era por causa dele que Giovanna arrastava ainda aquele casamento. Era por causa do amor. Merda. Eram mulheres super apaixonadas,hiper apaixonadas,tanto que não tinham mais decisão sobre suas vidas nem sobre o amor que sentiam. Sim,se amavam. Toda mulher no fundo se ama um pouquinho, mas é que é chato gostar da gente mesmo.Não temos duas bocas,nem quatro braços, pra se beijar,abraçar e dizer coisas de amor. A gente gosta de ficar bonita, de parecer bonita porque a gente quer mesmo é gostar do outro, é que ele goste da gente. Daí pensamos que vai ser tão lindo,seria tão bom,tão maravilhoso se....Puro estrago. O amor é um verdadeiro termômetro. Ta frio,ta quente e quase sempre se quebra. Daí compramos outro,quebramos,e mais outro...há vários,sabia? Difícil é achar um que não se quebre com tanta pressão.Vende na farmácia, a diferença é que um custa mais caro em nossa vida que outros. Só sei que de todas as suas definições e teses, nada pude concluir, não consegui experiência mais perto do que: Sentir. E cá pra nós, aqui dentro sempre habitou. Sim, o amor e seus diversos tipos. Amor pela fé,pela minha familia,pelos meus amigos,amor por um momento,por um lugar,amor por uma flor. Amor por um grande amor.
Nome: Maria Luíza Oliveira
ResponderExcluirMatricula: 141006935
Solteiros e suas inconstâncias.
Texto 5
1.Você acorda se sentindo a pessoa mais saudável do universo, você pretende mudar de vida, virar vegetariana,plantar arvores, entrar na academia e fazer Pilates mas tudo se destrói quando você passa na frente do Mc donald's.
2. Você acorda revoltada com a vida, indignada porque Meu Deus você merce levantar aquela hora da manhã pra assistir uma aula sobre Projeções cilíndricas,conformes,equivalentes se de nada aquela porra acrescentará em sua vida.
3. Você acorda em silêncio, não da Bom dia a ninguém, já diz que acordou de Mau-humor apesar de ninguém ter te proferido uma palavra.
4.Você acorda determinada, pensando como é bom estar indo aos estudos, dizendo vai estudar e agora é uma pessoa mudada porque ninguém é melhor que você, até que tudo se desfaz quando você tira 0 e a cdf da sua sala 10.
5. Você acorda querendo ''Curtir a vida adoidada'' repete que a partir de agora tudo será diferente, você não ta nem ai pra prova nenhuma, você vai pra todas as festas que aparecerem em sua frente porque o que precisa mesmo é curtir o momento, tudo passará.
6. Você acorda com síndrome de doenças: dizendo a sua mãe que está com febre, dor de cabeça, que não está aguentando essa pressão, que seu sistema imunológico está baixo, que suas costas doem, Ai! acho que torci o pé também
7. Você acorda querendo mudar de visual,pintar o cabelo, fazer cinco piercings, dez tatuagens...
8.Você acorda se sentindo a pessoa mais ocupada do universo, estudos, tem inglês, academia, Pilates..Como é bom ser útil!
8. Você acorda com extinto fugitivo, promete que vai arrumar suas coisas e fugir pra casa de uma amiga, ameaça sua mãe e diz que não volta mais
9.Você acorda no sentido ''Be love'' manda mensagenzinhas de Bom dia para todas as pessoas queridas sem se preocupar com os seus créditos.
10. Você não acorda.
Nome: Madalena Amorin Piñeiro
ResponderExcluirMatrícula : 141001375
Treinadores na Academia de Ginástica – Parte 4
Quinta feira, hoje o dia foi um tanto quanto inesperado, novamente segui a minha rotina de chegar a academia e graças a Deus a onde de preguiça finalmente me largou e eu acordei mais disposta para me exercitar.
Pude perceber que haviam dois treinadores novos, bom, eu não os conhecia e antes de começar o aquecimento, fui informada pelo Tiago que um dos novatos iria me acompanhar hoje e ele me apresentou ao Pedro e ao Rafael, os cumprimentei rapidamente e segui para os meus 20 minutos de aeróbica no aparelho elíptico.
Após terminar o Pedro veio me acompanhar, pude perceber que ele estava um pouco nervoso e era extremamente cuidadoso com tudo que fazia, parece que aquele era um emprego novo pra ele e pelo pouco que ouvi de uma conversa ele tinha trabalhado apenas em dois outros lugares antes e não ficou por muito tempo. Talvez por isso que se deva essa preocupação tão notável e o desejo de se sair bem para grantir uma permanência melhor nesse emprego. Houve momentos em que eu tive que assegurar que conseguia mexer em alguns dos equipamentos tamanha a preocupação que ele demonstrava. No mais o resto do treino seguiu deste modo, tranquilo, sem muitas preocupações à não ser por parte do treinador mas acho que isso é por se estar num lugar novo e com pessoas diferentes e isso não se aplica apenas ao espaço de uma academia mas sim a grande maioria das outras profissões e momentos do cotidiano de todos os indivíduos da sociedade.
Willyam Santos Do Nascimento
ResponderExcluirMatrícula: 141002031
Jornalismo- 1º semestre
Professor: Romulo Magalhaes
Diário de Campo: Um Olhar para minha sala de trabalho!
Parte 04
02,03 e 04 de Abril, última semana – Nesta última semana de observação foi interessante, pude observar certas coisas referentes à supervisora C. Ela não é uma má profissional,com suas ações referente aos atendentes, como ser mais exigente com determinados colegas meus, e outros não pode mostrar não um favoritismo mas vejo que isso pode ser uma forma de afinidade de sua parte, identificação. Ela tenta marcar presença por assim dizer, mostrar que tem autoridade para não parecer desacreditada, já que é nova no setor vinda de outro lugar oposto que se encontrava. Em suma, ela quer ocupar seu espaço de melhor forma possível, muitas vezes realizando ações que nem todos os atendentes aprovam, mas que na sua visão é uma forma de impor respeito àquele que estão sobre sua visão.
João Vitor Figueiredo Santos
ResponderExcluirDiário de Campo - As crianças e suas brincadeiras
Durante a quarta semana de observação, dia 20 de março de 2014 (quinta-feira), as crianças resolveram a brincadeira do dia de forma pacífica, sem causar nenhuma confusão ou algum conflito, decidindo brincar de esconde-esconde.
Porém, esse clima harmônico durou até o momento da decisão de qual pessoa iria contar. Ao perder no “par ou ímpar”, a líder do grupo recusava-se a contar, provocando o estresse em todos os participantes da brincadeira, causando um verdadeiro tumulto. Gritarias, xingamentos e ameaças tornaram necessária a interferência da vizinha na confusão, para manter a estabilidade do grupo.
Após a intervenção da senhora, a turma se acalmou dando continuidade a brincadeira. No entanto, a integrante do grupo continuou a querer estragar a diversão. Tendo perdido a brincadeiras duas vezes, a menina começou a “guardar caixão” – quando a pessoa que está contando não sai do local de onde contou, impedindo os outros integrantes de “se salvarem” -, ocasionando na desistência do grupo em continuar brincando de esconde-esconde. Desgastados após vários desentendimentos, a turma se dividiu: algumas crianças foram brincar de bicicleta, outras de Uno.
João paulo almeida dos reis
ResponderExcluirparte III - carnaval x capitalismo :
Com um olhar mais atento pude observar que o que gira em torno do carnaval. não é somente a vontade de se divertir mas também todo um mercado formal e informal que geram lucros exorbitantes. a diversidade nos produtos oferecidos é imensa, no comércio informal encontramos de tudo, desde gente vendendo bolsas até protetor solar. pessoas inseridas no próprio comércio formal estabelecem relações comerciais com os diversos vendedores que encontramos nas ruas. essas pessoas geralmente portam camisas de blocos ou camarotes estes são legalizados e obedecem a todos os trâmites governamentais.
João Vitor Figueiredo Santos
ResponderExcluirDiário de Campo - As crianças e suas brincadeiras
No dia 28 de março de 2014 (sexta-feira), as crianças não demonstravam interesse em brincar na rua. Sentadas na varanda da casa de uma das integrantes, a turma brincava de ABC. Entre uma palavra e outra, estavam sempre dando gargalhadas com as palavras inventadas pelos integrantes para descontrair o grupo.
Depois de brincarem de ABC, resolveram jogar Uno. O clima de paz estava tão presente neste dia, que não houve nenhum tipo de estresse entre os componentes, ao decorrer do jogo. Porém, o grupo enjoou de Uno, resolvendo ficar conversando sobre qual profissão queriam exercer. Médico, policial e professora foram algumas das diversas profissões mensuradas pelo grupo, que conversava alegremente. Depois de tanta conversa, resolveram brincar de bicicleta, mas voltaram a brincar na varanda da menina novamente, por não haver muita movimentação na rua. Em seguida, cada criança seguiu para suas respectivas residências, pois já estava tarde e a mãe da menina disse que iria fechar a casa.
Diante disso, encerro o meu diário de campo sobre as crianças e as suas diversas brincadeiras, fato que me fez relembrar boas recordações e memórias.
Nome: Alisson dos Santos
ResponderExcluirMatrícula: 141000948
Tema: Alunos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda
Há algum tempo,logo no início das aulas frequentava e de maneira tímida e singela passava a conhecer as pessoas 'estranhas' da sala de número 2004. Ás vezes a impressão é a primeira que fica, e quando ela é boa e positiva é a que a gente quer guardar. Um novo mundo,faculdade,um novo grupo,estudantes de Jornalismo,um varal de cabeças atuantes,jovens pensadores e construtores de opinião. Passavam-se os dias e cada vez pessoas se realçavam na turma,como : Sabrina da maneira louca de ser,Vinicius Lima com sua risada engraçada, Suilan com sua voz pequena grande,Vinicius Espínola com sua voz gigante e assustadora,Will com um 'gorro' na cabeça como marca registrada,Iago com a irreverência e o amor pelo Bahia, Alex pelo pensamento rápido e sagaz no sarcasmo...e ao poucos torna-se a turma 2014.1 de Jornalismo. Um convívio de 'tempos',habituado com o ar condicionado quente,com o pedido pra ter intervalo, com a comunicação intensa, com a rotina de trabalhos, com a rotina de pessoas já acostumadas,essa é a turma de Jornalismo. Pouco depois uma mulher,de patente alta,bigode grosso, dá outro trilho pelo qual comecei a construir por liberdade de escolha. Me mudei pra sala de Publicidade e Propaganda,me sentindo em um labirinto,pessoas estranhas, desprovidas de algo que seja compatível a mim, frequentei as aulas. E naquela sala,naquele ambiente, era como se todos os dias,em todos os horários formigas e formigas andassem e tripulassem em meu corpo. As pessoas pensavam e agiam de forma diferente e se comunicavam como se estivessem vendendo alguma coisa,jeito publicitário de ser, diferentemente em Jornalismo, onde tudo é questão de pauta,discussão,ir além. A sala era um ambiente preto e branco,preto pela iluminação das luzes e branco pela iluminação solar,que evadia a sala através da janela, as paredes a cada dia se acoplavam, os estudantes daquela sala,eram atenciosos e cyber-marqueteiros, os professores eram os 'mesmos' o 'conteúdo' eram os mesmos, os alunos eram os mesmos?,o pensamento coletivo eram os mesmos?, o número da sala era o mesmo?, o laço construído era o mesmo?,o respeito,a confiança,a amizade eram os mesmos? a falta de estímulos quando não se consegue se redimir de uma chateação é o mesmo? Quanta perguntas sem respostas ou com respostas, os alunos,as turmas de jornalismo e publicidade...são os mesmos?
João Paulo almeida dos reis
ResponderExcluirParte IV - a variedade de culturas no carnaval.
O carnaval envolve diretamente e indiretamente as pessoas das mais variadas culturas e crenças. O intuito do carnaval é justamente unir as diferenças então é constante vermos pessoas aparentemente diferentes juntas em nome da alegria. O povo se comporta como se fosse apenas um, e as diferenças são postas de lado. Pois todos estamos ali por um motivo, sermos felizes naquele periodo que tanto nos faz bem. Um fato que me chamou a atenção foi o trio de carlinhos brown. Pois ele mistura todas as culturas mas sempre defende a sua propria com louvor (a cultura baiana) alem de ser um otimo ritmista é também um exemplo da valorização de uma cultura.
João paulo almeida dos reis
ResponderExcluirParte V - a falta de respeito dos cordeiros.
Nesse carnaval pude presenciar diversas brigas e em muitas delas se não em todas, sempre havia participação de um cordeiro ou vários. O que é totalmente o oposto da sua função ali. Que é gerar uma falsa "segurança" para o folião. Os blocos disponibilizam monitores para ficarem de olho nesses baderneiros mas nem todo esse trabalho é eficaz. Pois devido ao fluxo intenso de pessoas fica dificil determinar quem é o estopim de uma briga ou discussão.
Nome: Madalena Amorin Piñeiro
ResponderExcluirMatrícula : 141001375
Treinadores na Academia de Ginástica – Parte 5
Enfim chegou a Sexta feira, hoje sem dúvidas é o melhor dia da semana, sem aula pela manhã tenho tempo de acordar mais tarde, ficar de bobeira em casa, mas logo depois do almoço sigo mais uma vez pra academia.
Nesse último dia de observação, novamente tudo se procedeu de forma igual, exceto pelo treinador que me acompanhou hoje, o Rafael ou mais conhecido como Rafa. Extremamente cuidadoso também, ele prezou o tempo todo me acompanhar e corrigir os exercícios que eu fazia de forma incorreta sem nem perceber antes sem gritar ou pontuar os erros só quando terminasse cada um deles. Isso me fez perceber como cada pessoa tem a sua própria dinâmica e modo de expressar conhecimento em sua área de atuação e como a minha perspectiva individual também pode vir a interferir no tipo de relação que venho a construir com outros indivíduos. Por fim acho que consegui atingir o objetivo proposto pelo diário de campo que é enxergar o outro através de uma visão limpa e geral das coisas ao invés de ter conceitos pré-estabelecidos e também o fato de poder observar aspectos como estes não só no espaço da academia mas sim em todos os lugares que fazem parte da minha rotina e cotidiano atualmente.
Nome: Laura Loureiro de Carvalho
ResponderExcluirMatrícula: 101005588
Trânsito de Salvador
parte 1 - Motoristas de ônibus
Sair de carro em Salvador é como se preparar para uma guerra. Temos que nos preparar mentalmente e exercer a paciência para o que nos espera nas ruas. A começar pelos motoristas de ônibus. Estava dirigindo na avenida ACM por volta das 17h, entrando na hora do rush, na faixa da esquerda, quando me vi imprensada por um ônibus que devia estar na faixa da direita. Eu não tinha como chegar mais para a esquerda, pois não havia espaço, então parei e deixei o ônibus passar. Logo depois, outro ônibus fez o mesmo, quando de repente vário ônibus fizeram uma espécie de paredão ao longo da avenida. Foi uma cena de terror. Minha mãe estava no banco do carona e ficou com medo do que estava acontecendo no momento. De repente o trânsito estava travado e o paredão de ônibus continuava lá; um ônibus em cada faixa e o meu carro espremido por todos eles, assim como alguns carros mais para frente ou atrás. Quando finalmente consegui sair dessa avenida, o trânsito seguia normal, com ônibus andando devidamente na faixa da direita. Ao chegar em Ondina, com o trânsito mais livre, um ônibus lotado passou em altíssima velocidade e não respeitou as pessoas que já estavam na faixa tentando atravessar, pondo em risco a vida de todos os passageiros que ali estavam e também dos pedestres. Segui para a Bahia Marina, onde havia um semáforo com sinal vermelho ali próximo de chegar. Parei e esperei abrir, quando passou outro ônibus em alta velocidade, direto, pelo sinal vermelho. A rua estava movimentada, pois do lado deste semáforo, estava o Museu de Arte Moderna, onde ocorria algum evento no momento. Esse motorista que passou direto pelo sinal vermelho e alta velocidade só pode ser considerado um criminoso, pois nada mais importava para ele: as pessoas transitando pela rua; os carros parados esperando o sinal abrir; nada. É lamentável que algumas pessoas que tenham comportamento desse tipo ainda continuem conduzindo o transporte público de uma cidade grande como Salvador.
Nome: Laura Loureiro de Carvalho
ResponderExcluirMatrícula: 101005588
Trânsito de Salvador
parte 2 - Taxistas
Continuando os relatos a respeito do trânsito de Salvador, a segunda observação foi em torno dos taxistas. Acho que eles estão empatados com os motoristas de ônibus no quesito direção ofensiva. Os taxistas acham que as ruas são deles e simplesmente não respeitam as sinalizações.
Há uma determinada rua (ladeira) que liga a Federação à Garibaldi, onde só é permitido os carros que vêm da Federação descerem para a Garibaldi. Não para os taxistas! Eles ignoram que se andarem mais 20 metros a frente, estarão na Federação pelos meios normais e enxergam a ladeira que citei como atalho para chegar no mesmo lugar. O resultado disso é acidente praticamente todos os dias na rua de cima. Eu já fui vítima de um desses. Como morava na Graça, fazia este percurso todos os dias ao voltar da faculdade. Subia a ladeira correta para chegar à Federação, mas deve-se ter cuidado ao chegar em cima, pois se trata de um cruzamento. Ao ver que não vinha nenhum carro, virei à direita e segui, quando eis que de repente surge um táxi no meio do nada e nossos carros colidem. Ora, eu havia olhado para a reta e vi que não vinha nenhum carro. De onde teria surgido esse táxi então? Sim! Do atalho! Ele subiu a ladeira que ficava do outro lado da rua; a ladeira onde é permitida apenas a descida de quem já está na Federação. A colisão foi tão de surpresa que eu, no momento, não havia entendido ainda de onde aquele carro veio parar. O motorista só reclamava que o táxi ia ter que ficar parado por uns dias para consertar e, consequentemente, ele iria perder dias de trabalho. Tirei foto da placa, pegamos os telefones um do outro e no dia seguinte fui fazer o boletim de ocorrência. O prejuízo acabou sendo para mim, pois não queria discutir quem estava certo e quem estava errado na hora da colisão, pois já era noite e fiquei com medo de ficar ali parada.
Nome: Laura Loureiro de Carvalho
ResponderExcluirMatrícula: 101005588
Trânsito de Salvador
parte 3 - Motoqueiros
Seguindo com as postagens sobre o trânsito de Salvador, chega a vez dos motoqueiros. Existem vários tipos de motoqueiros que circulam por Salvador. Estava voltando da faculdade, pela faixa da esquerda na Paralela, quando várias motos passaram em bando, e os carros tinham que sair de onde estavam para que elas passassem. Eles até chutaram alguns carros que ousaram não sair. E isso não aconteceu somente dessa vez. Ainda neste trajeto, passaram algumas motos do Esquadrão Águia com a sirene ligada e em alta velocidade. Uma delas passou tão rapidamente e indiscriminadamente como se a rua estivesse vazia, que bateu na lateral do meu carro e seguiu naturalmente.
Não tem como falar de motoqueiros em Salvador e não associar moto a assalto. É lamentável que isso esteja acontecendo, pois não podemos generalizar. Um bom exemplo que presenciei foi na rua do parque da cidade, quando estava parada na sinaleira e havia um táxi na minha frente. Eis que surgiu um homem e jogou uma pedra no vidro do carona do táxi e puxou a bolsa de uma mulher que ali estava. O homem estava nitidamente transtornado pelo uso de drogas. Logo atrás do táxi estava um motoqueiro. Quando o sinal abriu, este motoqueiro conseguiu puxar a bolsa de volta do ladrão, foi atrás do táxi e devolveu a bolsa para a dona.
Ana Luisa Matos dos Santos
ResponderExcluirA essência da infância.
Foi chegando o mês de abril e os supermercados já começaram a colocar os ovos de páscoa em exposição. Vai anoitecendo e as crianças do condomínio se juntam para mais um momento de diversão. Com suas bicicletas e patinetes elas apostam corrida na rua, que é bastante tranquila. Depois de muito brincar, subindo e descendo ladeira elas se juntaram e montaram uma rodinha e começam a conversar, além de brincar com seus smartphones que não saem da mão agora. A conversa gira em torno da frases: "Qual ovo de páscoa você vai ganhar?" "Eu quero aquele com todos os bombons dentro" "Você viu o do Trakinas, vem com copo". É evidente perceber o quão desejada é a páscoa para estas crianças, mesmo que seja por somente a vontade de comer chocolate e ganhar seus brindes, talvez nenhuma delas conheça o verdadeiro significado da páscoa, mas para quê mesmo, afinal como os adultos dizem : São só crianças! Entretanto, aproveito a deixa e faço a pergunta a você, leitor deste último diário de campo: O que a geração Y está se tornando? São realmente só crianças ou viraram Mini-adultos? Será que é mesmo aconselhável deixar esses meninos frente a smartphones recebendo informações aleatórias do mundo a volta o tempo todo? Enfim, apesar de ter analisado apenas um grupo de crianças pude aprender muito com eles e perceber que a infância é a melhor época da construção da personalidade de cada um.
Giullia Oliveira L. Ferreira
ResponderExcluirMatrícula: 141007402
Parte 5 ateus e seus familiares
Quando decidi analisar a minha amiga ateia, eu não sabia o que esperar. Passei apenaa 2 dias en sua casa, mas foi o bastante para poder observar o comportamento dos moradores. Assim que entrei em sua casa, percebi logo de cara uma cruz enorne na parede. Tinha também um lugar reservado na casa para imagens, velas e a Bíblia. Pude perceber que sua mãe era extremamente religiosa. Na hora do almoço, antes de comermos, sua mãe pediu para que nós fechassemos os olhos. Nós fizemos o conbinado, mas no meio da oração, abri meus olhos e percebi que carol (ateia) estava com os olhos abertos também. Aquilo me chamou atenção. Mais tarde, nós fomos ver um filme que estava passando na televisão. A temática era gay. Sua mãe, assim que percebeu o conteúdo, obrigou-a a mudar o canal. Ela alegava ser coisa do "diabo". Coisa de gente que não tem Deus no coração. Carol tentou argumentar , tentando fazê-la mudar de ideia, mas foi inútil. A frase que encerrou o assunto foi a seguinte : " enquanto você morar sobre o meu teto, você irá fazer o que eu mandar".
Decidimos sair para passear, e então pude conversar e saber melhor o que ela achava da atitude da sua mãe. Carol disse que era difícil a convivência pois sua mãe tinha a cabeça muito fechada. Disse que evitada brigar, pois ela sempre saía como a errada, pois por ser ateia era sempre mal interpretada. Com isso, tirei a lição de que para ser ateu e sair do armário, num país que considerava a religião muito inportante, era necessário muita paciência e boa vontade.
Nome: Laura Loureiro de Carvalho
ResponderExcluirMatrícula: 101005588
Trânsito de Salvador
parte 4 - motoristas sem noção
Os protagonistas do trânsito de Salvador são os próprios motoristas de carro. Em alguns momentos eles elencariam um filme de terror, em outros uma comédia, em outros um verdadeiro teste de paciência.
Em Salvador, as leis de trânsito são ignoradas, pois cada motorista tem a sua própria. Se um motorista dá sinal para passar para outra faixa, o que está do lado entende isso como uma afronta e a partir daí começa a luta. Um querendo educadamente passar, o outro entende como invasão de espaço e não dá passagem. Ou então ele pode entender que se ceder cinco segundos para o outro carro passar, vai se atrasar no seu compromisso inadiável. Há também o motorista que dá a seta e é como se uma mágica acontecesse: todos os carros somem da rua e ele vai com tudo, como se só ele estivesse ali.
Existe também o fator curiosidade: se algo acontece, como uma batida no canto da rua, por mais insignificante que seja, muitos param para olhar e travam o trânsito em quilômetros.
Existem também os caras de pau ao extremo: dia desses, estava procurando vaga no estacionamento na faculdade, quando vi que um carro que estava a frente ia sair e dei sinal. Um carro que estava atrás de mim começou a buzinar sem parar. Era um menino que tinha chegado depois de mim e que, assim como eu, também estava à espera de uma vaga. Achei estranho, pois ele estava antes parado na mesma fileira que eu e agora estava buzinando freneticamente para que eu saísse de sua frente e ele pudesse passar. Pensei que pudesse estar passando mal, tinha desistido de procurar vaga e estava indo embora. Então tive que sair e dar a volta para deixar ele passar, quando não menos que de repente, o carro resolveu sair da vaga e o menino que estava atrás de mim buzinando para que eu saísse, colocou seu carro de vez na vaga. Quando dei a volta e vi a cena, ele deu risada. Aí é que entra o exercício de paciência, pois, caso contrário, já ouvi casos de quem teve seus pneus furados por ter dado uma de "mais esperto".
PARTE I
ResponderExcluirDiego Braga
Matrícula: 141005591
Jornalismo 2014.1
Diário de Campo: Campeonato Baiano 2014
O Campeonato Baiano de 2014, inicialmente contou com a participação de 9 times no dia 05/02, isso porque Bahia, Vitória e Vitória da Conquista estavam na disputa da Copa do Nordeste. Sem a presença dos grandes, o destaque vem sendo a Jacuipense(recém promovida à primeira divisão), o Serrano e a Juazeirense, contando ainda com boas surpresas, como do também recém promovido, Galícia. Nessa fase da competição classificam-se 5 que se juntarão aos 3 que estão disputando o Nordestão, além de 2 que serão rebaixados. Vamos aguardar o prosseguimento do campeonato até o ingresso dos outros 3 times, seus classificados e rebaixados.
PARTE II
ResponderExcluirDiego Braga
Matrícula: 141005591
Jornalismo 2014.1
Diário de Campo: Campeonato Baiano 2014
Entrando em uma nova fase da competição contamos com a presença dos classificados, Serrano, Jacuipense, Juazeirense, Galícia e Catuense, além dos ‘’novos’’ integrantes, Vitória, Bahia e Vitória da Conquista. Momento triste para Juazeiro e Botafogo-BA, que não se prepararam devidamente para o campeonato e acabaram rebaixados. O Sistema do Baianão agora será com a divisão de dois grupos(4 times em cada), em que cada clube de um grupo, enfrenta os 4 clubes do outro, num sistema de ida e volta, os dois primeiros de cada grupo se classificarão para as semifinais da competição.
PARTE III
ResponderExcluirDiego Braga
Matrícula: 141005591
Jornalismo 2014.1
Diário de Campo: Campeonato Baiano 2014
Terminado a segunda fase da competição, tivemos os os seguintes classificados, no Grupo 2, Vitória e Vitória da Conquista, já no Grupo 3, Bahia e Serrano, agora os classificados de cada grupo se enfrentam. Todos sabemos da superioridade dos grandes da capital, porém nos últimos anos as forças do interior vêm mostrando que podem cada vez mais surpreender, como o próprio Vitória da Conquista que todo ano belisca uma vaga entre os semifinalistas, porém esse ano, apesar da boa campanha no Campeonato Baiano, decepcionou na Copa do Nordeste, sendo o time de pior campanha, porém o Nordestão não teve um final feliz nem mesmo pros grandes da Capital, ambos foram eliminados de forma vexatória da competição. Agora é esperar pra ver quais times vão levar a melhor nas semifinais, os grandes da capital ou as surpresas do interior.
PARTE IV
ResponderExcluirDiego Braga
Matrícula: 141005591
Jornalismo 2014.1
Diário de Campo: Campeonato Baiano 2014
No fim, não teve jeito, o Campeonato Baiano, mais uma vez será decido pela dupla BAVI, ambos os times não deram chances a seus adversários e acabaram por levar a melhor e chegaram ao final da competição. Na primeira semifinal, o Vitória não tomou conhecimento do time de Conquista, vitória no primeiro jogo por 2x1, no Lomantão, e massacre de 6x0, no estádio de Pituaçu, destaque para o Caveirão que marcou seu primeiro gol ao serviço do Leão. Na outra semifinal, o Bahia, também levou a melhor, porém não com tanta facilidade. Empate em 1x1 em Teixeira de Freitas, e vitória magra por 1x0, na Fonte Nova. Agora as duas forças do futebol baiano se enfrentam na grande final, em busca do primeiro título de 2014.
Nome: Laura Loureiro de Carvalho
ResponderExcluirMatrícula: 101005588
Trânsito de Salvador
parte 5 - Pedestres
Finalizando as postagens do diário de campo sobre o trânsito de Salvador, não poderia deixar de fora os pedestres. Os pedestres tem seus momentos de vítima, mas por várias vezes cometem erros também. Na maioria das vezes, a preguiça fala mais alto e eles preferem se arriscar a atravessar a rua no meio dos carros do que andar até a faixa de pedestres ou passarela. Em muitos países desenvolvidos, isso geraria multa para eles.
Os pedestres sofrem mais em épocas de chuva. Com os alagamentos nas ruas, muitos motoristas não respeitam e passam em alta velocidade, dando um verdadeiro banho em quem está desprotegido nas ruas. Ontem choveu muito de manhã e a avenida Centenário teve pontos de alagamento. Eu pude ver os carros que passavam na minha frente passando rápido pela área alagada, dando um banho em quem estava no ponto de ônibus. Desrespeito sem limites. Outro grande problema que eles nitidamente enfrentam em Salvador é com as calçadas, que se encontram esburacadas, estreitas demais, algumas com postes no meio, piquetes e por aí vai. Por muitas vezes eles tem que se arriscar a sair dos passeios e andar pelas ruas, e nesse ponto eles não são os culpados.
PARTE V
ResponderExcluirDiego Braga
Matrícula: 141005591
Jornalismo 2014.1
Diário de Campo: Campeonato Baiano 2014
Chegado o grande momento da competição, no último domingo, na Fonte Nova, diante de um público de 38.000 pessoas, tivemos o primeiro jogo da Final do Baianão. O Bahia não tomou conhecimento da vantagem do Vitória, que jogava por dois empates, e aplicou uma vitória por 2x0, gols de Talisca e Fahel. O segundo jogo está marcado para o próximo domingo(13/04), no estádio de Pituaçu, e o Vitória precisa devolver o placar se quiser ficar com o título este ano. A partida promete casa cheia, e o torcedor pode ter certeza que não irá faltar disposição para ambas as equipes em conquistar esse troféu do Baianão. Fica a expectativa de um grande jogo e uma vitória convincente do Vitória, para o mesmo, se consagrar mais uma vez, a melhor equipe do Estado.
Giovani Fraga
ResponderExcluirMatricula : 141004978
Diário de campo : Comportamento da torcida do Vitória nas ruas, estádios ou em redes sócias. ( Parte 4 )
Bom o jogo valido pela semifinal do campeonato baiano, realizado no dia 26 de março de 2014 em Vitória da Conquista, entre os times do Vitória da Conquista e Vitória observei e acompanhei o comportamento dos torcedores do Vitória num bar, pois não tive condições de ir a Conquista ver o jogo.
Quando a partida estava para começar o bar começou a encher, a maioria dos torcedores no bar usavam a camisa do Vitória e na grande maioria eram homens, observei poucas mulheres, um casal de rubro negro estava numa mesa, o homem bebendo cerveja e a mulher refrigerante, observei também muitas crianças correndo pelo bar enquanto os pais assistiam ao jogo. A semifinal começou e o Vitória estava jogando mal, observei um grupo de torcedores da terceira idade que criticava muito os jogadores enquanto comiam amendoim e tomavam uma cerveja. O Vitória tomou gol e depois conseguiu virar e sair com o resultado positivo, observei que a maioria dos torcedores afirmavam que iam para o estádio no próximo jogo e que a classificação era garantida porque o jogo seria em Salvador e qualquer empate classificaria o Vitória. Nesse bar observei um grupo de torcedores do Bahia que estavam presente para “secar” o Vitória e foram zoados durante todo o jogo.
Andrey Morais de Oliveira
ResponderExcluirMatrícula:141000556
Como ultimo dia de observação fui à igreja de Nossa Senhora da Luz. A missa é extremamente cheia, muita gente de todas as idades comparecem na igreja que é muito bem organizada e utiliza de recursos tecnológicos que deixam a cerimônia bem mais interessante. Além de entregar o papel com o ritualístico da missa eles utilizam um datashow apontado para a parte superior do altar onde se mostravam as músicas que iam ser cantadas, pelo padre que era bem engraçado e levava a missa de uma forma bem leve. De todas as igrejas que fui essa paróquia pareceu ser a que tinha mais jovens frequentando, pois no decorrer da missa houve anunciação de vários projetos organizados pela igreja, como por exemplo, um que convidava crianças para cantar no coral, além desses projetos o padre apresentou muitos outros de assistência aos necessitados. Na hora de colocar dinheiro no cesto todos pareceram dar de bom grado, e não por obrigação.
O dia a dia dos garis em Salvador - Parte V
ResponderExcluirPor fim, nesta última postagem, volteia reparar nos garis que fazem a limpeza pelas ruas de Salvador.
Fiquei pensando numa coisa: quais os horários que eles tem para fazer as refeições do dia? onde são feitas essas refeições? Porque, desde os primeiros dias da minha observação, em nenhum momento vi algum gari se alimentando.
Creio que a prefeitura deve oferecer algum vale-refeição ou alguma coisa do tipo, e mesmo assim acredito ser um sacrifício trabalhar debaixo do sol quente, por um longo período e se alimentando pouco.
Outra coisa que observei foi que a maioria são negros. E daí surge a pergunta: porquê? acho que responder essa pergunta não seja tão fácil, pois, isso não vem de hoje. Se olharmos o passado perceberemos que o negros sempre foram colocados a mercê da sociedade, e isso ainda acontece nos dias de hoje, mas isso é assunto para outra abordagem mais específica.
Lucas Lira de Almeida Cândido Oliveira
Israilton Garcia e Silva
ResponderExcluirMatrícula- 141001955
Diário de Campo - (Republica de Estudantes)
Parte: 5
Festa no apê
Ah, a grande vantagem de morar de galera. As festas, os almoços coletivos, os esquentas pré-balada e outros eventos do tipo.Opções não faltam: barzinho, boate, shows. Os rangos coletivos são ótimos, pois ali todos contribuem com alguma coisa. Uns cozinham, outros se responsabilizam por lavar a louça, e ao final tem-se um grande almoço, e aquele domingo que poderia ter sido chato se passou ao som de muitas risadas .Aqueles que moram a muitas horas de viagem da sua família sabem o quanto isso pode ser importante.
Clara Spinola Carneiro
ResponderExcluirMatrícula : 101006229
Diário de Campo : Os alunos da Influx – Escola de Idiomas
Parte 1
Todos os dias ao chegar na escola de inglês Influx, eu fico impressionada ao observar como a dona da escola e o coordenador sabem o nome de todas as crianças que estudam lá, assim como sabem o nome dos adolescentes e adultos. Mesmo que seja uma escola relativamente nova, pequena e em desenvolvimento, não espera-se que a dona da escola e o coordenador saibam todos os nomes, pois eles têm muitas coisas para darem conta – pois a escola tem alguns professores ensinando nos colégios, resolver demandas da e na escola Influx. Além de saberem os nomes de todos os alunos, eles sabem quem é a mãe de que aluno e inclusive tem pais que são alunos da escola, por terem uma grande satisfação com o aprendizado dos filhos. Acho muito importante essa interação coordenador – aluno – pais , para os pais perceberem o cuidado e atenção da escola com o seu filho e que ele não é só mais um. A escola quer contribuir para o desenvolvimento deles com competência e ética.